2 de março de 2026 às 04:08
1 de março de 2026 às 18:16
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Polícia Civil desarticulou uma organização criminosa que movimentou R$ 6 milhões em 18 meses e tentava infiltrar tentáculos na política de Natal. A Operação Decreto revelou que um ex-servidor da Câmara Municipal de Natal atuava para o grupo, ameaçando proibir campanhas eleitorais na comunidade do Passo da Pátria caso emendas parlamentares não fossem destinadas ao Carnaval de 2025. O esquema visava fortalecer o domínio territorial da facção através do uso de verbas públicas.
A ação policial mobilizou agentes para cumprir mandados em Natal e em outros dois estados. Na capital potiguar, três suspeitos foram detidos hoje, incluindo um flagrante com maconha e dinheiro em espécie. A liderança do bando, uma mulher de 33 anos, já havia sido capturada na segunda-feira (23) no Mato Grosso do Sul, enquanto outro chefe da organização permanece foragido no Rio de Janeiro.
O grupo é investigado por quatro homicídios cometidos apenas em 2024 na Zona Leste. Segundo a Polícia Civil, os criminosos utilizavam violência extrema e intimidação para impor um “estado paralelo” no Passo da Pátria. O volume financeiro de R$ 6 milhões, identificado em 18 meses, é fruto do tráfico de drogas e de atividades de controle territorial que asfixiavam a economia local.
A importância dessa operação para o leitor de Natal é o combate à tentativa do crime organizado de ditar as regras do processo democrático. Ao exigir emendas parlamentares sob ameaça de proibir a circulação de políticos na região, o grupo tentava sequestrar o orçamento público para financiar seus próprios interesses, utilizando um ex-funcionário do Legislativo como ponte.
Durante as investigações, 12 integrantes foram identificados com funções específicas, que iam desde o comando das execuções até a lavagem de dinheiro. A operação busca agora rastrear o paradeiro do líder foragido e identificar se outros agentes facilitavam o trânsito do grupo criminoso em órgãos públicos.
A Polícia Civil reforça que o combate às facções na Região Metropolitana continua e pede o apoio da população. Informações que ajudem a localizar os demais envolvidos podem ser enviadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.
2 de março de 2026 às 04:07
1 de março de 2026 às 18:19
FOTO: EFE
A ofensiva conduzida pelos Estados Unidos em coordenação com Israel contra alvos no Irã, seguido por retaliações iranianas a bases norte-americanas no Oriente Médio, provocou uma divisão clara na comunidade internacional.
Pelo menos oito países condenaram diretamente a ofensiva iniciada por Washington. Entre eles está o Brasil, que divulgou nota oficial criticando a ação militar realizada enquanto, segundo o governo brasileiro, ainda havia negociações em curso sobre a interrupção do programa nuclear iraniano.
A China também se manifestou contra os ataques, defendendo a interrupção imediata das operações e o respeito à soberania do Irã. Rússia, Espanha, Chile, Colômbia, Suíça e Uruguai completam o grupo que condenou explicitamente a iniciativa norte-americana.
Em sentido oposto, quatro países declararam apoio direto à decisão da Casa Branca: Israel, Argentina, Austrália e Canadá. Já nações como Alemanha, Reino Unido, França, Arábia Saudita, Bahrein, Ucrânia, Catar, Egito, Coreia do Sul, Itália, Peru, Paraguai e Emirados Árabes Unidos criticaram o lançamento de mísseis iranianos contra países vizinhos.
Por outro lado, Japão, Índia, Portugal e Polônia mantiveram postura oficialmente neutra. A maior parte dos comunicados divulgados por governos ao redor do mundo concentrou-se em alertas consulares, orientando cidadãos residentes ou em viagem na região a buscarem contato com embaixadas e adotarem medidas de segurança.
SOBRE A OFENSIVA
A ofensiva americana e israelense contra o Irã começou nas primeiras horas deste sábado contra alvos em Teerã e outras cidades iranianas como Tabriz e Isfahan. Os ataques resultaram em mais de 200 mortes, segundo cálculos do Crescente Vermelho.
A ofensiva resultou na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que foi confirmada pela mídia estatal e pelo governo do país persa. Horas antes do anúncio oficial, o presidente americano, Donald Trump, já havia divulgado que Khamenei estava morto. Parentes do aiatolá também foram mortos.
2 de março de 2026 às 04:06
2 de março de 2026 às 01:37
FOTO: REPRODUÇÃO
A composição da chapa da direita no Rio Grande do Norte entrou em nova etapa de avaliação com a inclusão do empresário Flávio Rocha entre os nomes analisados para a disputa ao Senado. A informação foi divulgada pelo Blog Hora H, que aponta a realização de pesquisas para medir a viabilidade eleitoral de diferentes cenários.
