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Categoria: fevereiro 23, 2026

ARTIGO: A fé não deve se calar: Igreja, democracia e o dever de participar

*Por General Girão

Caros amigos cristãos de todo o Brasil, quando o infame Descondenado, Lula da Silva, critica a atuação política de líderes religiosos, como já o fez em diversas falas carregadas de ódio, ele não está defendendo a democracia — está tentando delimitar quem pode ou não pode influenciar o debate público. Ele sabe que a formação espiritual e religiosa das Igrejas de Cristo é uma fortíssima ameaça ao projeto de poder de seu bando político: a implantação de um regime comunista/socialista no Brasil.

Entretanto, ele precisa ser informado de que a democracia não é seletiva. Não pode existir liberdade de expressão “apenas para quem concorda”. Igrejas são formadas por cidadãos que pagam impostos, votam e sofrem os efeitos das leis.

Biblicamente, a participação na vida pública não é opção — é liberdade com responsabilidade.

O profeta Natã confrontou o rei Davi. Elias confrontou Acabe. João Batista confrontou Herodes. Nenhum deles aceitou a tese de que a fé deveria ficar restrita ao templo. A fé que não transforma a sociedade é apenas ritual vazio.

A consciência que todos devemos ter é a de que é a política que decide sobre a vida, sobre a família, a liberdade religiosa, a educação e a justiça; por isso, não podemos aceitar que a Igreja permaneça neutra, sem orientar suas ovelhas sobre os riscos do mal político.

Este, quando determinado a seus propósitos satânicos, se “veste de pastor” para dominar as ovelhas. Então, cabe aos verdadeiros pastores cuidar para que as armadilhas não sejam lançadas sobre a Igreja que devem proteger.

Politicamente, a Constituição brasileira garante liberdade religiosa e liberdade de expressão. Não há cláusula que obrigue pastores, padres ou fiéis a se tornarem mudos diante de projetos de poder. Ao contrário: em uma democracia, todos os segmentos têm o direito — e o dever — de participar do debate público. Silenciar igrejas enquanto se estimula a militância de outros grupos é seletividade ideológica, e não configura defesa do Estado laico.

Estado laico não significa Estado ateu. Significa que o governo não adota uma religião oficial — não que deva hostilizar ou intimidar quem professa uma fé e a expressa publicamente. Quando Lula da Silva critica a influência das igrejas, mas celebra a atuação política de movimentos alinhados ao seu campo, fica evidente que o problema não é a mistura entre fé e política — é a fé que contraria sua agenda. É ameaça direta ao seu projeto de poder.

Cristãos “verdadeiros” não podem aceitar a narrativa de que sua participação é ilegítima. A Bíblia nos ensina que somos “sal da terra” e “luz do mundo” (Mateus 5:13-16). Sal que não salga é inútil. Luz que se esconde debaixo da mesa trai sua missão.

Se decisões políticas moldam o futuro da nação, é dever moral do cristão se posicionar e influenciar aqueles à sua volta. O silêncio, nesses casos, pode ser classificado como omissão mortal ou cumplicidade.

A história mostra que regimes que tentaram empurrar a fé para o silêncio terminaram por restringir também outras liberdades. Quando se começa dizendo à Igreja que ela não deve opinar, termina-se dizendo ao cidadão comum que ele não deve discordar.

A Igreja não pode ser tratada como massa de manobra. Ela deve representar a consciência moral da sociedade. E a consciência não se cala por decreto nem por discurso ditatorial.

Nossa esperança, neste começo do segundo quarto do século XXI, é que nossa fé em Deus possa nos ajudar a romper esses grilhões da ignorância política de um povo que descansa sobre esmolas de um governo que parou no tempo.

Que a luz da sabedoria possa estar presente na mente de todos aqueles que pastoreiam as ovelhas, para que os alertas sejam mostrados e repetidos contra os que pregam as trevas.

O bem deve sempre vencer! Esse precisa ser o foco!

* General Girão é Deputado Federal (PL-RN)

Extremoz está entre os municípios que mais investem em saúde e educação no RN

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O município de Extremoz figura entre os que mais investem em áreas essenciais no Rio Grande do Norte. De acordo com dados oficiais dos sistemas federais de acompanhamento orçamentário, a cidade ocupa atualmente a 5ª colocação no ranking estadual de investimentos em saúde e a 6ª posição em investimentos na educação infantil.

Os números constam nos rankings divulgados pelo GovFácil, com base em dados do SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde) e do SIOPE (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação). No levantamento mais recente, Extremoz aparece entre os primeiros colocados entre dezenas de municípios potiguares avaliados.

Na saúde, o município alcançou um índice de 32,68%, ficando entre os cinco maiores investimentos proporcionais do Estado. Já na educação infantil, Extremoz registrou 50,18%, garantindo a sexta colocação no ranking estadual.

“Os dados reforçam a prioridade da nossa gestão em áreas estratégicas, com foco na ampliação de serviços, fortalecimento da rede pública e melhoria da qualidade de vida da população”, destaca a prefeita Jussara Sales.

