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Categoria: outubro 16, 2018

Festa do Boi 2018 reúne diferentes serviços para gerar negócios

DE BARBEARIA À SEGURANÇA, O EVENTO ATINGE DIVERSOS PÚBLICOS E MOVIMENTA DIVERSOS SEGMENTOS

Esta semana, Parnamirim é a capital nordestina do agronegócio. Sediando a 56ª edição da Festa do Boi, o Parque Aristófanes Fernandes reúne, além dos próprios animais, diversos produtos ligados diretamente ao segmento. Mas os visitantes estão sendo surpreendidos com outros tipos de produtos e serviços, como segurança patrimonial, barbearia e farmácia.

Pioneira, a empresária Caroline Ferreira montou uma farmácia na Festa do Boi, depois de um pedido dos próprios expositores. Depois de cumprir todas as exigências legais, o espaço funciona com plena autorização do Conselho de Farmácia e da Vigilância Sanitária. “Todo mundo que passa entra na farmácia, comemora por ter o espaço. Foi um desafio grande, mas está valendo a pena. Não é só o financeiro que pesa, aproveitamos a oportunidade e estamos agregando à Festa do Boi”, comenta Caroline que visa o fortalecimento da marca que começa a crescer na capital.

Outro diferencial é uma barbearia ou, melhor ainda, uma “batalha de barbeiros” que está acontecendo na Festa do Boi. Quatro salões se uniram no espaço e durante os nove dias de feira, irão fazer cortes e barbas. O barbeiro Dani Batista conta que a primeira vez da empresa na Festa do Boi e a receptividade foi positiva.
“Muita gente está vindo aqui dar um jeito no cabelo, fazer a barba. Trouxemos toda a estrutura do salão para cá. E não é só quem trabalha aqui, os visitantes passam e fazem o corte”, disse Batista, que garante a presença no próximo ano.

Matheus Thomas, técnico em Edificações, acompanha a mãe que expõe há mais de 30 anos na Festa do Boi, e resolveu dar um jeito no cabelo e na barba. “Eu estava com o tempo livre e fiz logo o que precisava. É bacana eles buscarem novos públicos, inovar é sempre bom”, afirmou.

Para a diversão, foi montado um karaokê na Festa do Boi. O autônomo Edmilson Oliveira está expondo pela primeira vez na Festa, uma forma de fazer propaganda do produto. “Eu cheguei há pouco tempo no estado e quero apresentar o meu serviço, e a propaganda é a alma do negocio. Mesmo que eu não tenha um bom retorno financeiro, com certeza eu terei resultados futuros graças a minha exposição aqui”.

DE BARBEARIA À SEGURANÇA, O EVENTO ATINGE DIVERSOS PÚBLICOS E MOVIMENTA DIVERSOS SEGMENTOS

Foco no Agropecuarista

A Festa do Boi é uma oportunidade para os empresários mostrarem serviços que antes não eram vistos, mas que têm grande importância para o segmento. Rodrigo Hosken, gerente de uma empresa de segurança, contou que não existe público definido para o serviço que presta e os agropecuaristas não se preocupavam com a segurança do seu patrimônio.

“Agora, além das fazendas, os animais chegam a valer milhões de reais. São valiosos, campeões por serem de raça de alto desempenho, dessa forma, são investimentos. É uma demanda reprimida, que o mercado precisa atender”, disse. Equipamentos como controle de acesso, câmeras, sensores de presença são alguns dos produtos oferecidos a nova clientela. Hosken completa que cada cliente tem uma necessidade diferente, de acordo com sua produção, e a empresa tem que se adequar a sua realidade.

As consultorias também se adaptaram ao segmento agropecuário. Eduardo Melo, consultor, explicou que é necessária uma gestão de pecuária profissional, com o planejamento da atividade, para tornar rentável e promissora. “Analisamos a realidade da fazenda e qual o projeto que pode ajudar e melhorar a produção, tornando-a viável. Criamos um sistema informatizado para o rebanho, como também de estoque e do financeiro. Notamos hoje um processo de transição da pecuária do passado que hoje precisa ser de eficiência, tornando-a mais profissional”, analisou o consultor, que também é Engenheiro Agrônomo.

