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Categoria: junho 20, 2019

Silêncio da “esquerda” no caso do menino assassinado por casal de lésbicas é questionado pela população

Foto: Divulgação Polícia Civil do Distrito Federal

Por Elane Nascimento

Família é um elo, uma corrente inquebrável, estrutura inabalável. O contexto é belíssimo e, na prática, deveria ser exercido “ao pé da letra”. Infelizmente não é de hoje que assistimos casos bárbaros de estruturas familiares fragilizadas pelo ego, por não assimilarem que cada indivíduo carrega consigo características próprias de personalidade e posicionamentos sociais, políticos, religiosos, dentre outros.

Pois bem, um caso brutal nos causou espanto nos últimos dias quando um casal de “lésbicas” maltratou o menino Rhuan, 9 anos, até até a morte. Detalhe, Rosana Auri da Silva Cândido , indiciada pelo crime, é mãe biológica da criança!

O menino Rhuan foi brutalmente torturado e assassinado pela mãe e sua companheira. Foto: Reprodução\Redes Sociais

A companheira dela, Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa, também teve participação no crime. O casal vai responder por homicídio qualificado, tortura, ocultação de cadáver, lesão corporal gravíssima e fraude processual – porque tentaram limpar o local onde a criança foi morta. Se somadas, as penas podem chegar a 57 anos de prisão para cada uma.

Em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal, a mãe do menino afirmou que “sentia ódio e nenhum amor pela criança”. Segundo o delegado-adjunto da 26ª DP, Guilherme Melo, que coordenou o caso, a “forma de execução da criança foi cruel”.

O crime

“Rhuan Maycon levou 11 facadas, sendo que duas atingiram o coração”, afirmou o delegado. A causa da morte foi comprovada por um laudo do Instituto Médico Legal (IML).

Segundo a polícia, as duas mulheres tiveram participação ativa no crime. “Os golpes de faca foram deferidos pela mãe do menino, e a Kacyla segurou a criança”.

Tortura

Um ano antes de ser assassinado, o menino teve o pênis e os testículos extirpados pela mãe – Rosana – de forma rudimentar, sem anestesia ou acompanhamento médico. O motivo alegado por ela, segundo a PCDF, foi “vingança contra o pai e avós da criança”.

A atitude foi comprovada pelo laudo da Polícia Civil. Exames atestaram que o crime de extração do órgão genital do garoto configura “tortura e lesão corporal gravíssima”. A situação teria ocorrido há mais de um ano, quando a família ainda morava em Goiânia (GO).

Na delegacia, Rosana e Kacyla confessaram os crimes à Polícia Civil e contaram que se conheceram em uma igreja.

População fala sobre o silêncio

Fica a interrogação: cadê os militantes esquerdistas levantando bandeiras, fazendo protestos, gritando palavras de ordem? E quanto a “matéria especial” nos meios de comunicação de massa? Através das redes sociais, utilizando a hashtag #RhuanVive , muitos usuários comentaram o caso deixaram seu recado.

Repercussão Política

A preocupação não atingiu apenas a população, gerou interrogação até mesmo na classe política. Veja algumas opiniões à respeito:

O presidente Jair Bolsonaro lamentou através da sua conta no Twitter o fato da nossa Constituição não permitir a prisão perpétua.

Em Natal, o vereador Cícero Martins (PSL) também deixou sua opinião através de discurso na Câmara dos vereadores. “Cadê a mídia? Por quê que no caso que envolveu a morte daquela criança Nardoni nós passamos quase dois meses escutando que um casal tinha matado uma criança e hoje silencia? Muitos me questionaram se isso tinha a ver com a ideologia de gênero. Se tem eu não sei”, afirmou. Assista ao discurso:

Relato Pessoal

Sem palavras para descrever o que sinto ao ler/analisar um fato como esse. Como jornalista, cabe ao profissional conhecer cada detalhe do caso para então reportá-lo e, apesar de toda barbárie que já li e escrevi, sem dúvidas essa amargou-se em mim. O lado imparcial é praticamente impossível ser deixado de lado.

