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Categoria: janeiro 28, 2026

Acidente com ônibus que saiu do RN para São Paulo deixa uma pessoa morta na Bahia

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Um acidente envolvendo um ônibus que saiu de Patu, no interior do RN, para São Paulo, deixou um idoso de 84 morto e 11 pessoas feridas. O sinistro aconteceu na madrugada desta terça-feira (27), na BR-116, no município de Irajuba, no sudoeste da Bahia.

A vítima que morreu foi identificada como Luiz Amacleto, que era paraibano. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o ônibus tombou quando passava pelo km 597 da rodovia federal. A pista estava molhada no momento do acidente.

Os passageiros que ficaram feridos foram socorridos para um hospital em Jequié. O estado de saúde deles não foi atualizado. Ainda não se sabe o que provocou o acidente.

Portal da Tropical

Corpo de militar desaparecido há cinco dias é encontrado em trilha na Zona Sul de Natal

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O corpo de João Bosco Dantas, de 58 anos, militar aposentado do Exército que estava desaparecido há cinco dias, foi encontrado nesta terça-feira 27 no Morro da Bacia, caminho que leva à Via Costeira, no bairro de Morro Branco, na zona Sul de Natal. A identificação foi confirmada pela Polícia Científica.

João Bosco estava desaparecido desde a manhã da última quinta-feira 22, quando saiu do apartamento onde mora, no bairro de Nova Descoberta, e não retornou para casa. As informações são do g1 RN.

O corpo foi localizado por mulheres que fazem trilha diariamente na região. Segundo relatos, desde a segunda-feira 26 era sentido um forte odor no local. Nesta terça-feira, o cheiro se intensificou e elas viram urubus, seguindo as aves até encontrarem o corpo.

Entenda

De acordo com familiares, João Bosco saiu de casa usando boné, tênis e mochila, sem carteira e sem celular. Testemunhas informaram que ele tinha sido visto pela última vez em uma rua que dá acesso à avenida Amintas Barros, nas proximidades do Cemitério de Nova Descoberta.

Uma das hipóteses levantadas pela família é que ele tenha entrado em uma das trilhas existentes na região próxima ao estádio municipal Agripinão, área que liga os bairros Nova Descoberta e Morro Branco.

João Bosco era defensor de causas ambientais e praticante de atividades ao ar livre. Ele participava do projeto de plantio de mudas “Arboriza Natal” e integrava grupos culturais, como o Pau e Lata.

A família relatava a possibilidade de que ele tivesse se perdido na mata ou passado mal durante uma caminhada. Apesar de conhecer as trilhas do Parque das Dunas, um episódio anterior preocupava os parentes, já que, em outra ocasião, João Bosco ficou cinco dias desaparecido após entrar na área de mata.

“Ele é militar do Exército e conhece toda essa mata, todas as trilhas. A gente acredita que ele esteja desorientado, porque ele passa por problemas de saúde atualmente, então pode ter tido um lapso de memória. A gente não sabe nada. A única certeza é que ele está precisando de ajuda em algum lugar, que ele é uma pessoa do bem. Quem o encontrar pode nos chamar que a gente vai a onde ele estiver”, afirmou Laércio Cardoso, assessor parlamentar.

O caso será apurado pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias da morte.

Agora RN

Prefeito de Ielmo Marinho é preso sob acusação de liderar facção criminosa

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta quarta-feira (28), a Operação Securitas, que resultou na prisão em flagrante do prefeito de Ielmo Marinho, município da Grande Natal. A ação investiga a atuação de uma organização criminosa com ramificações políticas e envolvimento de integrantes das forças de segurança, com diligências realizadas em Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim.

De acordo com as investigações, iniciadas em 2023, o grupo seria estruturado para intimidar adversários políticos e cometer outros crimes, contando com um núcleo armado e influência político-administrativa. O prefeito é apontado como líder da organização, que também teria entre seus integrantes ocupantes de mandato legislativo e um policial militar.

O caso ganhou força após uma ocorrência registrada na Câmara Municipal de Ielmo Marinho, onde homens armados estariam atuando como segurança privada de um parlamentar, supostamente para intimidar opositores. Na ocasião, a polícia apreendeu armas, munições — inclusive de calibres restritos — e outros materiais, reforçando a suspeita de atuação criminosa organizada.

