24 de dezembro de 2025 às 13:22
28 de dezembro de 2025 às 09:26
A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, realizou na noite da última terça-feira (23) a entrega da Comenda do Mérito Desportivo para atletas, técnicos, famílias e equipes que ajudam a manter viva a chama do esporte no município. O evento que homenageou mais de 200 personalidades foi realizado no largo do Mercado Velho, no Centro da cidade, e contou com a presença da prefeita Nilda Cruz, do secretário de Esportes, Bira Marques, vereadores, autoridades e população em geral.
De acordo com Bira, a Secretaria de Esportes preparou a Comenda com todo o carinho e cuidado com o objetivo de exaltar o nome daqueles que fazem o esporte de Parnamirim. “Aqui, neste local, estão praticamente todas as pessoas que fazem o esporte de nossa cidade. É uma satisfação ver todos hoje no lugar de destaque que merecem ocupar”, disse o secretário, dirigindo-se à prefeita e aos atletas.
O primeiro homenageado da noite foi o paratleta Paulo Eduardo. Dono de algumas das melhores marcas do ano na Copa Brasil de Paraciclismo, o parnamirinense recebeu o reconhecimento do município diante de todos os presentes das mãos da prefeita Nilda.
A gestora disse que é obrigação do município fortalecer as políticas públicas voltadas ao esporte. “Parabéns a todos vocês por todo o esforço, dedicação e principalmente por não desistir do esporte de Parnamirim. Neste ano, destravamos muitos processos e realizamos muitas entregas, como os materiais das escolinhas de futebol e futsal, realizamos diversos campeonatos, por isso vocês podem sempre contar com a Prefeitura. Esta é uma gestão que reconhece verdadeiramente a importância do esporte para a população”, disse.
O secretário endossou a fala da prefeita, destacando inclusive sua satisfação com a presença da gestora em praticamente todos os eventos esportivos da cidade, seja na abertura ou na entrega de premiações, algo que considerou praticamente inédito na história recente de Parnamirim.
A Prefeitura parabeniza todos os homenageados com a Comenda do Mérito Desportivo 2025.
24 de dezembro de 2025 às 13:15
24 de dezembro de 2025 às 10:44
FOTO: RICARDO STUCKERT
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) convocou a cadeia nacional de rádio e televisão para veicular um pronunciamento natalino do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta quarta-feira (24), véspera do feriado.
A fala do presidente vai ao ar às 20h30. Segundo a Secom, o discurso de Lula terá a duração de seis minutos e 39 segundos.
No pronunciamento de Natal do ano passado, Lula destacou os números da economia, os esforços do governo para a agricultura, além de pregar a união entre famílias afastadas por motivos políticos.
A fala também foi marcada pela recuperação do presidente após um acidente doméstico que sofreu no Palácio da Alvorada, em outubro daquele ano.
24 de dezembro de 2025 às 13:00
24 de dezembro de 2025 às 10:38
FOTO: REPRODUÇÃO
Dois carros pegaram fogo após uma colisão que envolveu três veículos, na noite de terça-feira (23), na rodovia RN-288, entre os municípios de Caicó e São José do Seridó, no Rio Grande do Norte.
O Corpo de Bombeiros Militar informou que foi acionado por volta das 19h para atender à ocorrência de colisão frontal nas proximidades da Fazenda São Bernardo.
Segundo a corporação, o incêndio começou logo após o acidente. O fogo também se alastrou para a área de mata às margens da via, por causa da vegetação seca.
No local, as equipes realizaram o controle e a extinção das chamas e fizeram o atendimento pré-hospitalar às três vítimas – o motorista de cada carro.
As vítimas foram conduzidas pela Unidade de Resgate (UR) ao Hospital Regional Telecila Freitas Fontes, em Caicó, onde permaneceram sob os cuidados da equipe médica de plantão.
“De acordo com informações colhidas no local, todos os ocupantes dos veículos utilizavam cinto de segurança, fator determinante para a preservação da vida e a redução da gravidade das lesões”, informou o Corpo de Bombeiros.
As causas do acidente não foram informadas até a última atualização desta reportagem.
24 de dezembro de 2025 às 12:00
24 de dezembro de 2025 às 10:07
FOTO: DIVULGAÇÃO
O ano de 2026 começará sem cobrança extra na conta de energia elétrica da população brasileira. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, nesta terça-feira (23), que a bandeira tarifária para o mês de janeiro será verde. Com a bandeira verde, os consumidores não pagam valores adicionais na fatura, já que as condições de geração de energia no país permanecem favoráveis.
Reservatórios mantêm níveis estáveis
Mesmo com o período chuvoso registrando chuvas abaixo da média histórica, a Aneel informou que, nos meses de novembro e dezembro, houve manutenção dos volumes de chuva e dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Dessa forma, em janeiro de 2026, não será necessário acionar as usinas termelétricas na mesma intensidade do mês anterior, o que evita custos adicionais na produção de energia.
Como funcionam as bandeiras tarifárias
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar ao consumidor o custo real da geração de energia elétrica no país.
