14 de fevereiro de 2022 às 19:25
14 de fevereiro de 2022 às 19:34
FOTO: ELISA ELSIE
Os professores da rede estadual de educação acabaram de deflagrar uma greve por tempo indeterminado. A decisão pela parada ocorre exatamente no dia em as aulas da rede foram retomadas de forma presencial, depois de dois anos. A categoria não aceitou a proposta do governo sobre o pagamento do reajuste de 33,24% nos salários dos educadores. A proposta visa um parcelamento desse reajuste que, segundo o governo, será cumprido até dezembro deste ano.
Fátima Bezerra que é professora, sempre foi sindicalista e realizou manifesto em prol dos trabalhadores. Não se sabe o que vem ocorrendo, após ela mudar de lado. Hoje não consegue atender reivindicações nem da Seguranç Pública, nem da Educação. Ares de suma importância para do serviço público.
Hoje, a Polícia Civil do estado retornou suas atividades, após mais de uma semana de greve e de intensas tentativas negociação. Com promessa de resolver a não retirada das ADTs, a categoria voltou.
Hoje a governadora se depara com a paralisação da educação, fato que ninguém imaginou ocorrer na gestão de Fátima – professora e sindicalista que não consegue atender as reivindicações dos trabalhadores que ela sempre “defendeu”
14 de fevereiro de 2022 às 18:27
14 de fevereiro de 2022 às 18:27
OS CARNÊS ESTÃO CHEGANDO COM AS 12 PARCELAS DESTE ANO FOTO: JOANA LIMA
Os
contribuintes que têm parcelamento de negociações realizadas em outros anos com
a Secretaria Municipal de Tributação, e que não quitaram a parcela de janeiro
desde ano, estão recebendo em seus endereços o carnê com vencimentos até o mês
de dezembro. Esta é uma forma que a Prefeitura de Natal encontrou para garantir
que o bom pagador, que vinha honrando seus pagamentos mês a mês até o ano
passado, não perca a negociação.
Os carnês
estão chegando com as 12 parcelas deste ano. A de janeiro já está com o valor
corrigido com data de vencimento para 25 de fevereiro. A medida foi tomada pela
Secretaria Municipal de Tributação após levantamento realizado no mês passado e
detectado que um número considerável de contribuintes não quitou a parcela
referente a janeiro, mesmo estando a negociação ativa, tendo quitado as
parcelas negociadas até o mês de dezembro do ano passado.
“Estamos enviando os carnês de quem tem dívida negociada e parcelada para que, esse contribuinte, que vinha honrando com seus pagamentos em dia até dezembro do ano passado, não perca a negociação”, explica do secretário Municipal de Tributação, Ludenílson Lopes. Ele ressalta que o parcelamento pode ser cancelado caso o boleto não seja pago em até 90 dias. Neste caso, esta dívida não pode mais ser paga de forma parcelada.
CORREÇÃO
Como a atualização dos valores das parcelas é feita de forma anual, os contribuintes que se encontram nesta situação têm que imprimir os boletos a vencer no ano corrente, de janeiro a dezembro. São duas datas de vencimento, dias 20 e 25 de cada mês.
No vencimento do dia 20 de janeiro foram pagos 2.889 boletos e deixaram de ser pagos 2.977. No dia 25 também no mês passado, 2.242 pagaram de forma antecipada e, do volume restante, de 11.489, cerca de cinco mil pessoas não pagaram.
14 de fevereiro de 2022 às 17:30
14 de fevereiro de 2022 às 17:20
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Prefeitura de Felipe Guerra deve tomar medidas para conter
a disseminação da covid-19. Para isso, precisa reduzir aglomerações, conforme
está recomendando o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN).
No documento, o MPRN orienta o chefe do Poder Executivo do
Município a disciplinar, por meio de um decreto, as providências para coibir
situações que favoreçam a aglomeração. Está facultado ao gestor definir
protocolos específicos, prevendo medidas mais protetivas, para eventos de menor
porte, sem prejuízo das demais medidas elencadas nos decretos estaduais que têm
disciplinado a questão relacionada à pandemia por coronavírus.
Para emitir a recomendação o MPRN se baseou nas orientações
do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais/UFRN), expressas num
estudo feito sobre a evolução da pandemia na rede assistencial Covid-19
do Sistema Único de Saúde (SUS) – publicado em 7 de janeiro de 2022.
O estudo aponta para a necessidade de ampliar as medidas de
segurança para qualquer evento que possa promover o encontro de grandes
públicos, dado a introdução da variante Ômicron no Rio Grande do Norte.
