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Categoria: fevereiro 13, 2026

Novo relatório sugere que Kurt Cobain, do Nirvana, pode ter sido assassinado

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Quase 32 anos após a morte de Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana, um novo relatório de peritos forenses levanta a hipótese de que sua morte, oficialmente classificada como suicídio em 1994, pode ter ocorrido em circunstâncias diferentes, possivelmente envolvendo homicídio encenado como suicídio, de acordo com um estudo publicado no International Journal of Forensic Science.

Cobain foi encontrado morto em sua casa em Seattle em 5 de abril de 1994, aos 27 anos, com um ferimento de espingarda e uma carta de despedida ao lado. Na época, a investigação oficial concluiu que ele havia tirado a própria vida enquanto lutava contra a depressão e problemas com drogas.

A equipe que revisou a investigação em 2026, liderada pelos especialistas forenses Brian Burnett e Michelle Wilkins, aponta pelo menos dez contradições entre evidências físicas originais e a versão de suicídio. Entre os pontos observados estão a posição do corpo, a ausência de respingos de sangue esperados em uma cena típica de disparo e a interpretação de características da carta de despedida, que, segundo os pesquisadores, pode não ter sido escrita inteiramente por Cobain.

Os peritos também analisaram a autópsia e questionaram se Cobain estaria fisicamente capaz de manusear a arma de fogo na condição em que se encontrava, citando cenários em que incapacitação por overdose teria ocorrido antes do ferimento. Tais análises foram publicadas em um artigo revisado por pares, embora as autoridades responsáveis pela investigação original afirmem que ainda não existem evidências suficientes para reabrir o caso oficialmente.

Portal Dol

Heineken cortará até 6.000 empregos devido à queda na demanda por cerveja

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Heineken anunciou nesta quarta-feira ⁠que irá cortar até 6.000 postos de ⁠trabalho de sua força de trabalho global e definir ‌expectativas mais baixas para o crescimento dos lucros em 2026 do que no ano anterior, uma vez que a cervejeira holandesa ‌e seus concorrentes enfrentam uma fraca demanda.

Os cortes de pessoal representam quase 7% da força de trabalho global de 87.000 funcionários da segunda maior cervejaria do mundo em valor de mercado, que está em busca de um novo presidente-executivo após a renúncia surpresa de ⁠Dolf ‌van den Brink em janeiro.

A fabricante das cervejas Tiger e ⁠Amstel, além da cerveja lager que leva seu nome, prometeu entregar um crescimento maior com menos recursos, na tentativa de acalmar os investidores insatisfeitos que afirmam que ela ficou para trás em termos de eficiência.
Ao mesmo tempo, as vendas em ​todo o setor estão caindo devido às dificuldades financeiras dos consumidores e às recentes condições climáticas adversas.

A rival Carlsberg anunciou que cortaria ​empregos, enquanto outras fabricantes de cerveja e bebidas alcoólicas também estão cortando custos, vendendo ativos e diminuindo a produção após anos de vendas lentas.

As ações da Heineken subiam 4%, tendo subido cerca de 7% desde o final de 2025.

A ‌Heineken afirmou que sua iniciativa de produtividade ​irá gerar economias e reduzir seu quadro global de funcionários em 5.000 a 6.000 postos nos próximos dois anos.

“Estamos fazendo isso para fortalecer nossas operações e ⁠poder investir no crescimento”, ​disse o diretor ​financeiro Harold van den Broek em uma teleconferência com a mídia para anunciar os ⁠resultados anuais da empresa.

Parte dos cortes ​se concentraria na Europa ou em mercados não prioritários com menos perspectivas de crescimento, disse ele, e parte também resultaria de iniciativas anunciadas ​anteriormente voltadas para a rede de fornecimento, a sede e as unidades de negócios regionais da Heineken.

A Heineken ​espera um crescimento mais ⁠lento dos lucros para 2026, entre 2% e 6%, contra o crescimento de 4% ⁠a 8% previsto para 2025. A Carlsberg também previu um crescimento dos lucros para 2026 na mesma faixa na semana passada.

A Heineken também divulgou um lucro operacional orgânico anual acima das previsões, que cresceu 4,4% em 2025, contra as expectativas dos analistas de 4%.

Infomoney

Estupro coletivo de jovem foi tortura para que ela fornecesse informações sobre facção rival

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A investigação da Polícia Civil aponta que a adolescente de 13 anos que sofreu um estupro coletivo, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, foi torturada para fornecer informações sobre uma facção rival. Segundo a polícia, a vítima teria sido confundida com a namorada de um traficante do Comando Vermelho (CV), facção rival do Terceiro Comando Puro (TCP), que domina a comunidade Trio do Ouro, de onde os envolvidos eram. O estupro teria ocorrido durante uma sessão de tortura que tinha como objetivo constranger a menina e fazer com que ela confessasse envolvimento ou fornecesse informações sobre o CV. Quatro pessoas são procuradas pelo crime. Um dos envolvidos já foi preso.