O movimento ocorre em meio à indefinição sobre a segunda vaga ao Senado dentro do grupo oposicionista. Uma das cadeiras já tem encaminhamento: o senador Styvenson Valentim deve buscar a reeleição. A outra posição, porém, permanece em aberto e concentra as negociações.
A entrada de Flávio Rocha no radar representa uma alternativa de encaminhamento nas conversas. Empresário com atuação nacional no setor varejista e experiência política anterior, ele volta a ser citado como alternativa capaz de dialogar com segmentos do empresariado e do eleitorado identificado com pautas liberais. A eventual candidatura ainda depende de avaliações internas e do desempenho nas pesquisas encomendadas.
Ezequiel também é avaliado
Outro nome incluído nos levantamentos é o do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, que tem a participação na chapa majoritária dependendo das definições do campo governista, especialmente da decisão da governadora Fátima Bezerra sobre eventual candidatura ao Senado.
Em um cenário no qual a governadora confirme presença na disputa, a tendência seria a manutenção do projeto de reeleição de Ezequiel ao Legislativo estadual. Caso contrário, aliados avaliam que seu nome poderia ser reposicionado na majoritária.
No Executivo estadual, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias marcou para 21 de março o lançamento oficial de sua pré-candidatura ao governo. Para compor a chapa como vice, foi anunciado o presidente da Femurn, Babá Pereira.
Na corrida pelo Senado, além de Styvenson, também circula o nome do Coronel Hélio, citado nas anotações de Flávio Bolsonaro, dentro da estratégia nacional de fortalecimento da bancada da legenda.
2 de março de 2026 às 04:05
1 de março de 2026 às 18:14
FOTO: LULA MARQUES
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou uma nota de repúdio ao posicionamento do governo do Lula (PT) em relação ao regime iraniano, classificando como “inaceitável” a postura adotada pelo Palácio do Planalto diante das ofensivas no Oriente Médio, neste sábado (28).
No documento, o parlamentar critica o que considera um alinhamento político do Brasil a Teerã em meio a um conflito grave na região.
Para o político, ao adotar essa postura, o país estaria “do lado errado” da disputa internacional e ignorando o histórico do regime iraniano. O Itamaraty divulgou uma nota condenando a ofensiva dos EUA e Israel.
Na nota, Flávio Bolsonaro afirma que o Irã não pode ser tratado como um ator neutro no cenário global. O pré-candidato ao Planalto sustenta que o regime financia e apoia organizações classificadas como terroristas por parte da comunidade internacional, além de manter um discurso hostil contra países ocidentais e contra Israel.
O senador também menciona o programa nuclear iraniano, apontando suspeitas de finalidade militar, e acusa o governo de Teerã de reprimir violentamente sua própria população, com especial impacto sobre mulheres.
Para ele, esses elementos configuram um histórico que não pode ser relativizado pela diplomacia brasileira. Veja abaixo a nota completa de Flávio:
NOTA DE REPÚDIO A LULA
“O posicionamento do governo Lula diante das ações do regime iraniano é inaceitável. Ao adotar uma postura de apoio político a Teerã neste momento, o Brasil se coloca do lado errado de um conflito grave e ignora a natureza objetiva do regime que está defendendo.
O Irã não é um ator neutro no cenário internacional. Trata-se de um governo que financia e apóia organizações terroristas, que grita publicamente “morte à América”, que defende abertamente “varrer Israel do mapa” e que mantém um programa nuclear notoriamente para fins militares. Internamente, reprime sua população com violência sistemática, em especial contra mulheres, e milhares de mortos. Esses são fatos públicos e reiterados ao longo dos anos, repudiados por quase todos os países da região.
O Brasil não precisa se intrometer em conflitos regionais, nem assumir papel protagonista em disputas que não nos pertencem. O que não pode é escolher o alinhamento moralmente errado, legitimando um regime que promove instabilidade e ameaça países parceiros do nosso próprio interesse estratégico.
Registro minha solidariedade aos Emirados Árabes Unidos, ao Reino do Bahrein, países parceiros do Brasil, e a quaisquer outros que tenham sido covardemente atacados pela ditadura do Irã. São nações com as quais o Brasil mantém relações comerciais relevantes e diálogo institucional crescente.
Política externa responsável exige prudência e clareza. Neutralidade não é sinônimo de complacência, e contenção não pode significar apoio indireto a regimes que promovem terror, desestabilização e sofrimento”.
A seguir, veja abaixo também a nota compartilhada pelo governo brasileiro:
Ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã
“O Governo brasileiro condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados hoje (28/2) por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região.
O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil.
As embaixadas do Brasil na região acompanham os desdobramentos das ações militares, com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados. Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem.
O Embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança.”
