5 de janeiro de 2026 às 10:30
5 de janeiro de 2026 às 06:00
FOTO: REPRODUÇÃO
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro publicou uma foto ao lado do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), e afirmou que conversava com o “futuro presidente do Brasil”. O encontro ocorreu nos Estados Unidos, onde Flávio está para visitá-lo.
Na imagem, divulgada nas redes sociais, Eduardo aparece conversando com o senador e faz referência ao projeto político da família. Segundo ele, Flávio é pré-candidato à Presidência da República.
– Celebrando a liberação da Venezuela e deixando claro que o nosso sonho de resgatar o Brasil segue mais vivo do que nunca. Ontem com o futuro PR @flaviobolsonaro – escreveu Eduardo na legenda da publicação.
Flávio Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o fim de dezembro. Em publicações recentes, o senador afirmou que a viagem não tem caráter de lazer e que também envolve encontros familiares com seu irmão, cunhada e sobrinhos.
5 de janeiro de 2026 às 10:15
5 de janeiro de 2026 às 10:23
FOTO: REPRODUÇÃO
O presidente deposto da Venezuela Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) deixou na manhã desta 2ª feira (5.jan.2026) a prisão em que está em Nova York (EUA) e foi transportado a um tribunal da cidade norte-americana. A audiência está marcada para as 12h no horário local de Nova York (14h em Brasília).
O venezuelano fez parte do transporte de helicóptero e, depois, foi transferido para um veículo. Estava acompanhado de diversos agentes. Ao sair do helicóptero, Maduro aparentou estar mancando. Além dele, sua mulher, Cilia Flores, também foi levada ao tribunal.
Nesta 2ª feira (5.jan), o juiz deverá tratar de procedimentos iniciais, como leitura formal das acusações, direitos do réu e definição sobre custódia. A medida se dá 2 dias depois de Maduro ser capturado pelas forças norte-americanas, sob o governo de Donald Trump (Partido Republicano).
O venezuelano enfrenta acusações de narcoterrorismo, importação de cocaína para os EUA e crimes relacionados a armas.
5 de janeiro de 2026 às 10:00
5 de janeiro de 2026 às 04:54
FOTO: EFE
Após aterrissar na Base da Guarda Nacional Aérea de Stewart, um aeroporto militar no norte do estado de Nova Iorque, em um Boeing 757 militar vindo de Guantánamo, o ditador venezuelano Nicolás Maduro foi escoltado até um escritório da agência antidrogas americana (DEA) para, por fim, seguir para o Metropolitan Detention Center (MDC), no Brooklyn, a prisão federal onde ficará enquanto aguarda julgamento.
A expectativa é que as audiências comecem nos próximos dias perante um juiz federal em Manhattan, onde, já neste sábado (3), dezenas de pessoas se manifestaram: algumas celebrando a queda do líder e outras pedindo paz para o país sul-americano.
Maduro chega aos Estados Unidos com acusações formais que datam de 2020, quando a Promotoria do Distrito Sul de Nova Iorque o acusou de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos e crimes relacionados a armas automáticas.
Neste mesmo sábado, foi tornada pública uma acusação substitutiva no mesmo tribunal, mantendo as acusações originais baseadas em investigações da DEA, que apontam Maduro como o suposto líder do chamado “Cartel de los Soles”, uma rede vinculada a altos comandos militares venezuelanos que buscava enriquecimento ilícito e a “utilização da cocaína como arma contra os Estados Unidos”.
SOBRE O MDC
O local que abrigará Maduro é a única prisão federal de Nova Iorque e abriga presos provisórios e condenados considerados de alta periculosidade. Segundo informações da unidade, aproximadamente 1.336 pessoas estão detidas atualmente no local.
Inaugurado no início da década de 90, o local é um dos principais centros de custódia para réus que são envolvidos em processos federais de grande repercussão no país. Entre os presos famosos que já ficaram detidos na unidade estão Joaquín “El Chapo” Guzmán, chefe do Cartel de Sinaloa, que ficou no MDC antes de ser condenado à prisão perpétua por tráfico de drogas e outros crimes.
