20 de setembro de 2020 às 15:23
20 de setembro de 2020 às 15:35
FOTO: REPRODUÇÃO
Por pouco não ocorre uma tragédia no final da manhã deste domingo, na praça João Tibúrcio, nas proximidades do primeiro Distrito Policial, na Cidade Alta. O motorista (não identificado) de um Celta branco perdeu o controle do veículo, subiu a calçada e quase atropela clientes em frente a uma cigarreira.
Mesmo desgovernado, o condutor conseguiu fugir do local, mas câmeras flagraram a infração. Informações extraoficiais dão conta de que o motorista havia discutido com pessoas no local e teria colocado o carro por cima delas.
20 de setembro de 2020 às 15:13
20 de setembro de 2020 às 15:13
FOTO: DIVULGAÇÃO
Prestes a
estrear novo programa, Angélica concedeu uma entrevista exclusiva à revista
Ela, do jornal O Globo, na qual relembrou o acidente de avião que sofreu com a
família, há cinco anos.
“Quando
aconteceu o acidente aéreo, não tive nada”, contou. “Depois de um
ano, quando estava andando na rua, em Nova York, travei (de pânico). Liguei
para o meu médico, ele receitou um remédio. Para entrar no avião, tive que
tomar. E foi horrível. Não conseguia andar, não conseguia falar. Quando
cheguei, falei: ‘Vou procurar uma alternativa’. Comecei a meditar. E o pânico
foi embora.”
Na mesma
entrevista, Angélica não fugiu de temas polêmicos e falou sobre a repercussão
em torno de sua fala “vibrador é vida”, numa live.
Ela também
comentou aspectos da vida ao lado do marido, o também Luciano Huck: “Fiquei dos
30 aos 40 tendo filhos. Tive o primeiro com 31 e a última com 39. Então era
outro tipo de casamento. Nos últimos tempos é claro que melhorou. A gente tem
mais tempo para conversar, para o sexo, para a troca”.
A possibilidade de se tornar primeira-dama do Brasil, caso Huck seja candidato à presidência da república, também veio à tona. ” Imagina poder maior do que estar na televisão desde os 4 anos? O que eu quero é fazer pelo outro ao meu redor”, disse.
Novo programa
“Simples assim” é o nome do novo program
comandado pelo loura, com estreia no dia 10 de outubro. A atração vai ocupar
nas tardes de sábado da TV Globo.
“Depois de
tanto tempo na televisão, me deu um desejo de não só divertir, mas levar a
refletir, dar a mão e falar ‘tamo junto, todo mundo passa por isso’”, explica.
Na atração, Angélica vai atuar como atriz e apresentadora, e contar ao público
histórias de vida de anônimos e famosos.
20 de setembro de 2020 às 14:41
20 de setembro de 2020 às 14:41
FOTO: DIVULGAÇÃO
A competição
foi disputada em Ubatuba (SP), iniciou no período da tarde e terminou a noite,
com as pranchas iluminadas por leds, o evento contou com show de surf.
O grande
campeão da categoria masculina do ‘Onda do Bem’ foi Italo Ferreira, atual
campeão mundial da WSL (Liga Mundial de Surfe).
O surfista
chegou à grande final contra os atletas do CT Yago Dora que ficou com a segunda
colocação, Miguel Pupo foi o terceiro e Jadson André o quarto colocado.
O atual
campeão mundial conquistou a vitória quase no final da bateria com um 6.67 ele
que já tinha um 6.97 contra 8.33 e 5.30 de Yago Dora.
“Depois que toca a buzina, a chave vira e é todo mundo dando o seu máximo na água. Foi incrível competir com o Yago, Miguel e Jadson, atletas do WCT, o que valoriza ainda mais essa vitória. Tenho boas lembranças dessa praia, venci em Ubatuba no profissional e estou amarradão”, disse Italo.