Para isso, além de exigir o passaporte de imunização contra
a Covid-19, demonstrando que o indivíduo está totalmente vacinado, deve-se
exigir também o teste PCR com 72 horas ou teste de antígeno com 48 horas, isso
somente para aqueles que não tomaram a dose de reforço (D3).
No referido estudo o Lais/UFRN orientou, ainda, que essa
medida deve ser aplicada para eventos públicos e privados. Por fim, a testagem
associada à vacinação completa deve ser exigida para eventos de massa até que o
RN consiga atingir no mínimo 80% de sua população adulta com a D3, conclui o
estudo.
14 de fevereiro de 2022 às 17:15
14 de fevereiro de 2022 às 17:15
FOTO: RAFAEL FERNANDES
Após decisão do Comitê Disciplinar da FIFA para o duelo
entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias Sul-Americanas fosse remarcado,
antigos interessados em receber o jogo retomaram as movimentações nos
bastidores. O presidente da Federação Norte-riograndense de Futebol (FNF), Zé
Vanildo, terá reunião nesta terça-feira (15) com o presidente interino da
Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, para reforçar o
pedido feito em setembro do ano passado para que o clássico seja disputado na
Arena das Dunas, em Natal. A definição de onde e quando será o evento, no
entanto, será de responsabilidade da FIFA.
A entidade potiguar vem trabalhando nos bastidores para
trazer o Brasil x Argentina para Natal desde o final de setembro, pouco menos
de três semanas após o duelo ter sido suspensa. De acordo com Zé Vanildo, a
entidade formalizou em ofício o interesse e recebeu resposta positiva da CBF na
ocasião. “Se a FIFA definir pela realização de uma nova partida, a nossa
Arena das Dunas estará no páreo”, disse, em setembro, o dirigente potiguar.
Caso aconteça, seria a segunda vez que a Seleção Brasileira
jogaria na Arena das Dunas, em Natal, pelas eliminatórias da Copa do Mundo. A
última vez aconteceu em outubro de 2016, na partida entre Brasil x Bolívia. A
Seleção Brasileira venceu por 5 a 0, no que foi um dos maiores públicos da
Arena das Dunas.
Punições
A decisão do Comitê Disciplinar da Fifa, além de determinar
que a partida seja realizada, trouxe punições para a CBF e a AFA, entidade que
gere o futebol argentino. A partida havia sido interrompida no início do
primeiro tempo por representantes da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa)
que entraram no campo devido ao ingresso no País de quatro jogadores argentinos
que jogam no Reino Unido e desrespeitaram as regras sanitárias brasileiras
contra a covid-19.
O comunicado da Fifa condena a CBF a pagar uma multa de 500
mil francos suíços (R$ 2,82 milhões) por infrações relacionadas à ordem e
segurança. A Associação de Futebol Argentino (AFA) também foi punida e terá de
pagar uma multa de 200 mil francos suíços (R$ 1,1 milhão) pelo não cumprimento
de suas obrigações em termos de ordem e segurança, de preparação e de
participação na partida. Ambas federações também terão que arcar com uma multa
de 50 mil francos suíços (cerca de R$ 280 mil) como resultado da suspensão do
jogo.
14 de fevereiro de 2022 às 17:00
14 de fevereiro de 2022 às 16:33
FOTO: DANILO BEZERRA
Em reunião com representantes do Sindicato dos Trabalhadores
na Educação (Sinte-RN) o Governo do Estado assegurou que vai pagar o reajuste
do piso aos professores, inclusive considerando a paridade entre ativos e
inativos. Na tarde desta segunda-feira (14), o Governo apresentou a proposta
para pagamento de reajuste de 33,24% aos educadores.
Representado pelos secretários integrantes do Comitê de
Gestão e Fiscalização da administração estadual – Raimundo Alves (GAC), Virgínia
Ferreira (Searh), Pedro Lopes (Controladoria-Geral), e, ainda pelo secretário
de Educação, Getúlio Marques, secretarias-adjuntas do GAC e da Educação,
Socorro Batista e Márcia Gurgel, respectivamente, o Governo propôs um
escalonamento que contempla os seguintes pontos:
Quanto ao piso — aplicar, em reais, a partir de janeiro para
quem recebe menos que o valor de R$ 3.845,63 proporcional a 30h (cerca de 8.000
servidores). Em relação ao percentual para aqueles que não foram contemplados
com o piso, será aplicado para ativos inativos e pensionistas, da seguinte
forma: para os servidores que recebem valor inferior a R$ 3.843,63, serão
aplicados percentuais que variam até 33,24%, de forma a garantir o Piso
Nacional, a partir de janeiro de 2022. E, em março, 13% para todos que não
receberam aumento em janeiro/22. Em dezembro, o complemento dos 33,24%. E,
parcela variável entre 0% e 17,91%, a depender da parcela recebida em janeiro
ou março.