2 de março de 2026 às 04:04
1 de março de 2026 às 18:11
FOTO: REPRODUÇÃO
A maior interrupção no transporte aéreo global desde o início da pandemia de Covid-19 continuou no domingo, com milhares de voos afetados e importantes centros de transporte no Oriente Médio, incluindo Dubai e Doha, fechados em resposta à escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
Israel e Irã trocaram novos ataques no domingo, depois que Teerã atingiu o Aeroporto Internacional de Dubai — o mais movimentado do mundo em tráfego internacional — e o principal aeroporto do Kuwait durante seus ataques retaliatórios no dia anterior.
Irã, Iraque, Israel, Síria, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos anunciaram no sábado o fechamento, ao menos parcial, de seus espaços aéreos após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, o que interrompeu abruptamente o tráfego aéreo civil sobre o Oriente Médio.
Entre as companhias aéreas que cancelaram voos estão Emirates, Etihad, Air France, British Airways, Air India, Turkish Airlines e Lufthansa.
O site de rastreamento de voos FlightAware informou que mais de 6.700 voos foram atrasados e 1.900 cancelados em todo o mundo até as 10h GMT de domingo, além dos milhares registrados no dia anterior.
Fechamento do espaço aéreo
O Irã fechou rapidamente seu espaço aéreo assim que os ataques começaram, “até segunda ordem”, disse o porta-voz da Organização de Aviação Civil do Irã, citado pela agência de notícias Tasnim.
Israel também fechou seu espaço aéreo para voos civis, anunciou a ministra dos Transportes, Miri Regev.
A autoridade de aviação civil do Catar informou que fechou temporariamente o espaço aéreo do país.
O Iraque também fechou seu espaço aéreo, informou a mídia estatal.
Os Emirados Árabes Unidos anunciaram o fechamento “parcial e temporário” de seu espaço aéreo.
A Autoridade de Aviação Civil da Síria informou que fechou parte de seu espaço aéreo no sul do país, ao longo da fronteira com Israel, por 12 horas.
A força aérea da Jordânia realizava exercícios para “defender os céus do reino”, segundo os militares.
O Kuwait também fechou seu espaço aéreo.
Companhias aéreas do Oriente Médio e Norte da África
As companhias aéreas do Golfo Emirates e Etihad cancelaram 38% e 30% de seus voos, respectivamente, segundo a Cirium.
A Qatar Airways suspendeu todos os voos partindo de Doha. A companhia cancelou 41% do total de voos, de acordo com a empresa de análise de aviação Cirium.
A Syria Air, companhia aérea nacional do país, cancelou todos os voos até novo aviso.
A companhia aérea nacional do Egito, EgyptAir, anunciou a suspensão de seus voos para cidades do Oriente Médio, incluindo Dubai, Doha, Manama, Abu Dhabi, Beirute e Bagdá, entre outras.
Companhias aéreas europeias
A Rosaviatsia, autoridade russa de transporte aéreo, informou que todos os voos comerciais para Israel e Irã foram cancelados “até novo aviso”.
A Turkish Airlines cancelou voos para o Líbano, Síria, Iraque, Irã e Jordânia até 2 de março.
A Air France cancelou seus voos para Dubai, Riad, Beirute e Tel Aviv até domingo, estendendo a suspensão que já havia sido anunciada.
A British Airways informou que não voará para Tel Aviv e Bahrein até 4 de março e cancelou os voos para Amã, capital da Jordânia, no sábado.
A Swiss International Air Lines suspendeu os voos de e para Tel Aviv até 7 de março e cancelou os voos de Zurique para Dubai programados para sábado e domingo.
A Lufthansa, companhia aérea alemã que engloba a Swiss e a ITA Airways, cancelou seus voos de e para Tel Aviv, Beirute, Amã, Erbil e Teerã até 7 de março.
O grupo aéreo e suas subsidiárias também suspenderam os voos de e para Dubai e Abu Dhabi até domingo.
Companhias aéreas da América do Norte
A Delta Air Lines suspendeu os voos entre Nova York e Tel Aviv até domingo.
A American Airlines “suspendeu temporariamente” os voos entre Doha e Filadélfia.
Os voos da United para Tel Aviv estão cancelados até segunda-feira, e os voos para Dubai até domingo.
A Air Canada informou que cancelou os voos do Canadá para Israel até 8 de março e para Dubai até 3 de março.
Companhias aéreas da região Ásia-Pacífico
As duas maiores companhias aéreas privadas da Índia, IndiGo e Air India, suspenderam os voos para todos os destinos no Oriente Médio.
A Pakistan International Airlines, companhia aérea nacional do país que faz fronteira com o Irã, informou que suspendeu os voos para os Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Doha e Kuwait.
