8 de janeiro de 2026 às 10:45
8 de janeiro de 2026 às 07:57
FOTO: VINICIUS SCHIMIDT
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na noite desta quarta-feira (7), chamando-o de “negacionista” após a decisão que anulou a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para apurar a assistência médica prestada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A apuração tratava do atendimento após Bolsonaro bater a cabeça em um móvel durante a madrugada na cela e só ser levado ao hospital cerca de 24 horas depois.
Em publicação nas redes sociais, Flávio afirmou que a decisão de Moraes ignora protocolos básicos da medicina e desrespeita a ciência, colocando em risco a vida do ex-presidente. Segundo o senador, exames realizados no Hospital DF Star confirmaram traumatismo craniano leve, o que reforçaria a necessidade de atendimento imediato. Ele também saiu em defesa do CFM, dizendo que a manifestação da entidade é “óbvia” ao priorizar o cuidado com a vida humana acima da burocracia.
Flávio classificou como “inaceitável” o fato de Bolsonaro ter permanecido sozinho durante a noite em uma cela trancada sem acompanhamento médico contínuo e sugeriu que a demora no atendimento poderia ter tido consequências graves. O senador afirmou ainda que a defesa jurídica do ex-presidente busca uma prisão domiciliar humanitária e cobrou um posicionamento do presidente do STF, Edson Fachin, sobre a conduta de Moraes no caso.
Mais cedo, Alexandre de Moraes declarou nula a sindicância instaurada pelo CFM e proibiu a abertura de procedimentos semelhantes, tanto em âmbito nacional quanto estadual. O ministro alegou que o conselho não tem competência para apurar atos da Polícia Federal, apontando “desvio de finalidade” e “ausência de competência correcional”. Moraes também determinou que o presidente do CFM preste depoimento à PF em até dez dias e que o Hospital DF Star envie todos os laudos e exames médicos de Jair Bolsonaro no prazo de 24 horas.
8 de janeiro de 2026 às 10:30
8 de janeiro de 2026 às 06:26
FOTO: TCU
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) anunciou nesta quarta-feira (7) que protocolou uma representação para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue a iniciativa do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, de confrontar a decisão do Banco Central de liquidar o Banco Master.
O senador sergipano considera a conduta do ministro do TCU como “absolutamente inconstitucional”, por arriscar a credibilidade do Banco Central e do sistema financeiro nacional. Porque o ministro tem ignorado as evidências de crimes em fraude de R$ 12,2 bilhões, na instituição financeira investigada pela Polícia Federal, e questiona a decisão técnica do BC motivada por fraudes massivas que chegaram a levar à prisão Daniel Vorcaro, dono do banco.
“Protocolei representação ao PGR pedindo a apuração da conduta do ministro do TCU Jhonatan de Jesus no caso Master, por se tratar de atuação absolutamente inconstitucional do referido ministro, colocando em risco a credibilidade do Banco Central e do sistema financeiro nacional”, comunicou o senador Alessandro Vieira, na rede social X.
Legitimidade exclusiva é do BC
O Master foi liquidado em decisão unânime do Banco Central, em novembro do ano passado. Medida que resultou na Operação Compliance Zero, após o BC e a Polícia Federal evidenciarem que o Master não avaliou a solidez dos ativos, ao comprar falsas carteiras de crédito da empresa Tirreno. Manobra para superar a ausência de liquidez para honrar vencimentos de Certificados de Depósito Bancário (CDBs).
O ministro do TCU tem apontado “indícios de cronologia atípica”, porque a liquidação foi anunciada no mesmo dia em que a PF prendeu Vorcaro.
Porém, em seu posicionamento, o senador Alessandro Vieira sugere que o ministro do TCU afronta a legitimidade exclusiva do Banco Central de atuar com independência constitucional para regular os bancos no Brasil.
8 de janeiro de 2026 às 10:15
8 de janeiro de 2026 às 09:46
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Prefeitura do Assú estruturou um conjunto de ações que transformam a figura da Beata Irmã Lindalva em referência cultural e religiosa do município. Entre 7 e 17 de janeiro, a cidade recebe os festejos da Paróquia Beata Lindalva e São Cristóvão, data que marca o batismo da religiosa e integra o calendário oficial do Rio Grande do Norte.
A mensagem oficial dos festejos convida fiéis, devotos e peregrinos a participarem do momento de fraternidade, devoção e fé. O texto faz referência ao tema do Ano da Juventude e cita o trecho bíblico “Voltaram e contaram o que tinham visto” (Lc 24,33), chamando a comunidade a renovar a fé e testemunhar o amor de Cristo. “Beata Lindalva, intercedei por nós”, conclui a mensagem.