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, o prefeito foi preso em flagrante por embaraço à investigação, após tentar ocultar provas ao arremessar dinheiro e um aparelho celular para fora de sua residência. A operação contou com a atuação conjunta do Ministério Público do RN e o apoio da Polícia Militar, e tem como foco aprofundar a apuração de crimes como porte ilegal de arma, milícia privada e organização criminosa.

Blog do BG

Foragido por estupro no RN é preso dentro de academia no Distrito Federal

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Um homem de 39 anos, foragido da Justiça do Rio Grande do Norte por estupro de vulnerável desde dezembro de 2025, foi preso dentro de uma academia no Riacho Fundo 2, no Distrito Federal, onde trabalhava realizando serviços gerais. A prisão ocorreu nesta segunda-feira 26.

A ação foi realizada por policiais civis da 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo), após o recebimento de uma denúncia anônima informando a localização do suspeito.

Segundo as investigações, o homem morava no Riacho Fundo 2 e trabalhava em uma academia da mesma região, onde foi localizado e abordado pelos policiais.

Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Rio Grande do Norte.

Após a captura, o homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao Instituto de Medicina Legal.

Depois disso, ele foi recolhido ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Agora RN

Escritório de Lewandowski “escondeu” do Governo o contrato com o Banco Master

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O Governo Lula, simplesmente, não sabia que o escritório de Ricardo Lewandowski tinha um contrato de R$ 5 milhões com o Banco Master, enquanto ele era ministro da Justiça e Segurança Pública. A informação foi revelada na coluna de Tainá Falcão, da CNN Brasil.

Segundo ela, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negaram que tinham conhecimento prévio sobre o contrato firmado pelo ex-ministro.

Nos bastidores, ministros do Planalto buscam minimizar o episódio após revelações de que o escritório de Lewandowski prestou consultoria ao banco enquanto ele ainda estava no Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A CNN, porém, apurou que a existência de um contrato com o Banco Master é apontado por integrantes do governo como um dos motivos que apressou o pedido de demissão de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça. Ele deixou a pasta no último dia 10 de janeiro.

Com a repercussão do caso, Lewandowski divulgou nota em que confirma que prestou serviços ao banco, mas sem detalhar o período de contrato.

No Planalto, ministros negam que Lula teve conhecimento do contrato no momento da nomeação de Lewandowski e defendem não haver conflito de interesse no caso, uma vez que o vínculo teria sido encerrado antes da posse no MJ.

Em país sério, caso Master derrubaria o governo, diz Mourão

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O senador Hamilton Mourão (Rep-RS) afirmou que o Brasil vive um processo de “normalização e minimização de absurdos” após o enfraquecimento das políticas anticorrupção, ao comentar as revelações sobre contratos firmados entre o Banco Master e o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski.

Segundo Mourão, em um país com instituições mais rígidas, o episódio teria potencial para provocar uma grave crise política, “talvez até a queda do governo”.

“O caso do Banco Master, em um país sério, iria causar uma verdadeira hecatombe. Mas aqui, lamentavelmente, vê-se que o banco pagava muita gente do governo, que hoje busca enterrar o assunto”, declarou o senador.

Para Mourão, princípios constitucionais da administração pública vêm sendo sistematicamente ignorados. “Cadê a impessoalidade? Cadê a publicidade? Cadê a moralidade?”, questionou.

As declarações ocorrem após reportagem do Metrópoles, revelar que Ricardo Lewandowski recebeu cerca de R$ 6,5 milhões do Banco Master, instituição controlada pelo empresário Daniel Vorcaro.

Desse total, aproximadamente R$ 5,25 milhões teriam sido pagos enquanto Lewandowski já exercia o cargo de ministro da Justiça no governo do Lula (PT).

De acordo com a reportagem, Lewandowski foi contratado pelo Banco Master para prestar serviços de “consultoria jurídica e institucional de caráter estratégico”, mediante pagamento mensal de R$ 250 mil.

O contrato foi firmado em 28 de agosto de 2023 e os pagamentos seguiram até setembro de 2025, período no qual ele permaneceu quase dois anos no comando do Ministério da Justiça, pasta à qual a Polícia Federal é subordinada.