De acordo com as investigações, o crime foi cometido por seis adultos e um adolescente no dia 2 de fevereiro. Um dos suspeitos, Wellington de Medeiros da Silva, de 25 anos, foi preso na semana passada, após sofrer agressões, e outro foi morto. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as circunstâncias desse assassinato.

Ainda há quatro suspeitos foragidos: Samir Luan Evangelista dos Santos, de 28 anos; Matheus Eduardo da Silva Fernandes, de 22 anos; Kalayne Aparecida Nascimento Teixeira, de 20; e Fábio Rayan Santos de Jesus, de 18.

A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Meriti, responsável pelo caso, apurou que a adolescente morava nas proximidades da Trio do Ouro e frequentava o local por ter parentes lá. Após ser confundida com a namorada de um traficante do CV, ela foi submetida ao “tribunal do tráfico”. A adolescente teria sido liberada após um dos bandidos perceber o engano. Segundo a polícia, durante a tortura eles receberam uma ligação que alertou sobre a confusão e a menina foi solta.

A vítima sofreu lesões que a obrigaram a procurar atendimento médico. A Polícia Civil foi comunicada e iniciou as diligências para identificar os envolvidos na violência sexual. A partir da investigação, foram expedidos mandados de prisão para cinco criminosos, inclusive um que já está no sistema penitenciário, e um mandado de busca e apreensão para o adolescente infrator.

Extra

Oposição convoca ato na Paulista pelo “fora Lula, Moraes e Toffoli”

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Parlamentares da oposição convocaram uma manifestação para o dia 1º de março, na Avenida Paulista, em São Paulo, às 14h, com o mote “fora Lula, Moraes e Toffoli”.

A mobilização foi divulgada nas redes sociais por deputados como Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO), que citaram denúncias e escândalos recentes como motivação para o ato.

Em vídeo, Nikolas questionou a tolerância do brasileiro diante de casos de corrupção e supostos conflitos envolvendo autoridades. –Se você é brasileiro, esse vídeo só tem uma pergunta pra você. Qual escândalo precisa acontecer pra que você diga chega?–, disse.

O deputado também citou suspeitas ligadas ao Banco Master e contratos envolvendo pessoas próximas a ministros e integrantes do governo. Nikolas ainda mencionou outras relações do banco com figuras do governo e do Congresso, e cobrou a instalação de uma CPMI para apurar o caso.

– Tá todo mundo vendo isso acontecer, e ainda assim o Alcolumbre, que é presidente do Congresso, se nega a instalar a CPMI pra investigar o Banco Master – declarou.

Já Gustavo Gayer afirmou que a manifestação será um teste de reação popular.

– Chegou o grande teste para saber se o Brasil acordou (…) Veja o que estamos enfrentando, escândalo do Banco Master, escândalo no INSS com o filho do Lula, escândalo do IBGE, escândalo dos Correios, a nossa Suprema Corte destruindo a nossa democracia, e agora é hora de mostrar que não só acordamos, como também estamos dispostos a lutar – disse.

Nikolas também reforçou o tom de cobrança por mobilização.

– Mais do que nunca, chegou a hora da gente acordar mais brasileiros. Mostrar que não vamos ser cúmplices dessa impunidade.

Pleno News

PM apreende quase 300 kg de maconha em quintal de casa em Mossoró

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A Polícia Militar apreendeu cerca de 270 quilos de maconha durante uma ação na comunidade do Jucuri, na zona rural de Mossoró, nesta quinta-feira (12). Três homens, sendo dois irmãos, foram presos durante a ocorrência. A droga estava enterrada no quintal de um casa.

De acordo com a PM, uma equipe foi acionada por populares que informaram que um homem armado estaria amedrontando a população. Inicialmente, no imóvel, ele não foi localizado. No entanto, durante a ação, os policiais visualizaram um suspeito tentando se evadir.

“Enquanto a gente fazia a busca, na casa dos fundos, ele tentou se evadir. Quando a gente entrou, ele estava todo sujo de terra. Quando cavou, encontramos essa droga, além de quatro armas de fogo e uma moto roubada”, detalhou o tenente Fernandes, do 2º Batalhão de Polícia Militar.

Segundo a PM, um dos irmãos já havia sido preso no ano passado com quatro armas de fogo. O outro, que estava com as drogas, foi a primeira prisão dele. “Ele disse que era dele, não sei se por ser primário”, acrescentou o militar.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

Deputado quer impeachment de Toffoli: ‘Brasil está uma podridão’

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O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), reagiu com indignação à revelação de que a Polícia Federal encontrou mensagens no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, indicando pagamentos para empresa do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os dados que motivaram pedido da Polícia Federal pela suspeição de Toffoli no caso do escândalo bilionário do Master expõem “podridão” dos poderes da República, na opinião do parlamentar alagoano que exige o impeachment do ministro.

“O Brasil não aguenta mais esse tráfico de influência. E tem mais ministro envolvido. Nós precisamos esclarecer os fatos e passar os poderes constituídos a limpo. O Brasil está uma podridão. E em Alagoas também não é diferente, infelizmente”, concluiu Alfredo Gaspar, na noite dessa quarta-feira (11), ao tratar o caso como um “terremoto” no Supremo Tribunal Federal.