A Lei Nº 10.767, de 2 de setembro de 2020, considera a Festa Comemorativa da Beata Irmã Lindalva como Patrimônio Cultural Imaterial, Religioso e Histórico do Estado. Antes disso, a Lei Nº 9.571, de 24 de novembro de 2011, havia instituído o “Dia Estadual à Memória da Beata mártir Irmã Lindalva Justo de Oliveira”. O martírio ocorreu em 9 de abril, mas a celebração principal acontece em 7 de janeiro, data do batismo.
A Prefeitura decretou ponto facultativo nesta quarta-feira (7) para servidores municipais participarem dos atos religiosos. A gestão municipal apoia os festejos com estrutura e realização de shows ao longo do período. Em 11 de janeiro, Xodó Nordestino se apresenta durante o almoço. Naldo José encerra a programação religiosa no dia 17. A cavalgada do dia 25 traz Priscila Arraso.
“A Beata Lindalva representa a fé, o amor e a devoção do povo de Assú. Trabalhamos para que ela se torne um símbolo reconhecido da nossa cidade, assim como outros municípios têm suas referências religiosas”, afirma o prefeito Lula Soares.
A Prefeitura do Assú também confirmou a III Corrida e Caminhada Irmã Lindalva para 25 de janeiro de 2026. O percurso tem saída da BR-304 e chegada no Santuário, combinando prática esportiva e devoção religiosa. As inscrições estão abertas através da plataforma Cronosport (https://cronosport.com.br/evento/2025/corrida-de-rua/3-corrida-beata-irm-lindalva) ou pelas redes sociais da Prefeitura. A competição oferece premiação em dinheiro para os vencedores.
Ao longo do ano, a Beata Lindalva inspira diversas ações que reúnem a comunidade em torno da fé e da cultura local. Além da festa da paróquia, a corrida e a cavalgada consolidam o calendário de eventos do município. O conjunto de iniciativas busca fortalecer o turismo religioso e cultural de Assú, seguindo o exemplo de cidades que construíram reconhecimento nacional através de suas referências de fé.
8 de janeiro de 2026 às 10:00
8 de janeiro de 2026 às 08:00
FOTO: REPRODUÇÃO
Novas mensagens em posse da Polícia Federal (PF) revelam que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, mandou entregar uma encomenda em um apartamento alugado pelo empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Em 6 de outubro de 2024, o Careca do INSS enviou, para um de seus funcionários, o print de uma conversa com o endereço do prédio residencial em Moema, São Paulo, solicitando que fosse entregue um “medicamento” no local. Em seguida, o lobista acrescenta que a entrega deve ter o nome de Renata Moreira, esposa de Lulinha, como destinatária. A coluna teve acesso às mensagens.
O apartamento onde foi realizada a entrega pertence, no papel, ao empresário Jonas Leite Suassuna Filho, ex-sócio de Lulinha, segundo documentos obtidos pela coluna em cartórios de São Paulo. O prédio fica na rua Juriti, em Moema, bairro da elite paulistana, na região centro-sul.
Procurado, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atuou em outros casos na defesa de Lulinha, disse que o filho do presidente Lula não tem conhecimento da encomenda. “Ele [Lulinha] desconhece, até porque ele próprio não é o destinatário”, frisou. O advogado voltou a negar qualquer relação de proximidade entre o Careca do INSS e Lulinha. Segundo Marco Aurélio de Carvalho, “existe um esforço pirotécnico em tentar envolvê-lo” nos fatos das investigações da fraude do INSS. Procurada, a defesa do Careca do INSS não se manifestou. A reportagem não conseguiu contato com Jonas Leite Suassuna Filho. O espaço segue aberto.
8 de janeiro de 2026 às 09:45
8 de janeiro de 2026 às 06:20
FOTO: REPRODUÇÃO
A Direção Executiva Nacional do MDB decidiu prorrogar, até 15 de março de 2027, o mandato do vice-governador Walter Alves à frente do partido no Rio Grande do Norte. Com a decisão, Walter seguirá presidindo o diretório estadual e terá a responsabilidade de conduzir o MDB potiguar na preparação e organização das Eleições de 2026.
Em anúncio feito nesta quarta-feira 7, o MDB potiguar enfatizou que a prorrogação do mandato já está valendo e “reforça a confiança da direção nacional no trabalho que vem sendo desenvolvido no Estado”.