Confesso, o caso é ainda mais bárbaro do que apresentei aqui, mas me detive “aos detalhes mínimos”. É de sufocar, embrulhar o estômago, é mórbido, sombrio. Vergonha!

Quinto Constitucional: Advogado Eduardo Rocha participa de argüição na sede da OAB/RN

O advogado Eduardo Rocha tem atuação reconhecida na comunidade jurídica potiguar, com mais de 35 anos de militância na advocacia trabalhista. Foto: Divulgação.

O advogado trabalhista Eduardo Rocha participou nessa quarta-feira, 19, da audiência pública de arguição promovida pela comissão eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte com os candidatos à vaga de desembargador do Tribunal Regional do Trabalho do RN, dentro do Quinto Constitucional. A arguição dos candidatos está prevista no provimento 102/2004 do Conselho Federal da OAB. Na ocasião, os 23 candidatos foram sabatinados e também defenderam suas propostas para a classe.

Durante a sua explanação, Eduardo Rocha evidenciou sua atuação jurídica na área trabalhista, compromisso com a classe advocatícia e suas prerrogativas, em especial, ao combate ao aviltamento de honorários. Ele também defendeu a importância da militância notadamente na área trabalhista. “Quem chegar no Tribunal tem que ser não só especializado em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, mas tem que ser conhecedor do dia a dia da Justiça do Trabalho. Conheço os dois lados do balcão”, enfatizou.

O advogado também falou da necessidade da conciliação no âmbito da Justiça do Trabalho. “Em lá chegando, serei um incentivador pleno do retorno das conciliações prévias”. Ele destacou ainda que não cabe intervenção dos magistrados em honorários pactuados entre advogados e clientes.

Eduardo Rocha também reforçou a importância da harmonia e diálogo permanente entre o tripé da justiça: juízes, advogados e membros do Ministério Público. “Acredito que não há justiça sem juiz, sem advogado e sem o Ministério Público. O acesso ao juiz deve ser livre, porque o juiz é antes de tudo um servidor público e deve servir ao público. Meu intuito é receber todas as partes, todos os advogados, nos momentos que formos chamados”.

TRAJETÓRIA

O advogado Eduardo Rocha nasceu em Natal, tem 57 anos, é pai de três filhos, avô e tem atuação reconhecida na comunidade jurídica potiguar, com mais de 35 anos de militância na advocacia trabalhista e quase 4 mil processos na Justiça do Trabalho. Especialista em Direito do Trabalho (FGV/Rio) e em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho (UFRN), ele é ex-presidente da ANATRA e já ocupou o posto de conselheiro da OAB/RN, sendo por duas vezes conselheiro federal da OAB. Na eleição ao Quinto Constitucional do TRT/RN, ele concorre com o número 42.

Informações: Assessoria

Parque da Fortaleza dos Reis Magos: Governo apresenta novo projeto urbanístico para o forte com promessa de candidatura a Patrimônio Mundial

Foto: Ivanízio Ramos

O Governo do Estado deu um importante passo para fomentar o turismo no Rio Grande do Norte. Nessa quarta-feira, 19, a governadora Fátima Bezerra apresentou o projeto para remodelar o entorno de uma das principais edificações históricas do RN: o Forte dos Reis Magos. Batizado de Parque da Fortaleza dos Reis Magos, o projeto exposto busca dar um novo tratamento urbanístico e paisagístico na área da fortaleza, entregando um novo espaço urbano para os potiguares e um inédito atrativo turístico para o estado.

O plano foi feito pelo escritório do arquiteto potiguar Haroldo Maranhão, a pedido da Fundação José Augusto (FJA). “Este projeto aproveita todos os aspectos da beleza daquela área e não pode ficar perdido nas gavetas. O Governo está totalmente empenhado em transformar este sonho em realidade. Um povo que não cuida de sua cultura é um povo sem memória”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

Vale lembrar que a atração encontra-se fechado devido a falta de manutenção e conservação. O fechamento do local prejudica tanto o turismo, uma vez que a Fortaleza faz parte de uma das principais atrações turísticas do estado, quanto os comerciantes locais. Sua revitalização é de suma importância para ajudar a contornar a atual crise que enfrenta o setor.