Com a consultoria, Melo conta que fazendeiros já quadruplicaram sua produção e pensam em outras maneiras de agregar eficiência a outras atividades na fazenda. Para ele, os cases ajudam no convencimento do fazendeiro mais tradicional para aderir ao trabalho, com foco na modernidade. “O fazendeiro tem que olhar para a produtividade e tirar o máximo que puder dos seus produtos. Não precisa ter o melhor maquinário, gastar em tecnologia, tem que saber o que realmente precisa para mudar e melhorar a produção”, afirmou.

PSL-RN alerta sobre grupo “Opressores” que se define falsamente como eleitores de Bolsonaro

PARTIDO DO CANDIDATO A PRESIDÊNCIA JAIR BOLSONARO, FAZ ALERTA AOS ELEITORES.(PATRICIA MONTEIRO/BLOOMBERG/BLOOMBERG)

O diretório estadual do Partido Social Liberal (PSL-RN) divulgou hoje (16), uma nota onde faz um alerta sobre um falso grupo, denominado “Opressores”, que vem, segundo o texto,”postando nas redes sociais, mensagens dissimuladas e criminosas, impregnadas de termos chulos, difamatórios e contraditórios” ao candidato a presidência da República, Jair Bolsonaro. No comunicado, o partido ainda pede ajuda dos eleitores do candidato, no sentido de “descartar” mensagens enviadas pelo grupo e repassar a nota para o maior número de pessoas.

Leia:

NOTA

A Coordenação Geral do PSL-RN alerta a todos os eleitores do futuro Presidente Jair Bolsonaro sobre um grupo denominado OPRESSORES, que falsamente se define como sendo de eleitores de Bolsonaro e vem postando, nas redes sociais, mensagens dissimuladas e criminosas, impregnadas de termos chulos, difamatórios e contraditórios que comprometem a lisura do nosso candidato.
Comunica a todos que tais mensagens devem ser descartadas para que não venham a confundir o nosso eleitor com relação ao Programa do Governo Bolsonaro, direcionado, acima de tudo, para os bons costumes de toda a sociedade brasileira.
Pelo exposto, solicita que repassem esta nota para que o maior número de pessoas tenha ciência da existência do mencionado grupo e, com isso, tais mensagens falaciosas sejam definitivamente extirpadas das redes sociais.

Natal, 16 de outubro de 2018.

General Araujo Lima
Coordenador Geral

Jornalista Gil Gomes morre aos 78 anos em São Paulo

Gil Gomes em 2002 — Foto: Agilberto Lima/Estadão Conteúdo

FAMOSO NA CRÔNICA POLICIAL, ELE PASSOU MAL EM CASA NA NOITE DE SEGUNDA. (FOTO: AGILBERTO LIMA/ESTADÃO CONTEÚDO)

O jornalista e radialista Gil Gomes morreu na madrugada desta terça-feira (16) em São Paulo. Famoso na crônica policial, ele tinha 78 anos.

Na noite de segunda, o jornalista passou mal em sua casa, no bairro Jardim da Saúde, Zona Sul da capital. Ele foi socorrido por equipe do Samu e levado para o pronto-socorro do Hospital São Paulo. A morte foi confirmada nesta madrugada. Ainda de acordo com a assessoria do centro médico, ele morreu em decorrência de um câncer.

Cândido Gil Gomes Jr. nasceu na Mooca, bairro de imigrantes italianos de São Paulo, em 1940. Dono de uma voz potente, começou a carreira jornalística aos 18 anos, em uma rádio, como locutor esportivo. Na época, não pensava em cobrir crimes. “Polícia sempre me cheirara a coisa de mundo cão”, disse em entrevista à “Folha de S.Paulo” em 2008.

A entrada no “mundo cão” ocorreu em 1968, na Rádio Marconi. Lá, deixou a crônica esportiva para cobrir reportagens de temas variados. Se destacou ao cobrir, ao vivo, um caso de agressão sexual ocorrido no prédio onde trabalhava.