A parcela relativa ao mês de dezembro proposta está
condicionada ao acordo legal com Tribunal de Contas do Estado e o Tribunal
Regional Eleitoral.
O secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves,
explicou que a proposta garante o piso, como determinou a governadora Fátima
Bezerra, sendo 13% para todos a partir de janeiro. Quem está acima do piso, R$
3.840, receberá 13% a partir de março e será completado os 33,24% para todos em
dezembro, completando o reajuste condicionado a acordo a ser firmado com o
Tribunal de Contas do Estado e com o Tribunal Regional Eleitoral, em virtude da
legislação eleitoral proibir alterações salariais nos três meses antes e
posteriores às eleições.
“Os cálculos foram feitos dentro dos valores
suportáveis no orçamento. E contempla ativos, inativos e pensionistas com
pagamento integral dos 33,24% a todos em dezembro, mediante acordo assegurando
a legalidade junto ao TRE e TCE”, informou o controlador-Geral do Estado,
Pedro Lopes.
Secretaria-adjunta do GAC, a professora Socorro Batista
reforçou que a proposta garante que nenhum professor ficará abaixo do piso. Ela
também enfatizou que o escalonamento permitirá tempo ao Governo para avaliar as
situações legais para o pagamento integral, inclusive de retroativos em virtude
das imposições legais em ano eleitoral.
O secretário de Educação Getúlio Marques disse que “o
Governo não discute direitos e o que é certo e legítimo da categoria. Mas
também está preocupado com os alunos que há dois anos estão prejudicados pela
pandemia e uma greve agora prejudicaria ainda mais”.
À reunião, na secretaria estadual de Educação, também
compareceram os advogados do Sinte-RN e o deputado estadual Francisco Medeiros,
que é professor das redes estadual e municipal em Parelhas.
14 de fevereiro de 2022 às 16:45
14 de fevereiro de 2022 às 16:30
FOTO: DIVULGAÇÃO
Em São Bento do Norte, município potiguar a 154 km de Natal,
“procura-se profissional com formação técnica em mecânica, elétrica ou
mecatrônica para atuar em parque eólico, que possua habilidade para trabalhar
em locais altos e desafiar condições climáticas”.
Em Assu, há vaga para supervisor (a) de construção civil,
“com curso superior em engenharia civil ou de técnico/tecnólogo com experiência
na função e, de preferência, especialização em energias renováveis ou energia
solar”.
Publicados este mês por empresas transnacionais de energias
renováveis para o Rio Grande do Norte, os anúncios se somam a um universo
crescente de oportunidades na área com uma exigência básica nos processos
seletivos: a qualificação técnica ou superior para entrar em campo.
O perfil profissional demandado pela atividade, porém, é
amplo, como mostra uma análise publicada nesta segunda-feira (14), pelo Centro
de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER), sediado em Natal e
principal referência do SENAI no Brasil em educação profissional com foco no
setor.
Os dados levam em conta a demanda por capacitação
apresentada ao Centro entre 2021 e o primeiro bimestre de 2022 por empresas
brasileiras e transnacionais, assim como vagas de empregos anunciadas para o
Rio Grande do Norte por companhias como Engie Brasil, Vestas, AES Brasil,
Siemens Gamesa, CPFL Renováveis, GE Renewable Energy e a norueguesa Scatec, em
páginas próprias ou em plataformas como LinkedIn, Catho e Google Vagas.
O resultado é o retrato do que as empresas mais buscam para
empreendimentos que estão implantando ou operam hoje.
Mercado
“São informações que confirmam as formações técnica e
superior como as mais desejadas no mercado. E elas também mostram que
profissionais de engenharia ou de nível técnico em áreas como instrumentação,
segurança do trabalho, mecânica, eletrotécnica, mecatrônica e eletromecânica
seguem firmes no radar das companhias que estão contratando”, descreve Rodrigo
Mello, diretor do CTGAS-ER e do Instituto SENAI de Inovação em Energias
Renováveis (ISI-ER).