A Cathay Pacific, de Hong Kong, suspendeu os voos para Dubai e Riade.
A Garuda Indonesia, companhia aérea nacional da Indonésia, suspendeu temporariamente os voos de e para Doha “até novo aviso”, informou a empresa em comunicado neste domingo.
A Singapore Airlines e a Scoot, de Singapura, cancelaram seis rotas de voo na região até o fim de domingo, informou a mídia local.
Os voos da Philippine Airlines de Manila para Doha, de Riade para Manila e de Dubai para Manila foram cancelados no sábado, assim como um voo Doha-Manila no domingo.
Outras grandes companhias aéreas, incluindo a australiana Qantas e a japonesa All Nippon Airways, não anunciaram cancelamentos de voos.
Companhias aéreas africanas
A Ethiopian Airlines cancelou seus voos para Amã, Tel Aviv, Dammam e Beirute.
A Kenya Airways suspendeu seus voos para Dubai e Sharjah até novo aviso.
2 de março de 2026 às 04:02
1 de março de 2026 às 17:10
FOTO: ROGÉRIO VITAL
A Expo Sabores, maior feira de produtos e serviços para alimentação do Rio Grande do Norte, projeta movimentar R$ 10 milhões em negócios durante sua próxima edição, entre os dias 21 e 23 de abril, no Centro de Convenções de Natal. A estimativa é da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no RN (Abrasel), organizadora do evento.
O valor esperado reflete não apenas vendas diretas realizadas durante a feira, mas também contratos e parcerias iniciados no encontro e consolidados ao longo do ano. Em um setor que ainda lida com custos elevados de insumos, energia e mão de obra, a aposta está na geração de escala, inovação e novas conexões comerciais.
A Expo Sabores integra o Encontro Nacional da Abrasel, um dos principais fóruns do setor gastronômico brasileiro. A proposta é reunir empresários, gestores, trabalhadores e fornecedores em um ambiente que combina feira de negócios, conteúdo técnico e experiências práticas.
Segundo o presidente da Abrasel no RN, Thiago Machado, a concentração de diferentes elos da cadeia produtiva cria um ambiente estratégico para o mercado. “A convergência de empresas e entidades num só espaço posiciona a Expo Sabores como um ambiente de cooperação, desenvolvimento e geração de oportunidades para o setor de alimentação e deve movimentar cerca de R$ 10 milhões em negócios nesta edição”, afirma.
O público esperado inclui donos, gestores e profissionais de bares, restaurantes, lanchonetes, pizzarias, cafeterias e padarias, além de compradores de suprimentos, indústrias de alimentos e bebidas, fornecedores de equipamentos, empresas de tecnologia e automação, soluções de delivery e serviços de marketing e consultoria.
Um dos destaques da programação são as três cozinhas de experiências gastronômicas, chamadas Cozinhas Show, espaços dedicados a demonstrações ao vivo conduzidas por chefs convidados. A proposta é apresentar técnicas inovadoras, tendências de consumo e aplicações práticas que possam ser replicadas nos estabelecimentos.
Além da parte prática, o evento contará com uma área dedicada a palestras e debates, realizadas em palco duplo, com atividades simultâneas. A proposta é ampliar o acesso ao conteúdo técnico e às discussões estratégicas para diferentes perfis de público ao longo dos três dias de feira.
As inscrições para participantes serão gratuitas e devem ser abertas em breve. No momento, a organização está na fase de definição dos estandes e de confirmação dos expositores, que contarão com representações locais e de outras regiões do país, reunindo participantes de pelo menos 10 estados brasileiros.
A Abrasel avalia que a feira sinaliza uma estratégia clara do setor no estado: fortalecer a cadeia produtiva local, estimular investimentos e posicionar o RN no circuito nacional de eventos voltados ao food service. A iniciativa ocorre em um momento de reorganização do mercado, que busca ampliar a competitividade e consolidar o estado como polo do segmento.
2 de março de 2026 às 04:01
2 de março de 2026 às 01:41
FOTO: REPRODUÇÃO
O deputado federal Sargento Gonçalves (PL-RN) mobilizou uma grande multidão para uma moto carreata pelas ruas de Natal neste domingo (1º). O evento, intitulado “Acorda Brasil!”, reuniu apoiadores em um ato marcado por forte participação popular.
A concentração aconteceu em frente ao gabinete do parlamentar, na Zona Norte da capital. De lá, os participantes seguiram em carreata por diversas avenidas da cidade até o Midway Mall, um dos principais pontos comerciais de Natal.
Durante todo o percurso, motociclistas, motoristas e simpatizantes acompanharam o trajeto, ocupando as ruas com bandeiras e mensagens de apoio. Segundo a organização, o objetivo do ato foi reunir a população em defesa de pautas nacionais e reforçar a mobilização popular.
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