A partir daí, aprimorou a narrativa que o marcou na crônica policial brasileira.

Nos anos 90 integrou a equipe do popular “Aqui Agora”, do SBT. Manteve no vídeo a entonação de suspense que criou no rádio, acrescentando ao estilo um gesto circular que fazia com a mão e camisas com estampas coloridas. Depois do “Aqui Agora”, trabalhou em outras emissoras.

Gil Gomes ficou afastado da TV por mais de 10 anos devido a problemas de saúde relacionados ao Mal de Parkinson, doença diagnosticada em 2005. Em 2016, aos 76 anos, foi convidado a participar com comentários em um programa de TV patrocinado por uma rede de farmácias.

G1

Líderes do PDT nacional pedem “cassação” imediata de Carlos Eduardo; assessor garante que ele teve aval do Diretório Nacional para apoiar Bolsonaro

CANDIDATO AO GOVERNO DO RN, CARLOS EDUARDO DESCUMPRU ORDENS DO PARTIDO, AO DECLARAR APOIO AO PRESIDENCIÁVEL JAIR BOLSONARO.

Um grupo de 12 membros do diretório nacional do PDT pediu, por meio de uma nota, a expulsão do ex-prefeito e candidato ao governo do RN, Carlos Eduardo Alves (PDT) dos quadros do partido, além da cassação do registro de sua candidatura por infidelidade partidária, por descumprir a determinação nacional de proibir que seus membros declarem apoio a Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial. No entanto, o coordenador de Comunicação da campanha de Carlos Eduardo, jornalista Rubens Lemos, garante, que ele recebeu o aval do Diretório Nacional do partido para apoiar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). “Não há problema”, ressalta o jornalista.

Segundo Lemos a nota sobre a eventual cassação e expulsão de Carlos Eduardo, não causa problemas para o ex-prefeito de Natal. “O candidato recebeu aval da Direção Nacional do PDT com quem esteve pessoalmente e comunicou o apoio ao candidato Jair Bolsonaro. Sem problema alguma. Há declaração de Carlos Lupi sobre o tema na FSP”, afirmou.

No dia 13 deste mês, um grupo de líderes do Diretório Nacional do PDT solicitou à Comissão de Ética do partido a expulsão e cassação de todos os candidatos que apoiam, neste segundo turno, o presidenciável do PSL, dentre eles Carlos Eduardo.

A solicitação deve ser julgada somente após às eleições.

Além de Carlos Eduardo, também foram enquadrados na Comissão de Ética do partido Amazonino Mendes que disputa o Governo do Amazonas e Odilon Oliveira que disputa o Governo do Mato Grosso do Sul.

Leia a nota:

Aos membros da Comissão de Ética do PDT,

Resistir ao fascismo é preciso! Pelo Trabalhismo!

O atual momento conjuntural nos inspira responsabilidade em meio a escalada do neofascismo. Em meio aos erros coletivos da esquerda, entre o extremo pragmatismo e o sectarismo, a criminalização da política através da Lava Jato e os consecutivos erros do Partido dos Trabalhadores (PT) na gestão de Dilma Rousseff resultaram no crescimento do neofascismo e do ativismo político da nova direita desde as jornadas de junho de 2013.

É impensável e inadmissível, como Partido, nos silenciarmos e sermos cúmplices diante dos quase 47% dos votos válidos de Jair Bolsonaro (PSL) no 1º turno, além do assustador crescimento da bancada reacionária do PSL, de 8 deputados federais para 52 e elegendo dois senadores no Rio de Janeiro e em São Paulo. Inclusive, o eleito pelo estado paulista pertenceu as nossas fileiras e foi eleito deputado federal pela nossa organização em 2014.

Logo, em um momento insigne como este na História do Brasil Contemporâneo, o Partido precisa tomar medidas enérgicas. Até porque o PDT, como Partido, é um sujeito coletivo e, como tal, precisa externar em público as suas posições ao conjunto da sociedade. Como diria Leonel Brizola, o processo social é um fato presente na vida sociopolítica do país e cabe ao PDT tomar para si a postura de protagonismo político.