“Nós estamos falando de uma atividade que trabalha com tecnologia
de ponta, com grandes evoluções nos últimos anos na potência e no desempenho
dos equipamentos, o que exige que a busca por qualificação ande junto”,
acrescenta, ressaltando “a perspectiva de uso de muita mão de obra nos diversos
momentos da implantação e operação dos empreendimentos”.
O campo de atuação na área é vasto, lembra Mello. E números
sinalizam que a tendência para o emprego é de crescimento.
Maior produtor de energia eólica em terra e considerado uma
das zonas mais promissoras no Brasil para investimentos no offshore, a geração
de energia com parques eólicos no mar – cujos primeiros projetos estão à espera
de licenciamento – o Rio Grande do Norte tem mais de 4,31 mil Megawatts em
usinas eólicas com previsão de entrada em operação comercial até o ano 2027,
segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Atualmente, são mais de 6 mil MW já operando. E dados da
Aneel apontam que o estado continua puxando, em 2022, a expansão da matriz
energética brasileira.
Com relação ao emprego, a Associação Brasileira de Energia
Eólica (ABEEólica) estima que para cada novo MW instalado 15 empregos diretos e
indiretos são gerados. Estudo da GIZ, empresa do governo alemão que executa
projetos de cooperação técnica no Brasil focados em desenvolvimento
sustentável, aponta, por sua vez, que mais de 1 milhão de empregos serão
gerados pelo setor no país até 2038, com maior concentração no Nordeste.
No campo da energia solar, o governo potiguar anunciou esta semana que a Scatec vai construir no estado o maior empreendimento global da companhia na área da energia solar e que a construção deverá gerar 1.200 empregos diretos e indiretos.
14 de fevereiro de 2022 às 16:30
14 de fevereiro de 2022 às 16:26
FOTO: ROVENA ROSA
No acumulado de 2021, o comércio varejista potiguar fechou
com redução 1% no volume de vendas. Dessa forma, o setor completa três anos
seguidos sem crescimento anual conforme a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do
IBGE.
Em 2020, houve uma queda de 3,2% em relação ao acumulado do
ano anterior. Em 2019, o volume de vendas do comércio norte-rio-grandense
permaneceu estável em comparação a 2018.
Na direção contrária, o comércio brasileiro (1,4%) acumulou
alta em 2021 pelo quinto ano consecutivo.
De acordo com a comparação mensal da pesquisa, o volume de
vendas potiguar cresceu 0,5% em dezembro frente a novembro de 2021. O Brasil
(0,1%) ficou praticamente estável nesse período.
14 de fevereiro de 2022 às 16:15
14 de fevereiro de 2022 às 16:23
FOTO: MARCELLO CASAL JUNIOR
Dos 11,675 milhões de jovens entre 15 e 29 anos que não
estudam nem trabalham no Brasil, os chamados nem-nem, quase metade (48%, ou 5,6
milhões em números absolutos) está nas regiões Norte e Nordeste.
A participação é bem maior que os 38% que essas regiões
representam do contingente total de jovens nessa faixa etária no país, segundo
levantamento exclusivo da IDados para o Valor feito a partir da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do terceiro trimestre de
2021, último dado disponível para o indicador regional
Pobreza, mercado de trabalho menos dinâmico e escolas
públicas mais precárias estão entre as razões apontadas por especialistas para
explicar a incidência maior do fenômeno nessas regiões.
O problema também pode ser visto sob outro ângulo: a
proporção de nem-nem no total dos jovens na faixa etária entre 15 e 29 anos.
Nesta comparação, os nem-nem representam 23,7% desses jovens, na média
brasileira. Mas esse percentual é de 30,6% no Nordeste e de 26,6% no Norte.
Há Estados com índices ainda mais preocupantes, como
Maranhão (36%), Amapá (34,9%), Alagoas (34,1%) e Rio Grande do Norte (30,8%). A
diferença também aparece quando se compara com outras regiões brasileiras:
16,1% no Sul, 19,7% no Centro Oeste e 21,2% no Sudeste.
A fraqueza do mercado de trabalho dessas regiões fica clara
nas taxas de desemprego, tradicionalmente mais elevadas que a média brasileira
e também de Estados mais desenvolvidos.
Na avaliação da professora do Departamento de Economia da
Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Valéria Ferreira Santos de Almada Lima,
a “desestruturação” desses mercados de trabalho favorece essa proporção maior
de jovens que não trabalham nem estudam nessas regiões.
Nesses mercados menos dinâmicos, diz ela, é maior a tendência de empresas exigirem grau maior de escolaridade e experiência mesmo para vagas que seriam de menor qualificação.
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