Ao comentar a decisão, Walter Alves destacou o compromisso com o fortalecimento da legenda e com o futuro do MDB no Estado. “Vamos continuar trabalhando para fortalecer o MDB, agora com a missão de preparar o partido para as eleições deste ano. Agradeço a confiança da direção nacional e de todos que constroem o MDB no Rio Grande do Norte”, afirmou.
A decisão ocorre após Walter Alves ter admitido publicamente, no último dia 19 de dezembro, que poderá não assumir o Governo do Estado em abril de 2026, após a esperada renúncia de Fátima Bezerra (PT) para disputar o Senado. Em uma entrevista no município de Angicos, Walter também não descartou ser candidato a deputado estadual e apoiar a candidatura a governador do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), que faz oposição ao PT.
Como candidato a deputado estadual, Walter Alves precisa ter segurança do controle do partido para construir a chapa de candidatos que darão respaldo à nominata.
No cenário de vacância dupla (renúncia da governadora e do vice), a gestão estadual ficaria a cargo do presidente da Assembleia Legislativa, atualmente o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), ou para o presidente do Tribunal de Justiça, hoje o desembargador Ibanez Monteiro. Ao assumir o cargo, o governador interino teria de convocar nova eleição em até 90 dias para escolha de um governador para um “mandato tampão”.
8 de janeiro de 2026 às 09:30
8 de janeiro de 2026 às 08:46
FOTO: ASSECOM
A governadora Fátima Bezerra (PT) vetou integralmente o Projeto de Lei nº 632/2025, que estabelecia critérios e prazos para o repasse automático aos municípios das cotas do ICMS, do IPVA e de recursos destinados ao Fundeb. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira 8 e devolve a matéria à Assembleia Legislativa para apreciação do veto.
De autoria do deputado Gustavo Carvalho (PL) e aprovado pelo plenário em 10 de dezembro, o texto determinava que as parcelas pertencentes aos municípios fossem creditadas diretamente em contas específicas, com prazos curtos e regras rígidas de movimentação financeira, incluindo a vedação de trânsito temporário dos valores por contas de titularidade do Estado. A proposta também incluía, no mesmo fluxo, os repasses ao Fundeb.
Ao justificar o veto, a governadora citou parecer da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), que apontou contrariedade ao interesse público, insegurança jurídica e contábil e risco ao equilíbrio fiscal. Segundo a pasta, o projeto “extrapola o espaço de conformação normativa conferido aos Estados”, ao inovar em matéria já disciplinada pela Lei Complementar Federal nº 63/1990, que define percentuais e prazos mínimos de repasse, sem interferir na organização do sistema financeiro estadual.
A Sefaz argumenta que o texto cria um “modelo rígido de fluxo financeiro”, com agente centralizador, exigência de trânsito diário dos recursos e saldo zero em conta específica, interferindo na gestão da Conta Única do Tesouro e na autonomia administrativa e financeira do Executivo. Também aponta conflito com o contrato vigente de centralização da arrecadação firmado com o Banco do Brasil, além de potencial desequilíbrio econômico-financeiro e aumento do risco jurídico.
Outro ponto destacado é o impacto fiscal: o projeto, segundo o parecer, ampliaria o risco ao “cristalizar créditos automáticos aos municípios”, dificultaria ajustes, compensações e estornos e transferiria ao Tesouro o ônus de correções decorrentes de arrecadações indevidas, restituições ou decisões judiciais. A Fazenda também critica a inclusão do Fundeb no mesmo regime da repartição tributária, por se tratar de sistema jurídico distinto, regido por normas federais próprias.
Segundo a justificativa do veto, a iniciativa parlamentar invade competência do Poder Executivo ao tratar da organização da arrecadação e da gestão financeira do Estado. Para o governo, cabe ao Executivo, no exercício do controle preventivo de constitucionalidade, barrar normas que comprometam a eficiência administrativa e a autonomia da gestão fiscal.
O projeto
A matéria tinha como objetivo acabar com atrasos nos repasses de valores como o ICMS e o IPVA, além das verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A ideia, segundo o texto da proposta, seria criar um sistema automático, para que as prefeituras não dependessem mais de decisões administrativas do governo estadual para receber os recursos aos quais já têm direito.
De acordo com a Constituição, 25% do que é arrecadado de ICMS e 50% do que é recolhido de IPVA no Estado devem ser repassados às prefeituras, na proporção do que é arrecadado em cada município. Além disso, 20% da arrecadação geral de impostos deve ser destinada ao Fundeb.