Recentemente, quem também ficou detido no local foi o rapper Sean Combs, conhecido como P. Diddy; e a socialite Ghislaine Maxwell, ex-companheira do predador sexual Jeffrey Epstein. Em 2017, uma figura familiar do público brasileiro ficou preso no MDC: o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin, que morreu em julho do ano passado.
A unidade prisional é comumente descrita como um ambiente de condições consideradas precárias e de controle bastante rígido. As celas, por exemplo, são monitoradas 24 horas por dia, e o contato com o mundo externo é restrito, com visitas seguindo protocolos rigorosos.
5 de janeiro de 2026 às 09:45
5 de janeiro de 2026 às 08:22
FOTO: REPRODUÇÃO
A vereadora Thabatta Pimenta anunciou, nas redes sociais, que protocolou uma representação contra o deputado federal Nikolas Ferreira. Segundo ela, o parlamentar divulgou uma imagem que sugeriria o sequestro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por militares dos Estados Unidos.
Thabatta afirmou que a imunidade parlamentar não pode ser usada para justificar crimes e avaliou que a publicação ultrapassa o campo da provocação política. De acordo com a vereadora, o conteúdo pode violar a Lei nº 14.197/2021, que trata de crimes contra o Estado Democrático de Direito.
A parlamentar também criticou o que chamou de tentativa de normalizar discursos de ódio e condutas ilegais sob a justificativa de humor ou opinião política. Ela disse ainda que seguirá cobrando responsabilização por esse tipo de episódio e que não pretende recuar do que considera a defesa da democracia.
5 de janeiro de 2026 às 09:30
5 de janeiro de 2026 às 06:31
FOTO: MARCELO CAMARGO
Durante a campanha de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu o que chamou de ‘revogaço’. Disse que iria rever decretos de sigilo do governo Jair Bolsonaro e que faria uma gestão transparente.
No entanto, entre 2023 e 2025, o governo Lula não só manteve como ampliou a aplicação de sigilos sobre informações públicas.
Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) e de relatórios independentes indicam a imposição de 3.287 sigilos no período, com restrições que incluem informações sobre viagens oficiais, gastos públicos e dados relacionados a empresários.
Em 2023, primeiro ano do atual mandato, foram registrados 1.339 pedidos de informação classificados com sigilo de até 100 anos. Em comparação, no último ano do governo Bolsonaro, em 2022, houve 1.332 registros do mesmo tipo.
Os levantamentos apontam ainda que 16% dos pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) foram negados na atual gestão.
Com informações da coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder
5 de janeiro de 2026 às 09:15
5 de janeiro de 2026 às 04:44
FOTO: EFE
A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) repudiou neste domingo a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em ato que classificou como “sequestro covarde” e afirmou, em comunicado, que a operação ocorreu “após assassinar a sangue frio grande parte” da equipe de segurança do líder chavista.
No comunicado, lido pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, em uma transmissão do canal estatal “Venezolana de Televisión” (VTV), o alto comando militar venezuelano disse estar “unido e coeso diante da agressão imperial”, como classificou os ataques dos EUA no sábado em Caracas.
A nota diz que Nicolás Maduro é o presidente constitucional do país e exige sua “pronta libertação” junto com a primeira-dama, Cilia Flores, que também foi capturada pelos Estados Unidos.
“O presidente Nicolás Maduro é o autêntico e genuíno líder constitucional de todos os venezuelanos”, reitera o comunicado.
No entanto, o militar reconheceu a decisão da Câmara Constitucional do Supremo Tribunal de Justiça (TSJ), que na noite de sábado ordenou que Delcy Rodríguez, vice-presidente de Maduro, assumisse como presidente interina do país.
Além disso, afirmou que o alto comando apoia “totalmente” o decreto de estado de emergência declarado na véspera, que concede ao Estado poderes especiais para tomar medidas em situações de conflito.
