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Categoria: fevereiro 24, 2026

Homem simula sequestro para a esposa e é encontrado pela polícia em motel com amante

FOTO: REPRODUÇÃO

O que parecia ser um caso urgente de sequestro terminou em constrangimento e possível indiciamento criminal em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, neste domingo (22). Um homem de 41 anos fingiu ter sido mantido em “cárcere privado” por causa de uma suposta dívida de drogas no valor de R$ 450, mas foi localizado pela polícia em um motel da cidade, acompanhado de outra mulher, de acordo com informações do g1.

Morador de Brazlândia, no Distrito Federal, ele enviou mensagens à esposa afirmando que estava preso em uma “boca de fumo” e que poderia pagar a dívida “com a vida” caso o valor não fosse quitado. Em uma das mensagens, pediu ainda que a companheira “cuidar dar meninas”, aumentando o desespero da família.

Assustada, a esposa procurou a delegacia junto com a mãe do homem. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, as duas relataram que ele dizia estar sob ameaça de morte e se recusava a informar o endereço exato da suposta “boca”.

Para confirmar que não se tratava de um golpe aplicado por terceiros, a mulher solicitou que ele enviasse um áudio. A gravação foi encaminhada, o que reforçou a preocupação e levou ao acionamento das forças de segurança.

Com apoio da Polícia Civil de Goiás, equipes iniciaram diligências em Águas Lindas para localizar o possível cativeiro. Durante as buscas, os investigadores descobriram que não havia sequestro algum. O homem estava hospedado em um motel da cidade.

Ele foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. A polícia informou que o caso pode resultar em indiciamento por falsa comunicação de crime e tentativa de estelionato, já que a suspeita é de que ele pretendia obter dinheiro da família por meio da encenação.

Correio 24h

Efeito Donald Trump: Brasil terá a maior redução de tarifa média, com taxa de 15%

FOTO: RICARDO STUCKERT

O Brasil será o principal beneficiado pelas novas tarifas globais de 15% impostas pelo presidente Donald Trump, no sábado (dia 21). Segundo o Global Trade Alert, organização independente que monitora políticas comerciais, o país terá, em média, uma redução de 13,6 pontos percentuais nas tarifas.

Aliados históricos dos EUA, como Reino Unido, Japão e União Europeia, serão os principais prejudicados com a nova taxa. A análise completa foi reportada pelo jornal Financial Times.

Neste final de semana, Lula não quis comentar a decisão da Suprema Corte americana, que suspendeu a aplicação de tarifas recíprocas pelo governo de Donald Trump. Em alguns casos, como o Brasil, a mudança traz alívio a setores que ainda eram taxados em 50%. A nova política entra em vigor na terça-feira e terá validade de 150 dias até que precise ser aprovada pelo Congresso para continuar vigente.

A China, principal rival dos americanos, será o segundo país mais beneficiados após Trump reagir à decisão de sexta-feira da Suprema Corte dos EUA, que considerou ilegal o mecanismo usado por ele para aplicar tarifas sobre produtos de parceiros no ano passado. O gigante asiático terá redução de 7,1 pontos percentuais nas taxas.

“Países como China, Brasil, México e Canadá, que foram alvo das críticas mais severas da Casa Branca e das tarifas da IEEPA sob decretos executivos especiais, foram os que tiveram a maior queda nas tarifas”, disse ao Times Johannes Fritz, economista e diretor-executivo da GTA.

Segundo a análise, fabricantes asiáticos como Vietnã, Tailândia e Malásia, frequentemente apontados por Trump por apresentarem enormes superávits comerciais com os EUA, também serão beneficiados pelo novo regime. Já o Japão terá aumento de 0,4 ponto percentual na tarifa geral.

O maior perdedor com a nova taxa fixa global é o Reino Unido, que terá um aumento de 2,1 pontos percentuais em sua taxa média de tarifa — anteriormente os britânicos tinham negociado uma taxa de 10%. A UE, que fechou uma tarifa de 15% em seu acordo comercial com Washington, terá um aumento geral de 0,8 ponto percentual, com a Itália e a França mais expostas.

A Câmara Britânica de Comércio afirmou que 40 mil empresas britânicas que exportam produtos para os EUA serão afetadas pelas novas taxas e pediu para o governo britânico entrar em diálogo com os americanos.

No sábado, o governo britânico havia indicado que esperava manter sua posição comercial privilegiada, mas William Bain, chefe da Câmara de Comércio Britânica (BCC), alertou que a decisão “pouco contribuiu para esclarecer as águas turvas. Para o Reino Unido, a prioridade continua sendo a redução das tarifas sempre que possível”, disse ele à Reuters.

