SELO BLOG FM (4)

Categoria: janeiro 21, 2026

Styvenson sondou nomes para vice antes de especulações sobre candidatura ao governo do RN

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Antes dessa onda de especulações sobre articulação do senador Rogério Marinho (PL) para o também senador Styvenson Valentim (PSDB) desistir da reeleição e disputar do governo do Rio Grande do Norte, movimentos discretos já ocorriam nos escaninhos.

Quem me ouviu no Jornal das 6, da 96FM, ou viu no YouTube, e leu aqui no BZN, soube que ele enviou interlocutores para sondar pessoas sobre serem vice numa possível disputa dele ao Executivo. indicam que Styvenson chegou a enviar interlocutores para sondar possíveis nomes para a vaga de vice em uma eventual chapa majoritária.

Os sondados não têm mandato eletivo, mas circulam com bom trânsito na seara política, com reconhecimento em gestão pública, coragem, determinação e conhecimento jurídico. Conjuntos substancioso.

Se bem que não creio muito que Styvenson deixe uma candidatura certa para o Senado, que Agenor Maria chamava de céu, para arriscar uma eleição pro governo de um estado falido.

BZN

PL confirma Álvaro Dias como candidato ao Governo do RN em coletiva às 10h

FOTO: DIVULGAÇÃO

O senador Rogério Marinho (PL), presidente estadual do Partido Liberal e líder da oposição no Senado Federal, convocou uma entrevista coletiva para esta quarta-feira (21), a partir das 10h, em que vai confirmar Álvaro Dias como candidato do grupo liderado por Marinho, Styvenson Valentim e Paulinho Freire.

A coletiva acontece na sede do PL do Rio Grande do Norte, em Natal, em um momento decisivo das articulações políticas da oposição potiguar. Todos os detalhes da coletiva, análises e informações de bastidores você acompanha no programa Meio-Dia RN, desta quarta-feira, com BG.

Blog do BG

Após Tarcísio, Bolsonaro pede para receber Rogério Marinho na Papudinha

FOTO: VALTER CAMPANATO

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu autorização ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes nesta terça-feira (20/1) para receber o senador Rogério Marinho (PL-RN) no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. O ex-presidente está no local desde a última quinta-feira (15/1).

Entretanto, Bolsonaro sugeriu a Moraes que Marinho lhe visite na próxima segunda-feira (26/1), dia em que não são permitidas visitas à Papudinha. Desde que deixou a Superintendência da Polícia Federal (PF), o ex-presidente pode ser visitado apenas às quartas e às quintas-feiras, das 8h às 10h, das 11h às 13h e das 14h às 16h.

Caso Moraes negue a visita de Marinho no dia 26, Bolsonaro indicou uma data após o dia 30 de janeiro como alternativa. “Tal pedido de data alternativa justifica-se em razão de procedimento cirúrgico (hérnia) ao qual o referido senador será submetido, fato que inviabilizará seu comparecimento no período intermédio”, alegou a defesa do ex-presidente.

Bolsonaro pediu autorização a Moraes para receber Marinho horas depois de o ministro autorizar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a visitá-lo na próxima quinta (22/1), entre 8h e 10h. O encontro será o primeiro entre o ex-presidente e Tarcísio desde o lançamento da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

Além de Tarcísio, Moraes autorizou o pré-candidato ao Senado por Roraima Bruno Scheid (PL) e o irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) Diego Torres a visitarem Bolsonaro também na próxima quinta, das 8h às 10h. O cunhado do ex-presidente é próximo ao governador de São Paulo, de quem foi assessor especial entre janeiro de 2023 e novembro de 2025.

O Tempo

Polícia prende dois homens em Parnamirim suspeitos de abusos contra criança

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A Operação Infância Protegida em Parnamirim resultou na prisão de dois suspeitos na manhã desta terça-feira (20) no bairro Liberdade, na Região Metropolitana de Natal. A ação foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte em cumprimento a decisões da Vara da Infância e Juventude do município.

Os dois homens são investigados por descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência concedidas em favor de uma criança de nove anos de idade. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos, maior de idade, teve mandado de prisão preventiva expedido, enquanto o outro, que à época dos fatos era adolescente, teve a internação provisória decretada.