Da mesma forma, o ministro fez um apelo à população para que retome suas atividades econômicas, trabalhistas e também educacionais nos próximos dias.
“O governo bolivariano garantirá a governabilidade do país e nossa instituição continuará empregando todas as suas capacidades disponíveis para a defesa militar, a manutenção da ordem interna e a preservação da paz”, assegurou.
Padrino também ordenou “integrar os elementos do poder nacional” para “enfrentar a agressão imperial, formando um único bloco de combate” para garantir a soberania da Venezuela.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, insistiu neste domingo que Washington irá gerenciar a “direção” que a Venezuela tomará e afirmou que espera que o novo governo venezuelano, agora liderado pela vice-presidente e presidente interina, “tome um rumo diferente do de Maduro”.
No sábado, Rodríguez, também ministra de Hidrocarbonetos, liderou uma reunião do Conselho de Defesa da Nação, com ministros e chefes militares, na qual informou que o decreto de estado de emergência começaria a ser executado assim que o TSJ declarasse sua constitucionalidade.
O decreto pode aprovar poderes como, por exemplo, mobilizar a Força Armada Nacional Bolivariana em todo o território, tomar militarmente e de forma imediata a infraestrutura dos serviços públicos, bem como da indústria de hidrocarbonetos e das empresas básicas, para garantir seu “pleno funcionamento”, e ativar “todos os planos de segurança cidadã”. No entanto, o texto não é público e o alcance de suas medidas é desconhecido.
Maduro, por sua vez, passou sua primeira noite na prisão federal Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, em Nova York.
O presidente venezuelano, formalmente acusado em 2020 pela Promotoria do Distrito Sul de Nova York, que no sábado tornou pública uma acusação substitutiva no mesmo tribunal, enfrentará em um tribunal federal acusações de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos e crimes relacionados a armas automáticas.
5 de janeiro de 2026 às 09:00
5 de janeiro de 2026 às 04:41
FOTO: EFE
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, fez uma piada em referência a uma possível intervenção futura dos EUA na Rússia, ao ser questionado por um jornalista sobre a ação na Venezuela, neste sábado (3) e a prisão do presidente Nicolas Maduro.
– O senhor poderia comentar sobre a situação na Venezuela? Como devemos reagir? – perguntou o repórter ucraniano.
– Bom, o que eu posso dizer? Se é possível lidar assim com ditadores, então os EUA sabem o que fazer a seguir – afirmou, arrancando risos dos jornalistas, numa referência velada a uma possível intervenção na Rússia de Vladimir Putin.
No entanto, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, Zelensky segue governando sem convocar novas eleições.
O comentário foi feito em uma entrevista coletiva realizada após uma reunião de segurança nacional com conselheiros de outros países europeus. O vídeo foi publicado na rede social X pelo repórter Sam Pancher, do site Metrópoles.
O presidente da Venezuela, Nocolás Maduro, foi preso na manhã deste sábado, 3, por forças especiais americanas sob a acusação de tráfico de drogas e levado para os EUA. O país foi bombardeado.
Em uma entrevista coletiva, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o país pretende assumir temporariamente o governo da Venezuela para garantir um período de transição tranquilo e também que “vão controlar as reservas de petróleo” do país da América Latina.
5 de janeiro de 2026 às 08:45
5 de janeiro de 2026 às 06:53
FOTO: GETTY
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou neste domingo (4) a Colômbia com uma possível ação militar, um dia após a ofensiva americana na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.
Em declarações a jornalistas a bordo do avião presidencial, Trump criticou o presidente colombiano, Gustavo Petro, acusando o país de produzir e exportar cocaína para os EUA. “Ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, afirmou.
Questionado sobre uma eventual operação militar, Trump disse que uma “Operação Colômbia” seria “uma boa ideia”. O presidente americano também mencionou o México, ao citar o tráfico de drogas, e afirmou que Cuba “parece prestes a ruir” sem necessidade de intervenção externa.
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