O projeto definia que os recursos do IPVA que pertencem aos municípios deveriam ser repassados diariamente, de forma automática, direto para a conta de cada prefeitura. Já os valores referentes ao ICMS deveriam ser entregues semanalmente, até o segundo dia útil de cada semana, considerando a arrecadação da semana anterior. O mesmo processo valeria para o repasse do Fundeb.
Atualmente, os repasses do ICMS precisam ser feitos toda quarta-feira e os do Fundeb devem entrar na quinta-feira. No entanto, o Governo do Estado tem atrasado o pagamento. Já o repasse do IPVA está sendo feito uma vez por mês.
Na prática, significaria que o dinheiro não ficaria “parado” em contas do Governo do Estado antes de chegar aos municípios. Segundo o projeto, a responsabilidade pelo repasse dos valores deixaria de ser apenas do Estado e passaria a ser também do banco que centraliza a arrecadação dos impostos.
O projeto definia ainda que o Governo do Estado deveria divulgar mensalmente quanto arrecadou e quanto repassou a cada município.
8 de janeiro de 2026 às 09:15
8 de janeiro de 2026 às 08:49
FOTO: MARCELO CAMARGO
O Congresso Nacional aprovou o Orçamento da União para 2026 com previsão de superávit de R$ 34,5 bilhões e cerca de R$ 61 bilhões reservados para emendas parlamentares. Para fechar a conta, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu cortes significativos em programas sociais e educacionais, atingindo em cheio políticas voltadas à população de baixa renda.
Entre os principais impactos está o Farmácia Popular, que terá redução de R$ 500 milhões, mesmo em um cenário de alta no preço dos medicamentos. Na área da educação, o Pé-de-Meia — programa criado para incentivar a permanência e a conclusão do ensino médio — também perdeu recursos, assim como as bolsas do CAPS, voltadas à formação de professores, que sofreram corte de R$ 300 milhões. Somados, os ajustes nessas áreas chegam a cerca de R$ 1 bilhão.
Outros programas também foram afetados pelo enxugamento. O Auxílio Gás terá R$ 400 milhões a menos no orçamento de 2026, enquanto benefícios obrigatórios, como seguro-desemprego e abono salarial, sofreram cortes próximos de R$ 100 milhões. As reduções atingem justamente políticas voltadas à proteção social e ao consumo básico.
Para analistas, o movimento evidencia um contraste entre o aperto em programas sociais e o reforço de recursos para emendas parlamentares e o fundo eleitoral, em um contexto de aproximação do calendário eleitoral. O cenário tem gerado críticas sobre as prioridades do orçamento e os possíveis impactos diretos na população mais vulnerável.
8 de janeiro de 2026 às 09:00
8 de janeiro de 2026 às 05:06
FOTO: REPRODUÇÃO
O time espanhol Real Club Deportivo Mallorca compartilhou, nas redes sociais, o momento em que seus jogadores chegam a um estádio para a partida contra o Girona Futebol Clube. A princípio simples, o vídeo chamou a atenção pelo fato de os jogadores estarem usando o mesmo conjunto de moletom da Nike que o ex-governante da Venezuela, Nicolás Maduro, usava ao ser capturado pelos Estados Unidos, no sábado (3/1).
A chegada dos jogadores no estádio Son Moix, na Espanha, para uma partida contra o Girona foi marcada por críticas do público. Os looks usados pelo time foram rapidamente reconhecidos como as vestimentas usadas por Nicolás Maduro no primeiro registro oficial divulgado após sua prisão.
Não demorou muito para que comentários sobre essa coincidência de trajes começassem a aparecer. Alguns escreveram “Venezuela Libre” e outros ironizaram a falta de um jogador no time, referindo-se ao próprio Nicolás Maduro, detido em Nova York desde sua captura.
O agasalho esportivo que Nicolás Maduro usou a caminho dos Estados Unidos após ser capturado foi rapidamente reconhecido pela web. Nos momentos seguintes à divulgação da imagem pelo presidente americano, o conjunto Nike Tech se tornou mais um dos detalhes analisados na fotografia histórica.
Nas plataformas de busca on-line, o modelo teve um aumento significativo em volume de pesquisa. De acordo com a descrição do produto no site da Nike, o conjunto custa US$ 260 (cerca de R$ 1.400). Em poucas horas após a divulgação das imagens, os itens estavam esgotados em diferentes tamanhos.
Não se sabe se Maduro já vestia o conjunto no momento da captura ou se o agasalho foi fornecido posteriormente pelas autoridades americanas. Independentemente da origem, o episódio mostrou a força do marketing involuntário, que impacta o mercado da moda até mesmo em debates e acontecimentos no campo da geopolítica.
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