Já o chefe de comércio do Parlamento Europeu irá propor o congelamento do processo de ratificação do acordo comercial da União Europeia com os Estados Unidos até que recebam detalhes do governo do presidente Donald Trump sobre sua política comercial.

As novas tarifas afetam os principais aliados dos EUA, pois suas exportações são dominadas por aço, alumínio e automóveis, setores taxados sob outros regimes que permanecem em vigor após a decisão de sexta-feira.

Brasil foi bastante afetado pelo primeiro tarifaço

Em abril de 2025, Trump havia anunciado as chamadas tarifas recíprocas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). Isso incluiu uma tarifa global de 10% sobre importações de parceiros e taxas adicionais a certos países. O que a Suprema Corte derrubou na sexta-feira foi justamente o uso dessa lei para embasar a aplicação das tarifas.

A nova taxa anunciada por Trump no sábado tem como base outro marco jurídico, a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite ao presidente impor tarifas por até 150 dias sem aprovação do Congresso. O instrumento nunca foi acionado por um governante americano.

No caso brasileiro, a sobretaxa total chegou a 50% (10% da tarifa universal imposta em 2025 mais 40% extra) para alguns produtos. Depois, um grupo de itens foi completamente isento, como carne e café. Não está claro se essas mercadorias que gozavam de isenção passarão a ser taxadas com a nova alíquota de 15%.

Mas os produtos brasileiros que não entraram na lista de isenções serão beneficiados com a substituição da tarifa anterior pela nova. De acordo com documento divulgado em novembro pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), 22% do que é exportado para os EUA ainda estavam sujeitos ao tarifaço de 50% no fim do ano passado.

Há ainda produtos brasileiros que estão enquadrados em outra regra, como aço e alumínio. Esses itens estão sujeitos à chamada seção 232, instrumento legal que autoriza o presidente dos Estados Unidos a impor tarifas e outras restrições sobre importações que possam ameaçar a segurança nacional. Eles representavam em novembro passado, 27% das exportações brasileiras para os americanos. Para estes, nada muda.

Extra

Nova configuração tarifária dos EUA reduz impactos sobre exportações do RN

FOTO: CODERN

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte (SEDEC) divulgou análise técnica sobre os impactos das recentes mudanças na política tarifária dos Estados Unidos nas exportações brasileiras e, especificamente, na pauta exportadora do Rio Grande do Norte.

Em fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o governo norte-americano não poderia utilizar a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) como fundamento jurídico para impor tarifas amplas e generalizadas sobre importações. A decisão resultou na anulação das tarifas recíprocas de 10% e das sobretaxas adicionais de até 40% aplicadas ao longo de 2025 a diversos produtos brasileiros, no contexto do chamado “tarifaço”.

Em resposta ao entendimento da Corte, o presidente Donald Trump anunciou a criação de uma nova tarifa global temporária de 15%, com base na Seção 122 da Lei Comercial de 1974. A medida tem validade inicial de até 150 dias, podendo ser prorrogada, e incide de forma uniforme sobre importações provenientes de todos os países, incluindo o Brasil, funcionando como adicional às alíquotas regulares de cada produto.

De acordo com levantamento da Global Trade Alert, o Brasil está entre os países que registraram maior redução na tarifa média após a reconfiguração das medidas adotadas pelos Estados Unidos. A estimativa aponta queda de aproximadamente 13,6 pontos percentuais na tarifa média incidente sobre produtos brasileiros, quando comparado o cenário do auge do tarifaço com o novo arranjo baseado na tarifa global de 15%.

Impactos para o Rio Grande do Norte

Conforme análises da Equipe Técnica da SEDEC, a nova configuração tarifária representa redução relevante da carga média sobre as exportações brasileiras, ainda que permaneça um custo adicional frente ao cenário pré-2025.

Sob a ótica do Rio Grande do Norte, o novo contexto tende a produzir efeitos positivos, especialmente para setores estratégicos da pauta exportadora estadual, como o salineiro e o de pescado.

O setor salineiro potiguar — responsável por parcela expressiva da produção nacional de sal marinho — passa a operar em ambiente tarifário menos adverso do que o verificado durante a escalada protecionista de 2025. A redução da tarifa média amplia a previsibilidade comercial e contribui para a manutenção dos fluxos exportadores, mesmo com a incidência adicional de 15%.