Foto: Carlos Menezes

O planejamento é de que a obra seja executada com R$ 19 milhões ainda disponíveis no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas. “Este projeto não vai adiante sem parceria, por isso estamos aqui unidos Governo, prefeitura, Exército, Iphan, sociedade civil organizada e setor produtivo dando o primeiro passo”, completou Fátima.

A parceria é necessária pois a área envolvida no projeto não está sob responsabilidade do Governo do Estado, mas sim do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Exército e da Prefeitura do Natal. Apenas a gestão da fortaleza é feita pela Governo. Por isso, o a gestão estadual convocou para a apresentação do projeto o prefeito de Natal, Álvaro Dias, representantes do Exército, Rômulo Campos, superintendente da Secretaria de Patrimônio da União no RN (SPU-RN), e Márcio Granzotto, superintendente substituto do Iphan no RN.

O encontro serviu para o Governo iniciar o alinhamento com os entes sobre a possibilidade de intervenção na região. “Esse projeto merece nosso aplauso, assim como a iniciativa do Governo. Nosso turismo não pode depender só das belezas naturais, precisamos de outros atrativos. Vamos trabalhar em conjunto nessa ação, como já estamos em outras”, garantiu o prefeito Álvaro Dias.

Ivanízio Ramos

Proposta

A proposta de criação do parque inclui com a construção de um mirante para a Fortaleza dos Reis Magos, um pavilhão com o jardim de esculturas, quiosques de artesanato, centro de informações turísticas, posto policial e banheiros. A segunda etapa conta com a criação de ciclovias e passeios desde Ponta Negra até o Centro Histórico, conectando ainda com a Ribeira e a Cidade Alta, tendo a fortaleza e o parque como pontos centrais do percurso. Também está prevista a recuperação e o alargamento da passarela da fortaleza, além do local para eventos chamado Largo dos Potiguares e o Calçadão da Zila, em homenagem a poetisa Zila Mamede.

“A nossa ideia é retomar a conexão que a cidade perdeu com toda aquela área, criando um grande circuito turístico e paisagístico, reabrindo a janela de Natal para o rio Potengi e dotando a fortaleza de infraestrutura digna de visitação e uso da população”, pontuou o arquiteto Haroldo Maranhão, que formatou o projeto em conjunto com a arquiteta Marcela Scheer e o arquiteto Jessé Góis.

A execução do projeto influencia diretamente na candidatura do forte como Patrimônio Mundial. O Governo deu início ao trabalho técnico para candidatar a fortaleza, em conjunto com o Iphan, como Patrimônio Histórico da Humanidade junto à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A formatação da proposta, que inclui uma série de aspectos técnicos, está sendo feita para que a edificação histórica seja inclusa como bem seriado do conjunto de fortificações do Brasil. “Ficamos muito felizes quando o Iphan nos comunicou que poderíamos resgatar a verba do PAC. A iniciativa do parque só reforça nossa candidatura”, destacou Crispiniano Neto, diretor-geral da FJA.

A iniciativa também foi bem saudada pelo presidente da Academia Norte-Riograndense de Letras, Diógenes da Cunha Lima. O poeta, advogado e entusiasta na defesa da história potiguar destacou a importância envolvida no projeto do parque. “Essa ação é um resgate histórico fantástico da importância da fortaleza. Não se pode abandonar aquele monumento”, disse ele.

Além do projeto do parque, o estado está investindo, por meio do programa Governo Cidadão, cerca de R$ 3,9 milhões na recuperação da Fortaleza dos Reis Magos. A ação segue as orientações que norteiam os critérios de intervenção em prédios históricos, levando em conta a cautela necessária para assegurar a preservação histórica.

Com informações: Assecom-RN