As investigações apontam que os dois são suspeitos de praticar abusos sexuais contra a criança, crimes previstos no artigo 25 da Lei nº 14.344/2022, conhecida como Lei Henry Borel. Em razão da gravidade dos fatos, a Justiça havia determinado a proibição de qualquer contato com a vítima.

De acordo com a apuração, no entanto, os investigados não vinham cumprindo as determinações judiciais, o que motivou a expedição das ordens de prisão e de internação.

A Lei Henry Borel, promulgada em maio de 2022, criou mecanismos específicos para a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra crianças e adolescentes. A legislação prevê medidas protetivas de urgência, procedimentos diferenciados de investigação e ações integradas para a proteção das vítimas.

A Polícia Civil informou que a Operação Infância Protegida tem como objetivo intensificar o combate à violência contra crianças e adolescentes, garantindo o cumprimento das decisões judiciais e a proteção integral das vítimas.

A instituição reforçou ainda a importância da colaboração da população e informou que denúncias anônimas podem ser feitas por meio do Disque Denúncia 181.

Ponta Negra News

PT admite negociação avançada e abre caminho para Larissa Rosado ser vice de Cadu Xavier

FOTO: REPRODUÇÃO

A presidente estadual do PT no Rio Grande do Norte, Samanda Alves, confirmou que estão em curso negociações para que a ex-deputada Larissa Rosado (PSB) componha a chapa como vice de Cadu Xavier. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Tamo Junto, da 88FM.

Em conversa com a FM Universitária, nesta segunda-feira (19), Samanda afirmou que o diálogo entre os partidos evoluiu e que o nome de Larissa está no centro das articulações políticas para a formação da chapa majoritária.

Apesar do avanço, a dirigente petista ponderou que ainda não há definição oficial. “Não existe definição ainda, mas a ex-deputada Larissa Rosado está em pleno diálogo conosco”, disse a parlamentar.

Larissa Rosado, que atualmente preside o PSB no estado, é vista como um nome estratégico para ampliar alianças e fortalecer o projeto político encabeçado por Cadu Xavier, sobretudo na construção de uma frente mais ampla para a disputa eleitoral.

Com informações do Novo Notícias

Rogério Marinho retira pré-candidatura e anuncia apoio a Álvaro Dias para o Governo do Estado

FOTO: TIAGO REBOLO

O senador Rogério Marinho (PL) anunciou, nesta quarta-feira 21, a retirada de sua pré-candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte e o apoio ao ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) para liderar a chapa da direita na disputa estadual de 2026. O posicionamento foi apresentado durante entrevista coletiva na Casa do PL-RN, em Lagoa Nova, na Zona Sul de Natal.

Um dos principais líderes da oposição no Estado, Rogério reuniu a imprensa para comunicar sua decisão sobre o processo eleitoral. A retirada ocorre após um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para que o senador participe da coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, o que o afasta da disputa local.

Na véspera do anúncio, Rogério Marinho manteve conversas com Álvaro Dias e com o senador Styvenson Valentim, ambos cotados para assumir a candidatura ao governo pelo grupo. A definição prevê que quem não encabeçar a chapa dispute o Senado, com o PL indicando o outro nome. Em 2026, dois senadores serão eleitos por estado. Álvaro é apontado como o principal nome da direita para a disputa ao Executivo estadual.

Além da composição da chapa, Rogério Marinho também deve comentar a provável eleição indireta no Rio Grande do Norte, prevista para abril, após as renúncias anunciadas da governadora Fátima Bezerra e do vice Walter Alves. Com a dupla vacância, a Assembleia Legislativa escolherá governador e vice para concluir o mandato até 5 de janeiro de 2027, com possibilidade de reeleição em outubro para um novo mandato de quatro anos.

Em entrevista à TV Agora RN, em dezembro, Álvaro Dias afirmou que o grupo estaria unido em 2026, incluindo o prefeito de Natal, Paulinho Freire. “Eu, Rogério, Styvenson e Paulinho Freire vamos estar juntos nessa próxima eleição. Não haverá dissensão, não haverá divergência, não haverá ruptura nesse grupo. Nós temos um acordo de caminhar juntos e vamos caminhar juntos. Não haverá rompimento”, enfatizou o ex-prefeito.