TJ restabelece post de Flávio Bolsonaro chamando o PT de ‘Partido dos Traficantes’

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O desembargador Eustáquio de Castro, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), restabeleceu o direito constitucional da liberdade de expressão e determinou que seja mantido publicado, até julgamento o post em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chama o PT de “Partido dos Traficantes”. Como é frequente, o PT obteve decisão de primeira instância determinando a censura ou retirada do conteúdo de sua mensagem, mas o desembargador a reverteu.

O senador fez a publicação quando da megaoperação policial nos morros do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, em que os agentes de segurança foram recebidos a bala por bandidos fortemente armados. Como os policiais são treinados para esse tipo de combate, mais de uma centena de bandidos acabaram mortos.

Na ocasião, o PT e o governo Lula não lamentaram a morte de vários policiais, optando por criticar a operação e atacar a iniciativa das autoridades de segurança do Rio de Janeiro. Revelou-se depois que o governo Lula negou ajuda solicitada pelo governo de Cláudio Castro para o enfrentamento dos bandidos.

O PT chegou a obter ordem judicial para remoção da publicação de Flávio Bolsonaro, que reagiu indignado ao papel do PT e de Lula no episódio aprovado por mais de 80% da população do Rio de Janeiro e grande parta dpos brasileiros, de acordo com diversas pesquisas divulgadas.

Diário do Poder

Senadora é criticada por debochar da saúde de Bolsonaro

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A senadora Soraya Thronicke (Podemos) voltou a provocar o ex-presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais. Em publicação feita no X neste sábado (21), a parlamentar ironizou os problemas de saúde enfrentados por Bolsonaro, que está preso em Brasília e relatou crises de soluços.

A postagem gerou reação imediata de seguidores, segundo registrou o portal MSemBrasilia.com. Um usuário identificado como Dr. Flu, que se apresenta como médico e torcedor do Fluminense, criticou a conduta da parlamentar.

“A postura de uma senadora não é essa. Brincar com a doença de uma pessoa, muito menos de um ex-presidente. Não votei nele e não gostei da forma como conduziu o país, mas a senhora é muito infantil e desonesta com essa postura”, afirmou.

Em seguida, acrescentou: “Como a senhora sabe, soluço não mata, porém o caso do ex-presidente é uma obstrução intestinal. Por causa da facada e de várias cirurgias, ele desenvolveu aderência intestinal. Obstrução intestinal mata. Acho que a senhora não deveria brincar com essa doença”.

Outro seguidor, identificado como Célio Campos, de Rondônia, afirmou que Soraya foi eleita com apoio de Bolsonaro. “Elegeu-se senadora em nome do Bolsonaro. Pode se candidatar para vereadora que você não ganha. Pare e pense: você sabe o que é certo e o que é errado”, escreveu.

A carioca Clarice da Silva também criticou a publicação. “Tripudiar, debochar de pessoas com problemas. Sua conta vai chegar e vai ser muito cara”, comentou.

Até o fechamento desta matéria, havia perto de 300 manifestações críticas à postagem.

Soraya Thronicke foi eleita senadora em 2018 no contexto da chamada “onda Bolsonaro”. À época, disputava uma das duas vagas ao Senado por Mato Grosso do Sul.

Na reta final da campanha, houve mobilização de eleitores para que votassem na então candidata, com o objetivo de impedir a eleição do ex-governador Zeca do PT. O resultado surpreendeu analistas políticos e adversários, incluindo o então senador Waldemir Moka (MDB), considerado favorito à segunda vaga.

Nos últimos anos, o mandato da senadora tem sido marcado por participação em comissões parlamentares de inquérito. Ela foi relatora da chamada CPI das Bets e integra a CPMI do INSS. Em ambas, sua atuação tem gerado críticas de opositores.

Na primeira, a senadora teve que explicar a relação dela com o lobista Silvio Assis, acusado de pedir propina de R$ 40 milhões a empresas de bets para evitar a convocação pelo colegiado. Eles foram flagrados fazendo compras juntos na loja da grife francesa Louis Vuitton em um shopping de luxo em Orlando, nos EUA (ver aqui).

Já na CPMI, Soraya tem sido fundamental para evitar a convocação de acusados de participar do esquema, ligados ao governo e ao presidente Lula. Foram os casos de Lulinha e do Frei Chico, filho e irmão do presidente (ver aqui e aqui).

Pesquisas

Levantamentos recentes divulgados em Mato Grosso do Sul indicam que Soraya aparece nas últimas posições entre os nomes mais citados como pré-candidatos ao Senado.

À frente dela estão o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), o ex-deputado Capitão Contar (PL), o senador Nelsinho Trad (PSD) e a ministra Simone Tebet (MDB). Também aparece atrás do deputado federal Vander Loubet (PT).