No caso do pescado, segmento relevante para polos produtivos do estado, a retirada das sobretaxas adicionais reduz distorções abruptas de preço e melhora as condições de competitividade no mercado norte-americano. Embora o adicional de 15% ainda represente custo relevante, o novo cenário amplia as possibilidades de reinserção, consolidação e celebração de contratos internacionais de médio e longo prazo.

Aplicação de tarifas por segmento

Segundo informações divulgadas pelo InfoMoney (2026), a aplicação atual de tarifas nos Estados Unidos está estruturada da seguinte forma:

  • Aço – 50% (ativa)
  • Alumínio – 50% (ativa)
  • Peças de cobre – 50% (ativa)
  • Madeira – 10% (ativa)
  • Demais produtos – nova tarifa adicional de 15%

A substituição de sobretaxas que chegaram a 50% por uma tarifa global temporária de 15% representa redução significativa do nível de proteção extraordinária anteriormente imposto, contribuindo para restabelecer parte da competitividade dos produtos brasileiros no mercado norte-americano.

Conclusões estratégicas

A análise técnica da SEDEC aponta que:

  • A decisão judicial de 2026 reduziu substancialmente o grau de restrição tarifária imposto aos produtos brasileiros.
  • O setor de pescado tende a registrar ganhos mais perceptíveis, diante da retirada das sobretaxas adicionais que haviam comprometido sua competitividade.
  • O setor salineiro estratégico para o Rio Grande do Norte passa a operar em ambiente menos restritivo.
  • A volatilidade da política comercial dos Estados Unidos e o caráter temporário da nova tarifa exigem monitoramento técnico contínuo.

Monitoramento permanente e inteligência comercial

Em um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas, reconfigurações comerciais e elevada volatilidade regulatória, a inteligência comercial integrada a estratégias qualificadas de Relações Internacionais consolida-se como ativo estratégico para sustentar e ampliar a competitividade do Rio Grande do Norte no comércio exterior.

Diante desse quadro, a SEDEC reforça a importância da manutenção de acompanhamento técnico permanente do arcabouço regulatório internacional, não apenas para mitigar riscos decorrentes de mudanças abruptas na política comercial norte-americana, mas também para identificar oportunidades e orientar, de forma proativa, políticas públicas voltadas ao fortalecimento da inserção internacional do estado.

Novo Notícias

CPMI aponta mulher de R$156 milhões roubados dos inativos; ela culpou o marido preso

FOTO: DIVULGAÇÃO

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), disse que empresas ligadas a Ingrid Pikinskeni Morais Santos receberam mais de R$156 milhões desviados de aposentados e pensionistas. Ela prestou depoimento à comissão parlamentar mista de inquérito nesta segunda-feira (23).

— No meu tempo de menino, tinha [a série televisiva] O Homem de Seis Milhões de Dólares. Olha que bacana, a senhora é uma mulher de R$156 milhões, roubados de aposentados e pensionistas. Essa moça aqui recebeu milhões através das empresas dela, de aposentados e pensionistas, dinheiro roubado, dinheiro roubado. E está dizendo a nós aqui que foi o esposo dela quem pegou a documentação e fazia a movimentação, que ela inclusive está surpresa e que ele quebrou a confiança dela. A senhora se separou dele? — questionou o relator.

Ingrid foi identificada como destinatária de recursos ilícitos oriundos da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares (Conafer), segundo informou a Agência Senado. Ela é esposa e sócia de Cícero Marcelino de Souza Santos, que está preso. Ele é apontado como operador do presidente da entidade, Carlos Roberto Ferreira Lopes, que está foragido.

Ingrid compareceu à CPMI protegida por habeas corpus concedido pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para permanecer em silêncio. Embora tenha admitido a direção das empresas, ela disse que não teve conhecimento de fraudes e desvios e que “tudo corria por conta de Cícero”.

A empresária afirmou ao relator que Cícero “traiu” a sua confiança e que se dedicava exclusivamente à criação dos filhos do casal desde 2015.

— Em relação às empresas e transferências, eu não vou conseguir responder nada a vocês porque quem geria tudo isso era o meu esposo, que inclusive traiu a minha confiança quando a Polícia Federal bateu na minha porta acordando meus filhos, constrangendo a minha família. Para mim, tudo isso aqui é uma surpresa. Estar aqui para mim está sendo muito difícil, porque eu nunca imaginei passar por uma situação dessa. Em relação a nome de empresas, quanto recebeu, quanto deixou de receber, era tudo Cícero que fazia essa parte de gestão operacional — afirmou.

“Roubar com legalidade”

Ao comentar as falas da empresária, Alfredo Gaspar disse que o Brasil é um espetáculo e que a burocracia “foi feita para roubar com legalidade”. O relator apontou um esquema complexo de lavagem de dinheiro e pagamento de propina e disse que todas as empresas de Ingrid e do esposo “estão exatamente na teia de pagamento de propina”.

