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Categoria: fevereiro 7, 2026

Natal receberá visita da imagem peregrina de São Miguel Arcanjo em evento que deve atrair 30 mil pessoas

FOTO: ARQUIDIOECESE DE MACEIO

A Arquidiocese de Natal receberá, no dia 27 de fevereiro, a visita da imagem peregrina de São Miguel Arcanjo, vinda do Santuário Monte Gargano, na Itália. A iniciativa é do Instituto Hesed, que realiza a peregrinação nacional da imagem como expressão de renovação espiritual. Em cada cidade visitada, a imagem de São Miguel tem reunido milhares de fiéis em momentos de oração, louvor e consagração.

Na capital potiguar, a vigília acontecerá no anfiteatro do campus central da UFRN. A programação vai das 20h do dia 27 até as 6h do dia 28 de fevereiro.

Confira a programação:

20h – Acolhimento solene da imagem peregrina;
20h15 – Missa com a consagração da Arquidiocese a São Miguel Arcanjo;
22h30 – Show com a cantora Eliana Ribeiro;
0h – Intervalo
0h30 – Pregação com a Irmã Maria Raquel, do Instituto Hesed;
1h30 – Terço do combate;
2h30 – Show com o Instituto Hesed;
3h30 – Procissão com o Santíssimo Sacramento;
4h – Rosário da madrugada;
6h – Encerramento.


Peregrinação

O Instituto Hesed, que tem sede em Fortaleza (CE), deu início à peregrinação com a imagem de São Miguel Arcanjo por todas as regiões do Brasil, em 26 de julho de 2025. A imagem veio diretamente do Monte Gargano, na Itália, o mais antigo e importante santuário dedicado ao Arcanjo.

Segundo os religiosos do Hesed, trata-se de um movimento de renovação da fé e reconquista da identidade cristã do país, num tempo em que a presença espiritual do Arcanjo é mais urgente do que nunca.

Camisetas

O evento será gratuito e é aberto a quem deseja participar. Paróquias de várias regiões do Estado já estão organizando caravanas para participar da vigília. Para ajudar a custear as despesas com a organização da visita da imagem de São Miguel, a Arquidiocese de Natal disponibilizou u a venda de uma camiseta, que pode ser adquirida na Catedral Metropolitana e em vários outros pontos autorizados, espalhados pela capital potiguar.

Agora RN

Em um ano de trabalho, Prefeitura do Natal já retirou 38 mil toneladas de resíduos das redes de drenagem

FOTO: SEINFRA

A Prefeitura do Natal, por meio de ação coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), já retirou cerca de 38 mil toneladas de resíduos das redes de drenagem desde o início dos trabalhos, em janeiro de 2025. O serviço é realizado de forma contínua em todas as regiões do município.

As equipes atuam diariamente com oito caminhões ultra vac-all e ultra vac-all recicladores, com capacidade de 20 m³ e 15 m³, além de duas equipes responsáveis pelo mapeamento robótico das estruturas do sistema de drenagem. As ações contribuem para a recuperação operacional da drenagem urbana, por meio de frentes integradas de limpeza, desobstrução e remoção de resíduos.

Ao todo, aproximadamente 38 mil toneladas de resíduos já foram retiradas das galerias pluviais ao longo de cerca de 412 quilômetros da rede de drenagem do município, refletindo diretamente na redução dos pontos de alagamento. Além das redes, mais de três mil bocas de lobo e mais de 550 poços de visita passaram por serviços de limpeza, garantindo a captação das águas pluviais de forma mais segura e eficiente. Paralelamente à limpeza, o sistema de videomonitoramento robotizado permitiu o mapeamento de mais de 125 quilômetros de redes de drenagem, ampliando a base de dados do município.

Para a secretária municipal de Infraestrutura, Shirley Cavalcanti, o serviço tem gerado benefícios significativos para a cidade. “O trabalho de desobstrução das redes de drenagem é um dos grandes avanços que a gestão municipal tem proporcionado à população. Com mais de 400 quilômetros da rede limpa, é possível perceber o empenho em mitigar os alagamentos causados por obstruções indevidas”, destacou.