Diário do Poder

Ativista LGBT diz que é necessário combater bancada da Bíblia

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Durante o desfile de um bloco de carnaval realizado na última terça-feira (17), em São Paulo, o ativista LGBT Márcio Rolim utilizou a festa para pregar um “combate” à chamada “bancada da Bíblia”, apelido dado à Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional.

Ao se dirigir ao público presente, Rolim afirmou que a festa também tem caráter político e convocou os participantes do bloco Ezatamentchy, tradicionalmente marcado por forte militância LGBT, a se mobilizarem nas eleições de outubro deste ano. Em sua fala, o ativista disse ser necessário combater grupos que ele chamou de bancadas “da Bíblia”, “da bala” e “do gado” do Legislativo.

– A gente tem que lembrar que a gente tem que eleger deputado esse ano. Tem que combater a bancada da Bíblia. Tem que combater a bancada da bala. Tem que combater a bancada do gado – afirmou.

Rolim também incentivou o voto para deputado federal em candidatos que sejam integrantes da comunidade LGBT e que defendam os “interesses” dessa parcela da população.

– Então bora votar em deputado travesti, sapatão e viado. Outubro, todo mundo votando e escolhendo quem defende os nossos interesses – completou.

Pleno News

Lula se envolve em discussão com repórter da Globo em entrevista

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou uma discussão com o jornalista Tiago Eltz, da TV Globo, durante entrevista coletiva realizada neste domingo (22), em Nova Déli, na Índia.

Antes de abrir espaço para perguntas, Lula fez um balanço da viagem oficial e comentou a agenda internacional dos próximos meses, incluindo encontro previsto com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a explanação, o petista afirmou que o Brasil solicitará a deportação de brasileiros envolvidos em ilícitos que estejam vivendo nos Estados Unidos.

– Inclusive, reivindicando mandar para nós os bandidos que estão lá. Brasileiros que cometem crimes, e todo mundo já sabe que cometeu crime, gente que contrabandeava gasolina, está lá. Então, nos mande, para a gente poder mostrar que queremos combater o crime organizado com muita seriedade – declarou.

Minutos depois, ao iniciar sua pergunta, Eltz mencionou que o presidente teria falado em “receber criminosos” no Brasil, no contexto das políticas migratórias adotadas por Trump. No entanto, antes da conclusão do questionamento, Lula interrompeu o repórter imediatamente.

– Você não ouviu isso aqui – respondeu.

Em seguida, o petista contestou a formulação da pergunta.

– Se eu aceito que você faça a pergunta do jeito que você está fazendo, dá a impressão que eu falei isso, e eu não falei isso – declarou.

Após ouvir a pergunta do repórter, Lula disse que não tinha falado em receber criminosos, mas em prendê-los. Em sua resposta, Lula citou como exemplo o bloqueio de 250 milhões de litros de gasolina transportados irregularmente em cinco navios e disse que um dos suspeitos residiria em Miami. Segundo Lula, o governo brasileiro teria enviado informações às autoridades norte-americanas solicitando cooperação.

– É para combater o crime organizado? Então nos entregue nossos bandidos. É isso. Não é a palavra receber, é prender – afirmou.

Pleno News

Senadores já torraram R$2,2 milhões no ‘cotão’

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Os 81 senadores já conseguiram torrar este ano mais de R$2,2 milhões com a Cota de Exercício da Atividade Parlamentar, o “cotão”. Em média foram R$27,2 mil por parlamentar. As despesas, listadas Transparência do Senado, incluem diversos tipos, como o pagamento de condomínio de escritórios, combustível, hospedagem etc. Cada senador tem entre R$37 mil e R$53 mil à disposição, por mês, para gastar como quiser.

Recorde histórico

Ano passado o Senado atingiu a maior despesa da História com o cotão parlamentar: R$35,9 milhões. Média de R$443 mil, por senador.

Não faz um ano

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), aumentou os valores do cotão para senadores (em até 65%) há menos de um ano.

Média não muda

Os 513 deputados federais conseguiram gastar R$13,8 milhões com o cotão desde o início do ano. Em média, foram R$26,9 mil por deputado.

Quarto de bilhão

As despesas da Câmara dos Deputados com o cotão parlamentar no ano passado foram de R$241 milhões.

Diário do Poder

Criança de 3 anos morre após ser atingida por disparos em Bom Jesus (RN)

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Uma criança de 3 anos morreu após ser atingida por vários disparos no início da noite deste domingo 22, no bairro Eco Verde, em Bom Jesus, no interior do Rio Grande do Norte. A mãe da criança também ficou baleada.

De acordo com informações do Via Certa, a criança estava nos braços de uma mulher conhecida como Japa quando foi atingida por cerca de cinco disparos. Eles estavam em frente à casa onde moravam no momento do crime. A criança morreu no local e a mãe foi socorrida para a unidade hospitalar mais próxima.

Equipes da Força Tática estiveram no local, assim como a Polícia Científica. O Tático do 11º e o CIOPAR realizaram buscas pelos suspeitos, mas não localizaram envolvidos até o momento. As buscas seguem e as causas do crime serão investigadas.

Agora RN