O mecanismo leva em conta fatores como:
disponibilidade de recursos hídricos;
participação das fontes renováveis;
necessidade de acionamento de usinas termelétricas.
Desde a criação do sistema, a Aneel estima uma economia de R$ 12,9 bilhões em juros evitados, conforme dados oficiais divulgados nos relatórios da agência reguladora.
Uso consciente de energia continua importante
Apesar do cenário favorável, a Aneel reforça a importância do uso responsável da energia elétrica. Segundo a agência, a economia contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico.
Mesmo em períodos de bandeira verde, a orientação é manter hábitos de consumo consciente no dia a dia.
24 de dezembro de 2025 às 11:45
24 de dezembro de 2025 às 10:03
FOTO: REPRODUÇÃO
Em meio à repercussão do novo comercial da Havaianas, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou a inauguração do primeiro trecho do Rodoanel Norte para surfar na onda e sugerir que o Estado vai começar 2026 com o pé direito.
– Aqui em São Paulo a gente vai começar o ano novo com o pé direito. Já começamos a tirar os caminhões da marginal. E até quem corre em Interlagos quis vir para a festa de inauguração do Rodoanel Norte – disse em vídeo publicado em seu X nesta segunda-feira (22).
A fala faz referência à campanha de fim de ano da Havaianas estrelada por Fernanda Torres, em que a atriz brinca com a expressão “pé direito” e diz preferir desejar que o público entre em 2026 “com os dois pés”. A peça integra a ação de verão da marca.
O trocadilho, porém, alimentou a polarização: parte do público leu a mensagem como uma provocação à direita.
A reação ganhou tração nas redes, com incentivo a boicote e hashtags como #HavaianasNuncaMais e #HavaianasNoLixo; o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou vídeo descartando um par de chinelos no lixo.
24 de dezembro de 2025 às 11:30
24 de dezembro de 2025 às 10:02
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) divulgou um comunicado nesta terça-feira (23) informando que o orçamento das universidades e institutos federais para 2026 sofreu um corte de R$ 488 milhões, o que representa uma redução de 7,05% nos recursos discricionários (não obrigatórios) das instituições.
Em nota, a Andifes manifestou “profunda preocupação” e afirmou que o corte promovido pelo Congresso no Projeto de Lei Orçamentária Anual enviado pelo Executivo agrava o quadro “já crítico” das instituições. O orçamento discricionário é utilizado para pagamento de contas de água, luz, limpeza, entre outras, como o pagamento de bolsas de assistência estudantil.
O Estadão questionou o Ministério da Educação (MEC) sobre quais serão as medidas para recompor o corte feito pelo Congresso, mas ainda não obteve resposta.
Conforme a Andifes, os cortes “incidiram de forma desigual entre as universidades e atingiram todas as ações orçamentárias essenciais ao funcionamento da rede federal de ensino superior”.
A instituição afirma que uma das áreas mais afetadas será a assistência estudantil, fundamental para garantir que estudantes de baixa renda consigam permanecer na universidade. Apenas nesta ação, segundo a Andifes, R$ 100 milhões foram cortados, o que representa uma redução de 7,3% no orçamento da área.
– Os cortes aprovados agravam um quadro já crítico. Caso não haja recomposição, o orçamento das Universidades Federais em 2026 ficará nominalmente inferior ao orçamento executado em 2025, desconsiderando os impactos inflacionários e os reajustes obrigatórios de contratos, especialmente aqueles relacionados à mão de obra – diz o comunicado.
A instituição diz ainda que cortes na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e no Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CNPq) fragilizam o desenvolvimento científico do país.
– Estamos, portanto, em um cenário de comprometimento do pleno desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas Universidades Federais, de ameaça à sustentabilidade administrativa dessas instituições e à permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica – afirma a Andifes.
A instituição diz ainda que está articulando com o Congresso e o Governo Federal para recompor o orçamento.
A luta das universidades federais por mais orçamento é antiga. Após enfrentarem um relação turbulenta com o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, as instituições retomaram o diálogo com o governo federal após o início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Apesar disso, também tiveram de enfrentar restrições orçamentárias. Em maio, as universidades anunciaram uma série de medidas de economia, como cortes nos gastos de combustível até a interrupção da compra de equipamentos de informática e passagens aéreas.
A medida ocorreu devido a diminuições orçamentárias aprovadas pelo Congresso e sancionadas por Lula. Na época, uma mudança na forma como eram feitos os repasses também estrangulou a verba para universidades. Após reclamações, o governo federal anunciou a recomposição do orçamento.
24 de dezembro de 2025 às 11:15
24 de dezembro de 2025 às 07:07
FOTO: DIVULGAÇÃO
Cerca de um em cada cinco brasileiros (18,7%) já experimentou substâncias psicoativas ilícitas ao menos uma vez na vida, segundo a atualização do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Entre os homens, 23,9% já usaram drogas e entre as mulheres, 13,9%.
Segundo a pesquisa, 8,1% ou mais de 13 milhões de pessoas fizeram uso de drogas até um ano antes da pesquisa. Entre adultos, o consumo foi de 6,3% em 2012 para 15,8% em 2023, triplicando entre mulheres, grupo para o qual a evolução foi de 3% para 10,6%.