20 de setembro de 2020 às 14:34
20 de setembro de 2020 às 14:34
FOTO: DIVULGAÇÃO
A fortuna do empresário potiguar Nevaldo Rocha, fundador do grupo Guararapes, dono das lojas Riachuelo, falecido no dia 17 de junho passado, está entre as 20 maiores afortunados do Brasil, segundo o ranking da Forbes, divulgado nessa sexta-feira. O patrimônio de Seu Nevaldo – agora dos herdeiros – é de R$ 2,2 bilhões, ocupando a 19ª posição.
Nevaldo (in memoriam) comandou, ao longo dos seus 84 anos, a maior cadeia integrada de fast-fashion do Brasil, um negócio avaliado em cerca de R$ 7 bilhões e conhecido no mercado internacional como a Zara brasileira.
Ele não só
entrou para a lista das pessoas mais ricas do mundo, da Forbes, e composta por
1.426 indivíduos com uma fortuna somada de US$ 5,4 trilhões, como também passou
a figurar como o único bilionário brasileiro da moda em dólares.
Os
controladores da Guararapes surgem no 458º lugar da lista e na 18ª posição
entre os brasileiros, com uma fortuna de US$ 3 bilhões.
20 de setembro de 2020 às 13:33
20 de setembro de 2020 às 13:33
FOTO: ILUSTRAÇÃO
Disputa
judicial que se arrasta há pelo menos 20 anos, o pagamento das desapropriações
dos terrenos onde atualmente funciona o Aeroporto Internacional Governador
Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, ganhou um novo capítulo na esfera do
judiciário local. Três advogados do Rio Grande do Norte, representando pelo
menos seis pessoas que há anos buscam as indenizações, impetraram ação na
Justiça Federal do RN com o objetivo de impedir a relicitação do Aeroporto, já
autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil, (ANAC), até que as
indenizações relativas às desapropriações sejam pagas. Os representantes dos
estão dispostos a negociar com as autoridades para chegar a um desfecho do caso.
A ação foi
protocolada nesta semana pelos advogados Diogenes da Cunha Lima, Esequias
Pegado Cortez Neto e Marli Bahia e foi distribuída para a 1ª Vara Federal do
RN. Segundo a ação, à época das desapropriações, a União, por meio da Infraero
(Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), firmou convênio com o
Governo do RN para tocar os trabalhos, o que não teria sido efetivamente
concluído, segundo Cunha Lima. Antes mesmo de impetrar a ação, uma notificação
extrajudicial já havia sido enviada no dia 05 de junho ao Ministério do
Desenvolvimento Regional (MDR), Governo do RN, Agência Nacional da Aviação
Civil (Anac), Inframérica e Infraero, com o objetivo de fazer com que as
autoridades tomassem ciência do caso.
A situação
começou em abril de 1996, quando o Diário Oficial da União (DOU) trouxe o
Decreto nº. 12.964, que determinou a utilidade pública da área para construção
de Aeroporto Civil em São Gonçalo do Amarante/RN. O convênio para firmar as
desapropriações foi feito no mesmo ano. Os recursos para tal fim, segundo os
termos do convênio, seriam repassados pela União. Como o então Aeroporto
Augusto Severo, vinculado à Base Aérea de Natal, também era utilizado pela
sociedade civil, começavam ali as conversas para desvincular a aviação civil da
militar no Estado.
De acordo
com o advogado Diógenes da Cunha Lima, a União fez apenas um pagamento
“primário”, que seria referente a uma posse provisória concedida a União, para
tocar os trabalhos necessários na área. Cunha Lima argumenta que a necessidade
de pagamento prévio, em se tratando de desapropriações, é constitucional. A
área defendida pelos advogados representa três quartos do espaço desapropriado.
“Significa dizer que, todo mundo foi desapropriado, o juiz deu a posse provisória a União e eles fizeram o aeroporto. Mas tem gente lá que não recebeu nada, não tem nem posse provisória, pelo menos um não recebeu. O Estado ficou responsável por uma indenização sem vantagem para o Estado, perdeu um enorme trabalho da procuradoria e não teve resultado porque não podia ter. Quem recebeu foram os pequenos proprietários, que recebiam qualquer importância que ofereciam a eles. Os que tinham condição de discutir em juízo, assim estão há 20 anos”, explica.
