8 de junho de 2019 às 12:56
8 de junho de 2019 às 15:36
TRADIÇÃO, “Via pela qual os fatos ou os dogmas são transmitidos de geração em geração sem mais prova autêntica da sua veracidade que essa transmissão. O fato ou o dogma assim transmitido. Transmissão de uma notícia, boato, rumor. Símbolo, memória, recordação, uso, hábito. Entrega, ato pelo qual se entrega alguma coisa a alguém. Transmissão, transferência de bens ou de direitos”, Dicionário de Português Aurélio.
A Escola Estadual Winston Churchill é um dos mais tradicionais colégios públicos de Natal e do Rio Grande do Norte. Está localizada na Avenida Barão do Rio Branco, no bairro Cidade Alta. A Escola foi construída no terreno que pertencia ao antigo Quartel de Linha (21º Batalhão de Caçadores). No ano de 1965 durante o governo de Aluísio Alves, foi lançado a proposta a ideia da criação da escola, sendo fruto de um acordo entre o governo do estado e os ingleses que enviaram recursos para a sua construção. O prédio foi inaugurado em 1968, no então governo do Monsenhor Walfredo Gurgel.
Pois bem, a Escola Estadual, mantida por nós – por intermédio dos nossos tributos -, aquela mesma escola TRADICIONAL, conhecida pela moral, bons costumes, das histórias que a vovó contava ao relembrar seus tempos estudantis; nesta semana abandonou o tom TRADICIONALISTA para apresentar-se LIBERTINA. Isso mesmo, LIBERTINA. A escola de ensino público realizou uma campanha em apologia ao “Orgulho LGBT” através de post em sua rede social. A postagem, que inclui fotos de alunos adolescentes em cenas íntimas, acompanha a seguinte descrição:
” É o mês do orgulho lgbt. Pride month.
Orgulhem-se
Vivam,
Progridam.
Sejam,
Sintam,
Revivam.
Invente-se e
reinvente-se.
É o seu mês para mostrar ao mundo como se deve viver.
Eu tô aqui e a nossa luta nao vai retroceder.
Ame,
Ame-se e
Permita-se ser.
Eu te amo e luto por e com você. “
Vamos refletir
Uma escola, ambiente no qual entregamos nossos filhos para receberem EDUCAÇÃO instrutiva, para construir o pensamento didáticos, conhecerem as ciências humanas, exatas, da natureza…
Uma escola que carrega o nome de um dos políticos mais famosos da história, conhecido por suas convicções de honra e bom senso. Orador e estadista notável, ele também foi oficial no Exército Britânico, historiador, escritor e artista. Ele é o único primeiro-ministro britânico a ter recebido o Prêmio Nobel de Literatura e a cidadania honorária dos Estados Unidos.
Como Churchill veria seu nome associado a plena falta de senso educacional tradicionalista? “Entre a desonra e a guerra, eles escolheram a desonra, e terão a guerra.” (CHURCHILL), talvez dissesse.
E quanto às lembranças dos primeiros alunos educados com moral regada aos bons costumes?
Não cabe, de forma alguma, uma escola assumir o papel de “liderar” campanhas em apologia à “desonra”. Muito menos divulgar imagens de adolescentes em redes sociais trocando beijos e carícias, não apenas pelo fato de se tratar de pessoas do mesmo sexo em cenas íntimas, a exposição de menores nesse contexto é completamente inaceitável. Fere as doutrinas familiares, o censo comum da educação tradicional, sem falar na mãe que luta contra o posicionamento sexual de alguém que sequer entende sobre si, ainda não possui uma mente formada. E quanto aos pais dos alunos expostos? Como enxergam a situação, será que estão cientes da situação? Conhecem a superexposição de seus filhos nas redes sociais? O que passa em suas mentes, como está seus corações?
Procurada pela Redação do Blog do FM, a assessoria de comunicação da Secretaria de Educação pediu que fosse encaminhado email para a secretaria posicionar-se sobre a questão. O secretário de educação não atendeu as ligações.
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