Além da limpeza, os serviços identificaram cerca de 191 ligações clandestinas de esgoto na rede de drenagem, um problema que compromete o funcionamento do sistema, projetado exclusivamente para receber águas pluviais. As ocorrências foram devidamente registradas e encaminhadas para a adoção das medidas administrativas e operacionais cabíveis.

PF diz que Bolsonaro deve receber cuidados na Papudinha e não precisa ser transferido a hospital

FOTO: GETTY

Uma perícia médica a respeito da saúde de Jair Bolsonaro (PL) indica que o ex-presidente necessita de cuidados especiais na Papudinha, onde cumpre pena, e apresenta risco de queda, mas sem necessidade de transferência para um hospital.

 
O laudo elaborado pela Polícia Federal a pedido do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), conclui que Bolsonaro apresenta doenças crônicas sob controle e recomenda otimizar tratamentos e medidas preventivas por causa do risco de complicações.

Moraes pediu que a defesa do ex-presidente e a Procuradoria-Geral da República se manifestem sobre a perícia.

A expectativa de bolsonaristas é a de que o laudo reforce o pleito da defesa para que o ex-presidente seja transferido para a prisão domiciliar.

As perguntas respondidas no laudo buscam determinar o quadro de Bolsonaro, suas necessidades e se ele precisaria ficar preso hospital penitenciário, o que foi descartado pelos médicos. Moraes havia barrado perguntas com referência à prisão domiciliar.

Em janeiro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) conversou com Moraes e perguntou ao ministro se ele não poderia conceder a Bolsonaro o mesmo benefício dado por ele ao ex-presidente Fernando Collor em maio do ano passado -prisão domiciliar humanitária. Moraes respondeu que Collor foi diagnosticado com Parkinson e tem risco de queda.

O laudo da PF aponta que há risco de que Bolsonaro sofra nova queda, especialmente se não houver vigilância contínua. “[Bolsonaro] apresenta sinais e sintomas neurológicos que aumentam o risco potencial de novos episódios de queda, necessitando de investigação diagnóstica”, diz.

Bolsonaro sofreu uma queda e bateu a cabeça no início de janeiro, quando estava preso na superintendência da Polícia Federal em Brasília. Depois disso e da conversa com Michelle, Moraes transferiu o ex-presidente para uma cela mais espaçosa, na Papudinha.

A visita dos médicos a Bolsonaro na Papudinha, como é conhecido o 19º Batalhão da Polícia Militar em Brasília, localizado no complexo do presídio da Papuda, ocorreu no último dia 20. Eles entrevistaram e examinaram o ex-presidente, verificaram resultados de exames anteriores e inspecionaram as condições do local. A principal queixa de Bolsonaro foi o soluço constante.

Os médicos da PF levantam a hipótese de que o uso combinado de certos medicamentos apresenta relação com o risco de queda.

“O uso concomitante especialmente de medicamentos que atuam no sistema nervoso central e cardiovascular cria, portanto, um cenário farmacológico de risco, no qual os possíveis efeitos adversos -sedação, letargia, tontura, lentificação psicomotora e hipotensão postural- apresentam relação com o risco de queda”, afirma o laudo.

Bolsonaro relatou aos médicos ter sensação de tontura ao mudar de posição e disse que, ao caminhar, precisa se manter concentrado para evitar desequilibrar ou precisa do apoio de outras pessoas.
Os médicos dizem que é “inegável a presença de comorbidades crônicas”, como hipertensão, obesidade clínica, refluxo e apneia (pausa na respiração) obstrutiva do sono grave.

O laudo recomenda uma maior investigação do quadro neurológico do ex-presidente. Enquanto isso, lista cuidados especiais como instalar grades de apoio nos corredores e no box de banho, instalar campainhas de emergência e equipamentos de monitoramento em tempo real na cela, seguir dieta prescrita por nutricionista, além de praticar atividade física e fisioterapia.

Atualmente, Bolsonaro tem uma campainha de emergência próxima à cama e barras de apoio também na lateral da cama e ao lado do vaso sanitário. Ele também faz fisioterapia e acupuntura.
A Papudinha não tem um ambulatório -o mais próximo fica na Papuda, a três quilômetros. Mas Bolsonaro tem especialmente dedicados a ele um médico e uma unidade do Samu durante 24 horas.