20 de setembro de 2020 às 13:09
20 de setembro de 2020 às 13:09
FOTO: ILUSTRAÇÃO
Instalada no Estado do Rio Grande do Norte desde o ano 2000, a Cia. Hering atua com aproximadamente duzentos e setenta colaboradores diretos e cerca de cinquenta facções terceirizadas, gerando mais de 1.500 empregos na região e produzindo aproximadamente 180 mil peças/mês nas linhas de jeans e tecido plano.
Desde o
início de 2020, a empresa enxugou o quadro pessoal, caindo para mil empregados.
Para piorar a situação, segundo informações do jornalista Gustavo Negreiros, desde
o início da pandemia a Hering começou a demitir mais gente, restando apenas 150
colaboradores, que deverão receber a rescisão contratual em outubro próximo.
Segundo o
jornalista, a empresa também encerrou contratos com 70 facções no interior do
RN, que geravam 4 mil empregos em cidades pequenas, de economia fraca.
Em 5 de
março de 2009, a Cia. Hering chegou a inaugurar uma unidade em Parnamirim,
centralizando o parque fabril da empresa e ampliando a capacidade produtiva.
A unidade tinha
como meta de alcançar a produção mensal de 250 mil peças ainda em 2009, e nos
próximos dois anos seguintes, atingir a capacidade de 400 mil peças mensais,
gerando mais de 2.300 empregos diretos e indiretos no RN.
20 de setembro de 2020 às 13:03
20 de setembro de 2020 às 12:04
FOTO: DIVULGAÇÃO
O
Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER-RN) inicia
nesta segunda-feira, 21, os serviços de manutenção da RN-016, via que interliga
o município de Assú ao de Carnaubais. A
ação faz parte do Programa de Conservação de Rodovias Estaduais 2020, lançado
pelo Governo do Estado no último mês de julho.
O Programa
de Conservação de Estradas Estaduais recuperará a malha viária do Rio Grande do
Norte em todos os distritos rodoviários. De acordo com o diretor-geral do
DER-RN, a previsão é que os serviços sejam concluídos na primeira quinzena de
novembro. O investimento total do Governo do Estado é de R$ 17 milhões.
20 de setembro de 2020 às 12:52
20 de setembro de 2020 às 12:52
FOTO: DIVULGAÇÃO
O relato do
ex-funcionário do Banco do Estado do Rio Grande do Norte S.A. (Bandern), Paulo
Roberto Mello, mostra que o fechamento da instituição estatal representou não
só a demissão de inúmeros colaboradores espalhados nas suas 56 agências, como
também em fortes impactos na esfera trabalhista e econômica para o RN.
30 ANOS SEM O NOSSO BANDERN
Era 20 de setembro de 1990 numa quinta-feira, a imprensa noticiava que o banco central do Brasil, por decisão da Sra. Zélia Cardoso de Mello, prima e ministra da economia do governo do presidente Fernando Collor de Mello, determinava que o Banco do Estado do Rio Grande do Norte entrava naquele momento no processo de liquidação extrajudicial.
O nosso Bandern, um bem da terra desde 1909, o banco querido por todos e que fomentava a indústria, o comércio e a agricultura da região, com 56 agências espalhadas por todo Rio Grande do Norte, além da presença em outros estados, estava com suas atividades bancárias encerradas. Funcionários sem nenhuma perspectiva de futuro, alguns com muitos anos de dedicação ao trabalho e vendo sua atividade profissional sendo encerrada do dia pra noite. Um crime contra o povo Potiguar, prejudicando nossa economia e principalmente destruindo a carreira e a vida dos mais de dois mil funcionários da “família Bandern”.
Trinta anos depois é impossível mensurar os prejuízos financeiros e psicológicos, fica a saudade dos colegas e a tristeza de saber que aqueles que tomaram essa atitude absurda em 20 de setembro de 1990, não têm ideia do mal que causariam à já sofrida “família Bandern” e ao povo do estado do Rio Grande do Norte.
Comentários