Ainda segundo as informações divulgadas, o contrato não teria sido rescindido após a nomeação de Lewandowski para o ministério, em janeiro de 2024. Como consultor, ele participava do Comitê Estratégico do Banco Master, embora, conforme o site, tenha comparecido a apenas duas reuniões.

A reportagem aponta também que a contratação de Lewandowski pelo banco ocorreu a pedido do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), que teria articulado ainda a contratação do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega pela mesma instituição financeira.

Ao assumir o cargo no governo, Lewandowski deixou o escritório de advocacia do qual eram sócios seu filho, Enrique Lewandowski, e sua esposa, Yara de Abreu Lewandowski.

Para Mourão, o caso simboliza um ambiente de tolerância com práticas que, em sua avaliação, deveriam ser rigorosamente apuradas.

“Não se trata apenas de um contrato privado, mas de uma relação que envolve conflito de interesses e atinge diretamente a credibilidade das instituições”, afirmou o senador.

Diário do Poder

Conversas interceptadas pela PF citam suposto repasse de R$ 60 mil para Allyson Bezerra

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A megaoperação que teve como um dos alvos o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, ganhou destaque nacional e está repercutindo na mídia desde as primeiras horas desta terça-feira (27). Em uma reportagem da TV Globo, a repórter Amanda Melo revelou detalhes de conversas acessadas pelos investigadores, e que apontam para um suposto repasse de propina em pagamento de um contrato no valor de R$ 400 mil.

Dos valor total da ordem de pagamento, a investigação aponta que apenas R$ 140 mil foi, de fato, destinado ao objeto do contrato, que é a compra de materiais médicos destinados a hospitais públicos. O resto do dinheiro teria sido dividido em comissão entre a empresa, uma mulher ainda não identificada, e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra.

O nome do político mossoroense surgiu em diálogos interceptados entre sócios de uma empresa investigada. De acordo com o apurado pela polícia, além dos R$ 140 mil usados para a compra dos insumos hospitalares, outros R$ 130 mil seriam destinados como comissão para os sócios, R$ 40mil para uma mulher ainda não identificada, R$ 30 mil para a empresa e R$ 60 mil destinados ao prefeito de Mossoró.

Operação Mederi

O esquema é alvo da Operação Mederi, deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Federal (PF), com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU), e que cumpriu 35 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a investigados por desvios de recursos públicos na saúde em cidades do Rio Grande do Norte. Um dos alvos de mandados foi o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), que teve um celular, um computador e dois HDs apreendidos em sua residência.

A investigação aponta que o esquema funcionava por meio de contratos para a compra de materiais médicos destinados a hospitais públicos. Segundo a PF, foram encontrados indícios de superfaturamento e pagamento por produtos que nunca chegaram a ser entregues. Em um dos endereços visados, os agentes localizaram dinheiro em espécie escondido dentro de uma caixa de isopor.

A defesa de Allyson Bezerra afirmou, por meio de nota, que não há qualquer elemento que vincule pessoalmente o prefeito ao caso e ressaltou que ele não sofreu medidas restritivas, permanecendo no exercício do cargo.

Novo Notícias

Apreensão da PF em operação de desvio de recursos da saúde no RN sobe para R$ 251,5 mil

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O valor apreendido pela Polícia Federal durante a operação que investiga desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde subiu para R$ 251,5 mil. Ao todo, também foram apreendidos 33 celulares, 34 dispositivos eletrônicos — entre notebooks, HDs e tablets —, além de quatro veículos e 117 documentos.

A ação teve como alvos os municípios de Mossoró, Serra do Mel, Tibau, Paraú, São Miguel e José da Penha, todos localizados na região Oeste do Rio Grande do Norte.

As investigações apontam indícios de irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública de saúde, envolvendo empresas sediadas no Rio Grande do Norte que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados.

A Polícia Federal informou que as auditorias identificaram falhas na execução contratual, incluindo indícios de não entrega de materiais, fornecimento inadequado e sobrepreço.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, também sofreu mandados de busca e apreensões na própria residência nesta terça-feira (27). Dele foram apreendidos um telefone celular, um notebook e dois HDs pessoais.

Portal 98 FM