Os médicos, porém, criticaram sua alimentação. Bolsonaro toma apenas o café da manhã servido na Papudinha, que tem pão com manteiga e achocolatado. As demais refeições são trazidas por familiares -Michelle costuma postar a preparação de marmitas para o marido, com recados escritos por ela na tampa.

O ex-presidente disse que as marmitas têm “arroz, feijão, uma proteína (carne ou frango) e salada de alface e tomate”.

“Atualmente, o periciado [Bolsonaro] tem uma dieta pobre em frutas, verduras e hortaliças, além de consumir, com frequência, alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares refinados, como biscoitos e bolos, além de não haver nenhum fármaco prescrito para o tratamento da obesidade”, diz o laudo.

O documento descreve ainda a rotina de Bolsonaro, que costuma ir dormir por volta de 22h, acordar em torno de 5h e se levantar às 8h. De manhã, o ex-presidente diz tomar banho, fazer a barba e ler livros. Durante a tarde, ele descansa 20 minutos depois do almoço, assiste a programas esportivos na TV e conversa com o policial de plantão. Suas caminhadas diárias ocorrem no fim da tarde.

A respeito do soluço, Bolsonaro disse que não encontrou ainda solução definitiva e que o remédio atual causa fadiga e “redução da disposição para leitura ou outras atividades”. Ele relatou ainda que as cirurgias feitas em dezembro para amenizar as crises “surtiram pouco efeito”. Durante a visita dos médicos, porém, Bolsonaro não teve soluços.

Bolsonaro disse ainda que seu sono havia melhorado desde que começou a usar em janeiro o aparelho CPAP, uma espécie de máscara para respiração. Em relação a Papudinha, Bolsonaro afirmou ter mais espaço do que na PF e não se incomodar com barulhos.

Os médicos afirmam que não ficou comprovado que Bolsonaro tenha depressão. O ex-presidente relatou que procura se manter equilibrado e que se preocupa com Michelle, sua filha Laura e sua enteada.

A equipe de coordenação espera a participação de cerca de 30 mil pessoas.

Notícias ao Minuto

Mulher dada como morta pelo Samu por engano recebe alta, mas terá longa reabilitação

FOTO: REPRODUÇÃO

Após quase três semanas de internação, Fenanda Cristina Policarpo. 29 anos, que foi atropelada no interior de São Paulo e chegou a ser dada como morta por engano, deixou o hospital, mas ainda enfrenta um longo processo de recuperação. A jovem recebeu alta na tarde desta quinta-feira (5), após passar 19 dias internada, sendo nove deles na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A saída do Hospital de Base ocorreu com Fernanda sendo levada em uma maca. Ela apresenta dificuldades para andar e falar e precisará seguir em tratamento com fisioterapia e acompanhamento especializado para recuperar os movimentos e a autonomia.

O atropelamento aconteceu no dia 18 de janeiro, na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros. Na ocasião, uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a atestar a morte da vítima ainda no local. Minutos depois, no entanto, Fernanda foi reanimada por um médico da concessionária responsável pela administração da via, o que permitiu o socorro e a transferência ao hospital.

De acordo com a equipe médica, Fernanda deu entrada no Hospital de Base em estado gravíssimo. Apesar do quadro inicial, a paciente evoluiu bem ao longo da internação. Segundo o médico intensivista Bruno Rosa, que acompanhou o caso, ela recebeu alta consciente, orientada, sem necessidade de alimentação por sonda e com respostas neurológicas preservadas.

Mesmo com a evolução positiva, o médico explica que a recuperação ainda exige cuidados contínuos. O tratamento agora será focado na reabilitação física, com apoio de fisioterapia e de uma equipe multidisciplinar, fundamental para que a jovem possa retomar plenamente os movimentos e a comunicação.

Lembre o caso

O caso foi registrado no dia 19 de janeiro. A Polícia Militar Rodoviária chegou ao local quando a equipe do Samu já havia deixado a área. Em seguida, o médico da concessionária identificou que a vítima ainda respirava e iniciou o atendimento.