Sem a candidatura de Ciro Gomes, o fascismo teria vencido no primeiro turno.

Mas como o PDT não está no 2º turno, é preciso respeitar os 13.344.366 votos dados ao Ciro Gomes. Votos que apostaram no ressurgimento do trabalhismo no cenário político nacional e deram o novo rumo para a esquerda nacionalista. Hoje somos a alternativa de médio prazo para o povo brasileiro. E precisamos, mais do que nunca, passar uma mensagem clara, na condição de partido nacionalista, trabalhista e popular, contra o fascismo. Somos um partido de esquerda, antifascista e anti-imperialista!

Logo, a primeira medida que exigimos, em defesa da idoneidade ideológica do Partido e de sua imagem junto à sociedade é a EXPULSÃO PÚBLICA, SUMÁRIA E IRREVOGÁVEL de três candidatos a governador que ostensivamente externaram o seu apoio público a Jair Bolsonaro, conforme o que está previsto no Art. 64, alínea c do Estatuto do PDT e por não seguirem o previsto no Art. 9°, III e VIII do Estatuto do PDT, após a decisão tomada em Brasília pela Executiva Nacional do PDT no dia 10 de outubro de 2018 em apoio crítico a Fernando Haddad contra o fascismo.

– AMAZONINO MENDES

– CARLOS EDUARDO ALVES

– ODILON DE OLIVEIRA

No caso de Amazonino Mendes, além de boicotar sistematicamente a campanha de Ciro Gomes no Amazonas no decorrer do 1º turno, na manhã de 8 de outubro de 2018 ele externou em público o seu apoio oficial ao Jair Bolsonaro, recebendo o aplauso dos transeuntes. Não se importou em momento algum com qualquer princípio trabalhista e, sem qualquer decoro, age à revelia do Estatuto e das resoluções expressas pela Executiva Nacional e pela XXIV Convenção Nacional do PDT, realizada no dia 20 de julho de 2018 em Brasília.

Em relação a Carlos Eduardo Alves, já foi expresso em sites locais do Rio Grande do Norte as tentativas de articulação do candidato a Jair Bolsonaro no 2º turno, para se contrapor à Fátima Bezerra (PT). A necessidade de vencer as eleições não é maior que a IDENTIDADE IDEOLÓGICA EM DEFESA DO TRABALHISMO. Portanto, é inconcebível qualquer flerte ao neofascismo, em tempos graves como este, sob a iminência da vitória de Jair Bolsonaro. Para agravar a situação, o mesmo faria declaração pública a favor de Jair Bolsonaro no programa eleitoral do PDT do RN no segundo turno.

No que tange a Odilon de Oliveira, além do apoio dado a Bolsonaro, seus apoiadores fazem campanha aberta ao candidato do PSL à Presidência. E como não se bastasse isso, o mesmo Odilon chegou a afirmar, em uma rádio com bastante audiência em Campo Grande-MS, a sua apologia ao regime ditatorial pós-1964, afirmando que ela teve os seus saldos positivos ao país, em https://www.campograndenews.com.br/politica/odilon-chama-ditadura-de-governo-militar-e-provoca-polemica.  E os materiais de campanha, além da live feita no lançamento do Comitê Odilon/Bolsonaro, em https://www.facebook.com/juizodilon/videos/1314395152034759/

Se não bastasse apenas os três candidatos a governador, o Deputado Estadual Ênio Bacci apresentou em público em 8 de outubro de 2018, já no segundo turno o seu apoio oficial a Bolsonaro – o que é algo vergonhoso e inconcebível à nossa organização. A citação é expressa claramente em http://www.osul.com.br/deputado-enio-bacci-do-pdt-anuncia-apoio-a-bolsonaro-ele-nao-e-ladrao/e em https://polibiobraga.blogspot.com/2018/10/deputado-enio-bacci-pdt-do-rs-abre.html?m=1.

E assim como ele, vários dirigentes municipais de Partido, vereadores e prefeitos espalhados pelo Brasil afora que, no uso de suas prerrogativas, externaram o seu apoio político a Bolsonaro no 1º turno.