Na segunda-feira 19, Rogério Marinho publicou um vídeo nas redes sociais sinalizando a retirada da pré-candidatura em função do pedido de Bolsonaro. Na gravação, ele fala em “lealdade” e “gratidão” ao ex-presidente e em “colocar o Brasil acima de projetos pessoais”. “Gratidão e lealdade não prescrevem. Precisamos colocar o Brasil acima de projetos pessoais, como nos mostrou Bolsonaro. Agora, é hora de unir esforços para derrotar o projeto de poder de Lula e PT, seguindo a decisão do PR Jair Bolsonaro e elegendo Flávio Bolsonaro Presidente da República!”, escreveu na legenda.

No vídeo, o senador afirma: “Na hora em que o presidente Bolsonaro anuncia que tem uma candidatura, a lealdade não prescreve, a gratidão não prescreve. O Bolsonaro colocou para o Flávio que a candidatura era dele, até para unificar a direita, para que nós possamos preservar o seu legado.”

Rogério Marinho também declarou que a escolha de Flávio Bolsonaro “unifica o campo da direita” e projetou a ampliação do diálogo. “Agora nós vamos buscar atrair o centro e o centro-direita”, afirmou.

O senador reforçou ainda o alinhamento partidário. “Na hora em que o principal representante do nosso partido tomou essa decisão, todos nós estaremos juntos, e o projeto é fazer com que nós possamos derrotar o presidente Lula. Então nós, evidentemente, vamos ter a oportunidade e o cuidado de mostrarmos à sociedade brasileira, em especial ao povo brasileiro, de que maneira nós pretendemos administrar o país, que é justamente na contramão do que é colocado em prática pelo PT”, enfatizou.

Ele concluiu: “É evidente que, num passado muito recente, nós vimos o que é que isso resultou, na maior catástrofe econômica e moral que o país foi impactado nos últimos 80, 90 anos, desde 1948. Então a gente não quer repetir isso.”

Agora RN

Walter Alves libera cargos do MDB e governo avalia impacto político no RN

FOTO: EDUARDO MAIA

O vice-governador Walter Alves (MDB) comunicou à governadora Fátima Bezerra (PT) que os cargos comissionados indicados por ele no governo estadual estão à disposição do Executivo. A sinalização abre espaço para eventuais mudanças na estrutura administrativa e ganha peso no momento em que o governo enfrenta pressões internas e cálculos políticos mirando as eleições de 2026.

Na prática, Walter deixou claro que a governadora tem liberdade para manter ou substituir os indicados do MDB. O gesto ocorre em meio a conversas de bastidores sobre o futuro da aliança entre PT e MDB no RN, especialmente diante da possibilidade de apoio do partido à candidatura de Fátima Bezerra ao Senado.

Esse cenário coloca em xeque a permanência de quadros do MDB em cargos estratégicos do governo. Apesar da cobrança de setores do PT por uma reformulação mais ampla, aliados avaliam que eventuais exonerações precisam ser analisadas à luz das negociações políticas em curso.

Espaços estratégicos

Atualmente, o MDB ocupa posições consideradas sensíveis na estrutura estadual. Um dos principais exemplos é a presidência da Caern, órgão de grande peso administrativo e político. O partido também comanda a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), hoje sob responsabilidade de Alain Silveira.

Outro posto de destaque é a Secretaria de Articulação Política, ocupada por Luciano Santos. A pasta é central na relação do governo com prefeitos, deputados e lideranças regionais, o que amplia a atenção sobre o papel político exercido pelo secretário em um contexto de alianças em movimento.

O MDB também indicou o titular da Secretaria de Recursos Hídricos, Paulo Varella, e mantém presença em outros níveis da administração estadual. A soma desses espaços reforça a influência do partido no governo e ajuda a explicar a cautela nas decisões sobre mudanças imediatas.

Novo Noticias

Allyson Bezerra faz acordão com oligarquias e se une a Alves e Maia

FOTO: REPRODUÇÃO

“A notícia no Rio Grande do Norte é o fechamento da chapa, Alves, Maia e Rosados. É mais um acordão com o objetivo de eleger seus filhos, seus sobrinhos e de reeleger os seus apadrinhados políticos. Eles não fazem política nem para mim, nem para você. Não fazem política para o povo do Rio Grande do Norte. Fazem exclusivamente para suas famílias e para os seus grupos políticos. Eu me chamo Allyson Bezerra e não estou no lado das oligarquias. Não estou do lado de quem discute o futuro do nosso estado a portas fechadas. Eu estou do lado de quem acredita em mudança. (…) E você, de que lado está?”