O deputado que investiga o Banco Master e descontos bilionários em aposentadorias e pensões de brasileiros lembrou já ter denunciado como absurda a decisão do ministro Dias Toffoli de não permitir que a CPMI do INSS tivesse acesso aos dados telemáticos do banqueiro Vorcaro. E reforçou que a relação não institucional entre Toffoli e o dono do Master está explicitada pela PF no pedido de suspeição.

“Falta coragem cívica e independência para o combate à corrupção. Impeachment já!”, protestou o parlamentar.

Ao Diário do Poder, o deputado Alfredo Gaspar reforçou seus argumentos para impor a necessidade de um afastamento definitivo de Toffoli da relatoria do escândalo do Master e do próprio cargo vitalício de ministro do Supremo.

“O Ministro Toffoli tem praticado atos decisórios no Caso Master mesmo tendo plena ciência da sua suspeição/impedimento. O documento enviado pela Policia Federal ao STF é mais uma prova de incompatibilidade do ministro permanecer na Corte Suprema”, defendeu Alfredo Gaspar.

O Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025. E o ministro Dias Toffoli atuou no STF para promover uma acareação e questionar o processo de liquidação que resultou na decisão técnica do BC, que é o órgão independente instituído para o controle e proteção do sistema financeiro nacional.

Nesta quinta (12), Toffoli admitiu ser sócio da empresa Maridt Participações, e ter recebido pagamentos da venda de suas cotas no resort Tayayá para um fundo ligado a Vorcaro. Segundo o ministro, o pedido da PF por suspeição tem como base “ilações”, porque considera a transação legal, anterior à atuação nos processos do Master no STF, e declarada à Receita Federal.

Diário do Poder

Tarcísio pede a ministros do STF domiciliar para Bolsonaro

FOTO: MARCELO CAMARGO

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira (12) que discutiu com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a possibilidade de transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o regime domiciliar.

As reuniões ocorreram na quarta-feira (11), em Brasília, quando o chefe do Executivo paulista se encontrou com os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Nesta manhã, Tarcísio participou do anúncio de investimentos em infraestrutura em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Questionado durante coletiva de imprensa, se havia tratado do tema com integrantes da Corte, o governador respondeu que “quando tem oportunidade sempre leva a questão” e defendeu uma análise “técnica e humanitária”.

“Vocês conhecem minha posição, que também é técnica, porque entendo que o presidente não tem saúde para estar no regime fechado. Ele precisa estar com a sua família para ter a melhor assistência possível. Acho que a gente tem que ter muita consideração com os ex-presidentes da República, é uma coisa que o Brasil precisa aprender. A gente sempre leva os argumentos e vamos trabalhar para que ele possa voltar para casa e ter o máximo de dignidade possível”, afirmou.

Tarcísio também declarou estar otimista quanto a uma eventual progressão de regime.

“Existe um sentimento, que está sendo construído, de que isso é plenamente factível. Nós temos outros casos. O presidente Collor está hoje nessa situação, e nós estamos buscando isso também”, disse.

Diário do Poder

Saída de Dias Toffoli amplia pressão e pode colocar Alexandre de Moraes no centro do caso Master

FOTO: BRENNO CARVALHO

A decisão de Edson Fachin de conduzir a redistribuição do caso Master após a saída de Toffoli abriu um novo capítulo dentro do Supremo Tribunal Federal (STF) e aumentou a tensão nos bastidores da Corte. Segundo apuração da coluna de Malu Gaspar, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, já sinalizou que um novo relatório deverá ser enviado ao tribunal reunindo menções ao nome de Moraes nos materiais apreendidos com executivos ligados ao banco.

O documento, ainda em preparação, reúne diálogos encontrados no celular do empresário Daniel Vorcaro, nos quais o ministro aparece citado em conversas que envolveriam troca de mensagens e referências a pagamentos. A expectativa é que o material avance agora sob a relatoria de André Mendonça, o que muda o cenário em relação ao período em que Toffoli comandava o processo.

Outro ponto que voltou ao centro das discussões envolve um contrato milionário atribuído à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, que teria previsto repasses de R$ 130 milhões para atuação institucional em favor do banco. Até o momento, não há confirmação de serviços prestados que correspondam ao valor mencionado, e nem ela nem Moraes apresentaram explicações públicas detalhadas sobre o acordo.

Nos bastidores do STF, a saída de Toffoli é vista como uma mudança estratégica que pode acelerar investigações e reduzir a influência de alianças internas. Moraes teria sido um dos principais defensores do colega durante as discussões internas que antecederam o afastamento da relatoria, mas a nova fase do inquérito amplia o grau de exposição política e jurídica dentro da Corte.

Com o caso nas mãos de um novo relator e a expectativa de novos relatórios da Polícia Federal, integrantes do Supremo avaliam que a crise institucional ainda está longe do fim — e que os próximos movimentos podem redefinir o peso político do escândalo envolvendo o Banco Master.

Com informações do O Globo