— A moça não sabe de nada, e pode não saber mesmo, mas o dinheiro das empresas, que saíram de R$850 milhões e que se transformaram em R$154 milhões, pagou propina a uma parte dos funcionários do INSS de topo de carreira, esposa de um, filha de outra. A linha de pagamento de propina passa por Ingrid — disse.

Depoimento suspenso

Em meio ao depoimento, Ingrid passou mal, e a sessão foi suspensa. A reunião foi retomada minutos depois, mas sem a presença da depoente.

Alfredo Gaspar lamentou o estado de saúde de Ingrid, mas registrou que em nenhum momento extrapolou na condução do depoimento. O relator disse ainda que não tinha como “pintar de rosa o que está bem escrito em letras que envergonham o Brasil”.

— De lágrimas a gente nunca pode duvidar da sinceridade, mas o crime praticado também foi muito grave. O nosso objetivo maior, independentemente de quem seja, tem que responder por esse desvio bilionário que matou, fez sofrer e penalizou milhões de aposentados e pensionistas — afirmou.

Presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) salientou que a CPMI tem mostrado que os operadores do escândalo do INSS têm exposto suas famílias. Ela disse que visitou Ingrid no serviço médico do Senado e encontrou a depoente chorando e olhando a foto dos filhos.

— Os bandidos colocaram famílias em risco. (…) Não sei até onde há envolvimento dela, ou culpa, ou conivência.

Damares destacou a importância da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro e disse esperar que a CPMI possa ter acesso aos dados sem demora.

— Talvez tenha sido até importante e providencial que Vorcaro não tenha vindo hoje para a gente ler tudo, para, na hora de a gente arguir, a gente ter umas perguntas bem certeiras.

Diário do Poder

Cúpula do Congresso pode votar redução de pena a Bolsonaro

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A cúpula do Congresso Nacional sinalizou a possibilidade de uma votação no início de março para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao chamado PL da Dosimetria, o que reduziria a pena aos condenados por tentativa de golpe em razão dos atos de 8 de janeiro de 2023. A sessão, no entanto, só acontecerá caso não haja pressão para a instalação de uma CPI sobre o caso Master.

Se aprovada, a proposição pode reduzir o tempo de prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente de seis a oito anos, para um período entre dois e quatro anos. Bolsonaro está preso na Papudinha, em Brasília, desde novembro. Os demais condenados pelo 8 de janeiro também seriam beneficiados.

A ideia da Câmara e do Senado é negociar a realização de uma sessão conjunta, necessária para votar o veto ao PL da Dosimetria, sem pressão para a leitura do requerimento da CPI mista do Master. Para ganhar tempo na negociação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tem buscado o adiamento da sessão. Já o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), quer evitar a instalação de uma CPI sobre o tema.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que caso o veto de Lula seja derrubado, o governo pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), já que classifica a medida como inconstitucional.

Além do PL da Dosimetria, outros 73 vetos presidenciais aguardam análise. De acordo com o senador Wellington Fagundes (PL-MT), que criticou o tempo excessivo sem pautas no Congresso, o “Senado transformou a semana do carnaval em um mês”.

Pleno News

Carga de R$ 480 mil em anabolizantes e medicamentos irregulares é apreendida em Natal; suspeito é preso

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A Receita Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil do Rio Grande Norte, apreendeu, na manhã desta segunda-feira (23), uma grande quantidade de esteroides anabolizantes e medicamentos de origem irregular, avaliados preliminarmente em aproximadamente R$ 480 mil, em Natal. De acordo com as informações, o material estava em posse de um homem, de 37 anos, que foi preso em flagrante.

Ao todo, foram apreendidos cerca de 800 frascos de substância análoga à drostanolona, geralmente utilizada de forma ilícita para fins estéticos e aumento de desempenho físico; 100 frascos de substância análoga ao stanozolol, esteroide anabolizante sintético associado ao uso irregular para ganho de massa muscular; e 42 frascos contendo, possivelmente, tirzepatida 15 mg, medicamento indicado para o tratamento de diabetes tipo 2 e controle glicêmico.

A ação foi desencadeada após o monitoramento de uma encomenda considerada suspeita. No momento da entrega, as equipes realizaram a abordagem e confirmaram o conteúdo ilícito, efetuando a prisão do investigado.

O suspeito foi autuado pelo crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Após a realização dos procedimentos legais cabíveis, ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.