Logo, solicitamos a expulsão imediata dos três candidatos a governador e a cassação imediata dos seus registros de candidatura, em defesa do trabalhismo. Transigir com o fascismo e com quadros de quinta coluna é o primeiro grande passo para a perda definitiva de nossa identidade político-ideológica, gerando precedentes para admitir até a filiação aberta de neonazistas que disputem cargos eletivos no PDT. Seria vergonhoso, na História do Brasil, um Partido com a história de lutas como o PDT abrigar em seu seio notórios oportunistas que flertam, paqueram e transam abertamente com o fascismo.

A expulsão de cada um dos três candidatos a governador e de Ênio Bacci é a defesa de todos aqueles que, como João Goulart, Leonel Brizola, Doutel de Andrade e Manoel Dias, foram proscritos por Atos Institucionais (AI’s) e/ou foram exilados. A expulsão de todos os que apoiam Bolsonaro é em respeito ao direito do trabalhador, ameaçado por propostas como o fim do 13º salário (conquista nossa no Governo Jango), o adicional de férias (conquista nossa com Vargas) e o aumento de 20% no Imposto de Renda, afetando a vida de trabalhadores e da classe média.

A expulsão de todos é em defesa dos Direitos Humanos do povo brasileiro. Defender a expulsão de todos os supracitados é defender a causa da mulher, do negro, do índio, da população LGBT, do jovem, do nordestino, do inválido e dos aposentados. O expurgo sumário de Amazonino Mendes, Carlos Eduardo Alves, de Odilon de Oliveira e de Ênio Bacci é em DEFESA DA NOSSA HISTÓRIA E DA NOSSA IDEOLOGIA TRABALHISTA!

Transigir com o fascismo, sem expulsar eles e quem quiser apoiar Bolsonaro, significa ESCARRAR E CUSPIR COM O NOSSO LEGADO. ASSASSINAR NOSSOS PRINCÍPIOS! ESTUPRAR A MEMÓRIA E O ENSINAMENTO DOS NOSSOS ÍCONES E LÍDERES TRABALHISTAS! JOGAR NA LATA DO LIXO A HISTÓRIA DE BRAVOS DIRIGENTES, PARLAMENTARES, TEÓRICOS E MILITANTES, CONHECIDOS OU ANÔNIMOS QUE DERAM A SUA VIDA EM PROL DO PDT E DO PAÍS!

Logo, queremos a expulsão sumária dos quatro e de qualquer um que, nos estados espalhados pelo Brasil afora, fizer campanha aberta ao Bolsonaro, com declaração midiática, pelas redes sociais ou qualquer outro meio que seja expresso esse apoio.

E queremos, em nome da nossa identidade ideológica, defender o voto de resistência ao fascismo. O nosso voto, como trabalhistas, é em defesa da nação e dos interesses do povo brasileiro. Não abriremos mão desse valor, mesmo sabedores que nem o PT e muito menos Bolsonaro possuem sequer qualquer projeto popular de libertação nacional e de desenvolvimento do país.

Logo, em face da iminência da vitória do neofascismo a ser legitimado nas urnas, o PDT precisa denunciar e alertar o povo brasileiro, orientando o voto crítico a Fernando Haddad (PT). O voto será dado não ao PT, mas contra a vitória do fascismo nas urnas.

E ao mesmo tempo, o Partido, em coerência com a sua linha, explicará ao povo brasileiro que o seu voto é em defesa do Estado Democrático de Direito. Mais ainda: o PDT assegurará que, eleito qualquer presidente, assumirá a sua posição como oposição independente, autônoma e nacionalista de esquerda. E mais: que a candidatura de Ciro Gomes à Presidência em 2022 é irrevogável e compromisso moral dos trabalhistas com o povo brasileiro.

É preciso coragem para assumir as posições!

Vamos honrar o nosso Partido! Sermos dignos de nossa História!

Combate aos quinta colunas, infiltrados, oportunistas e fascistas no seio da nossa organização!

O PDT pertence ao povo brasileiro!

O PDT é um partido popular de esquerda!