A direção do Samu informou que abriu uma sindicância interna para apurar possíveis falhas no atendimento. A médica que atestou o óbito foi afastada até a conclusão da apuração.

Em entrevista à TV TEM, Adriana Cristina Roque, mãe da vítima, descreveu o desespero vivido no local. Ela criticou o atendimento inicial e disse que não soube em que versão acreditar ao ser informada, primeiro, da morte da filha e, depois, de que ela ainda apresentava sinais vitais.

“Na hora que eu vi a minha filha estirada no asfalto, já coberta com aquele papel alumínio, e eles falaram pra mim que não podia chegar perto. Falaram que infelizmente minha filha já estava morta, já estava sem vida, e eu queria ver, queria ver, eles não deixavam”, contou.

Correio 24h

MPRN firma cooperação para aplicar protocolo “Não é Não” em festas de Caicó

FOTO: DIVULGAÇÃO

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) celebrou um Termo de Cooperação Técnica com órgãos estaduais, municipais e entidades da sociedade civil para viabilizar a aplicação do Protocolo “Não é Não” em eventos festivos de Caicó. A iniciativa, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça do município, tem como base a Lei nº 14.786/2023 e busca reforçar a proteção das mulheres contra situações de constrangimento e violência.

O acordo formaliza a atuação integrada das instituições durante o Carnaval de Caicó, previsto para o período de 11 a 18 de fevereiro, e a Festa de Sant’Ana, que ocorrerá entre 23 de julho e 2 de agosto de 2026. A proposta é garantir que as diretrizes do protocolo sejam efetivamente aplicadas nos principais eventos do calendário local, que atraem grande fluxo de público.

Pelo termo, o MPRN assume a responsabilidade de disponibilizar informações e materiais educativos sobre o Protocolo “Não é Não” aos demais participantes da cooperação. A Promotoria também se compromete a dialogar com as instituições envolvidas quanto à aplicação prática das normas pelas equipes que atuarão nos eventos, além de fiscalizar o cumprimento das obrigações pactuadas em todas as áreas das festividades.

A cooperação reúne a Secretaria de Estado das Mulheres, a Câmara Municipal de Caicó, a OAB – Subsecção Caicó, as secretarias municipais de Educação e de Assistência Social, o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres, a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e a Patrulha Maria da Penha. A articulação busca integrar ações de prevenção, acolhimento e responsabilização, conforme previsto na legislação federal.

Entre as medidas práticas previstas está a instalação de uma sala de atendimento na sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), nas proximidades da Praça da Alimentação. O espaço será destinado ao acolhimento inicial de mulheres em situação de violência, com atendimento realizado por profissionais capacitados. Durante os eventos, também haverá a atuação do ônibus lilás, voltado ao suporte especializado e à orientação das vítimas.

A estratégia inclui ainda ações de caráter preventivo e informativo. Estão previstas a distribuição de materiais gráficos, como adesivos e leques com selos da campanha, contendo orientações sobre como acionar o protocolo. Esses materiais deverão ser afixados em locais de fácil visualização, e as instituições participantes se comprometeram a divulgar informações sobre o “Não é Não” em suas redes sociais ao longo do período de vigência.

No campo da segurança pública e do acesso à Justiça, a Patrulha Maria da Penha atuará de forma articulada com a rede local de proteção à mulher. A Polícia Civil deverá reforçar o atendimento por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher ou de equipes plantonistas. Já a OAB Subseccional de Caicó ficará responsável por assegurar assistência jurídica às mulheres vítimas de violência.

O termo estabelece que não haverá transferência de recursos financeiros nem doação de bens entre os partícipes. Cada órgão utilizará suas próprias estruturas, equipes e atribuições para executar as ações previstas. A vigência inicial do acordo é de seis meses, contados a partir da publicação oficial, com possibilidade de prorrogação ou alteração por meio de aditivos.

Para acompanhar a implementação do protocolo, estão previstas reuniões periódicas de avaliação entre os órgãos envolvidos e a 1ª Promotoria de Justiça de Caicó. O descumprimento das cláusulas estabelecidas poderá resultar na rescisão imediata do termo por qualquer uma das partes.

Agora RN