Por mais incrível que possa parecer, o trecho transcrito acima pertence ao então neófito na política, em 2018, o candidato a deputado estadual Allyson Bezerra, servidor da Ufersa, presidente do Sindicato dos Técnicos da Universidade, em um dos seus primeiros vídeos virais.

Foi assim que ele entrou na política: abominando as oligarquias que detinham o poder no RN há décadas.

Cortando para 2026, oito anos depois, o político “independente” mudou totalmente os princípios e agora faz parte do acordão que ele tanto criticava: uniu os tradicionais Alves e Maia em torno do seu nome. Após a nota divulgada nesta segunda-feira (20) por José Agripino Maia (UB), João Maia (PP) e Zenaide Maia (PSD), em boas-vindas a Walter Alves (MDB), em torno do projeto de pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado, a fala do prefeito de Mossoró deveria ser: “Eu me chamo Allyson Bezerra e estou no lado das oligarquias!”.

A aliança política que deverá unir as famílias outrora opostas no mesmo palanque de Allyson foi todo feito a portas fechadas, da forma como ele antes desprezava. Fora as notas oficiais divulgadas no começo da semana pela Federação União Progressistas e por Walter Alves, nenhuma das partes fez qualquer declaração oficial ou concedeu entrevista sobre as conversas que ocorrem há meses para definir o futuro do Rio Grande do Norte.

A consolidação desse bloco político representa uma inflexão simbólica na trajetória de Allyson Bezerra. No início da carreira, o prefeito de Mossoró construiu discursos de enfrentamento às oligarquias tradicionais da política potiguar. Agora, realiza um movimento que busca ampliar sua competitividade eleitoral e garantir musculatura política para a disputa estadual.

“Eles não fazem política nem para mim, nem para você. Não fazem política para o povo do Rio Grande do Norte. Fazem exclusivamente para suas famílias e para os seus grupos políticos”, citava Allyson, que não rejeita mais a política familiar que ele nominalmente criticou. Mais além, pretende colocar sua própria família na carreira política. Sua esposa, Cínthia Pinheiro (PSD), já foi lançada por ele pré-candidata a deputada estadual, como uma forma de ampliar seus braços de poder também na Assembleia Legislativa.

Segundo a vereadora de Mossoró, Marleide Cunha (PT), para o prefeito, não importam princípios e valores, mas só o desejo de poder. Para isso, ele ressuscitou nomes que já estavam enterrados.

“Primeiro foi eleito deputado combatendo as oligarquias. Aí agora ele se junta com o que tem de maior oligarquia no Estado, que estava enterrada e ele está ressuscitando, que são Agripino Maia e Walter Alves, os Maias e os Alves. Ou seja, Allyson Bezerra vai destruindo todo o discurso com que ele se elegeu, mostrando que para ele não importa princípios, coerências, para ele importa simplesmente o desejo do poder”, afirmou ao Diário do RN.

A parlamentar entende que o comportamento pode ser prejudicial ao povo porque não se importa com o interesse público, mas só preza pelo particular. Marleide relembra que o prefeito age não de forma institucional, mas tratando os opositores como inimigo e prejudicando a população.

“O acordão que ele está fazendo agora vai ter um prejuízo de ter numa gestão pessoas, principalmente ele, que não tem espírito público, que é do tipo que trata qualquer adversário político como inimigo. Aqui em Mossoró hoje, por exemplo, não tem um IERN, porque o prefeito não doou um terreno, enquanto todos os municípios, 11, já tem IERN. É uma briga danada nessa questão do estádio de futebol e o Município só vem se pronunciar para fazer um confronto com o Governo do Estado. Ele só destravou o concurso da educação de Mossoró depois que a governadora convocou 1.607 convocados”, pontuou.
Para a vereadora, o acordão envolvendo Agripino Alves, Walter Maia, Zenaide Maia, João Maia e Allyson Bezerra pode ter os dias contados. “Eu só quero ver agora quem é que vai trair primeiro. Eu acho que é Alisson que vai dar depois uma rasteira em toda essa classe política que está dando a ele um suporte para ser candidato”, concluiu Marleide Cunha.

Diário do RN