Essa terceira versão do estudo segue a mesma metodologia das edições de 2006 e 2012, investigando o consumo de substâncias psicoativas ilícitas pela população, através de 16.608 questionários respondidos por maiores de 16 anos, em 2022 e 2023.
O material revela ainda um cenário de expansão do consumo, mudanças no perfil dos usuários, em especial entre adolescentes e mulheres, e a presença crescente de substâncias sintéticas no país. As regiões Sul e Sudeste são as que mais consomem e há também uma forte concentração do consumo em jovens, sobretudo adultos entre 18 e 34 anos.
Os dados revelam um padrão de relativa estabilidade do consumo de cocaína e crack, ao lado de sinais de expansão de estimulantes sintéticos e alucinógenos em contextos recreativos urbanos.
Situando o Brasil no cenário internacional, os achados do Lenad III indicam que o país ocupa posição intermediária em prevalências de uso, mas combina esse nível com uma elevada carga de transtornos entre usuários, o que produz impacto substantivo sobre a rede de atenção psicossocial, serviços de urgência/emergência e políticas setoriais”, descreve a pesquisa.
Cannabis
Segundo o estudo, a cannabis (maconha, skank ou haxixe) permanece como a substância ilícita mais consumida no país, com mais de dez milhões de brasileiros tendo consumido em menos de um ano antes da resposta (6%). Cerca de 28 milhões de brasileiros com 14 anos ou mais já usaram cannabis na vida (15,8%), o dobro do índice auferido em 2012.
Entre os jovens com idades entre 14 e 17 anos, ao menos um milhão são usuários esporádicos, metade dos quais um ano antes de responderem à pesquisa. Diferente das duas primeiras edições, o consumo caiu entre meninos, de 7,3% para 4,6%, e aumentou de forma expressiva entre meninas, com índice evoluindo de 2,1% para 7,9%.
Entre os usuários de cannabis, mais da metade (54%) relataram usar diariamente por pelo menos duas semanas consecutivas, equivalente a 3,3% da população ou mais de 3,9 milhões de brasileiros. Cerca de 2 milhões de brasileiros preenchem os critérios para dependência de cannabis, equivalente a 1,2% da população ou 1 de cada 3 usuários.
Cerca de 3% dos usuários já procuraram emergência devido ao consumo, mas entre adolescentes, esse número sobe para 7,4%, o que para o estudo é um indicador de maior vulnerabilidade a intoxicações e crises agudas.
O levantamento indicou também crescimento da experimentação de substâncias sintéticas e psicodélicas na última década. O consumo de Ecstasy foi de 0,76% para 2,20% das pessoas. O uso de alucinógenos foi de 1,0% para 2,1% e o de Estimulantes sintéticos (ATS) ampliou de 2,7% para 4,6%.
Pesquisa
A pesquisa foi realizada em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senad/MJSP) e com a Ipsos Public Affairs.
Segundo o estudo, o aumento da presença de drogas sintéticas mostram um mercado de drogas mais complexo, com aumento dos riscos para os consumidores. Isso agrava a situação para os adolescentes, enquanto uma “maior vulnerabilidade de adolescentes – especialmente meninas – a eventos adversos, sofrimento psíquico, poliuso e necessidade de atendimento de emergência” leva a pensar a mudança das estratégias preventivas, que devem ser mais sensíveis a gênero, integradas à promoção de saúde mental e à redução de violência e discriminação.
Para os pesquisadores, os resultados reforçam a centralidade da vigilância epidemiológica em álcool e outras drogas como função permanente do sistema de saúde e de proteção social, e mostram a importância desse tipo de pesquisa como maneira de manter a sociedade e os gestores informados, orientando às políticas de atendimento.
24 de dezembro de 2025 às 11:00
24 de dezembro de 2025 às 07:03
FOTO: MARCELLO CASAL JR
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta terça-feira 23 o comércio e a propaganda de todos os medicamentos das marcas Bwell e Needs, controladas pelo grupo RD Saúde, mesma controladora das drograrias Raia e Drogasil.Anvisa proíbe venda de remédios da Bwell e Needs – Agora RNAnvisa proíbe venda de remédios da Bwell e Needs – Agora RN
Os produtos não podem ser vendidos nas lojas, nos sites e nem por terceiros.
De acordo com a agência reguladora, a empresa não tem autorização para produzir medicamentos.
A determinação da Anvisa vale apenas para remédios. As marcas produzem outros itens, como de higiene e beleza. Estes continuam sendo comercializados normalmente.
Em nota enviada ao site Poder360, a RD Saúde informou que “não é indústria e não produz medicamentos”, e vai recorrer da decisão.
“Os medicamentos das marcas Bwell e Needs são produzidos por indústrias farmacêuticas devidamente licenciadas e autorizadas pela Anvisa, seguindo rigorosamente as normas regulatórias aplicáveis. Os produtos das duas marcas estão devidamente registrados na agência reguladora. A empresa vai detalhar seus procedimentos em recurso administrativo a ser apresentado à Anvisa”, afirma.
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