Nós somos nacionalistas! Somos um partido socialista!

Vamos honrar a memória de nossos líderes! Não vamos envergonhar a nossa história. Não podemos ser pusilânimes. Nem desfibrados!

SOMOS INIMIGOS DO FASCISMO!

Acabou o tempo do pragmatismo. É hora de assumirmos a nossa posição como trabalhistas!

Ousar lutar! Ousar resistir! Ousar vencer!

Logo, solicitamos a expulsão de Amazonino Mendes, Carlos Eduardo Alves, de Odilon de Oliveira e de Ênio Bacci de acordo com o previsto nos Art. 61, 62 e 64, alínea “c” do Estatuto do PDT.

Saudações Trabalhistas!

Brasil, 13 de outubro de 2018

Assinam o documento:

Wendel Pinheiro – Membro do Diretório Nacional do PDT

Júlio Rocha – Membro do Diretório Nacional do PDT

Rafael Galvão – Membro do Diretório Nacional do PDT

Lauri Bernardes – Secretário-Geral Nacional do MCDR

Joelma Santos – Vice-Presidente FLB-AP /Amapá e Membro do Diretório Nacional do PDT.

Jorge Eremites de Oliveira – Membro do Diretório Municipal do PDT Pelotas e do Movimento Cultural Darcy Ribeiro do PDT-RS.

Leonardo Moraes Jr. – Coordenador MCDR-PDT  do Sudeste / PR

Ricardo Pinheiro – Advogado Membro do Diretório Estadual RJ e da Executiva do PDT NITEROI

Felipe Pinheiro – Membro da Executiva Estadual do PDT/SP. Presidente Estadual do PDT Diversidade SP

Douglas Rafael Duarte – Secretário Geral da JS/RS e Presidente do PDT de Piratini-RS

Carla de Lima Maximila  – Vice presidente Diversidade RS /  Presidente PDT – Chuí-RS

Tiago Veras –  Membro do Diretório Nacional  do MCDR-PDT  / BA

VÍDEO: Cid Gomes cobra mea culpa do PT, bate boca com militantes e é vaiado

Ao lado do governador Camilo Santana (PT), o senador eleito Cid Gomes (PDT) cobrou ontem um mea culpa do partido durante encontro que abriu a campanha de Fernando Haddad no Ceará no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSL).

“Eu conheço o Haddad, é uma boa pessoa. Tenho zero problema de votar nele”, disse o ex-governador do Estado a um auditório lotado de filiados e simpatizantes do PT.

“Mas aí fica para algum companheiro do PT que me suceda aqui na fala: se quiser fazer um exemplo para o País, tem de fazer um mea culpa. Tem de pedir desculpas, tem que ter humildade e reconhecer que fizeram muita besteira”, completou.

Numa fala de dez minutos, o ex-governador distribuiu críticas fartas à postura da legenda durante o primeiro turno e ao ex-presidente Lula. O pedetista também bateu boca com militantes petistas, que vaiaram o ex-ministro. Em resposta, Cid os chamou de “babacas” e “otários”.

Irmão do ex-presidenciável Ciro Gomes, terceiro colocado na disputa ao Planalto, o senador eleito acrescentou: “Não admitir o mea culpa, os erros que cometeram, isso é para perder a eleição e é bem feito”.

A plateia então passou a gritar o nome de Lula e a entoar cantos de “Lula livre”.

“Lula o quê?”, perguntou Cid. “Lula está preso, babaca. Isso é o PT. E o PT desse jeito merece perder. Só pra rimar. Vão perder feio porque fizeram muita besteira. Porque aparelharam as repartições públicas. Porque acharam que eram donos de um país, e o Brasil não aceita ter dono.”

Antes de encerrar a fala, Cid se despediu, ainda sob vaias: “Beijinho, beijinho, e tchau, tchau”.

Considerada fundamental para as forças pró-Haddad no Ceará, a participação de Cid no ato já prenunciava o desconforto do grupo político dos Ferreira Gomes.

O pedetista, principal articulador da campanha de Ciro à Presidência, chegou junto com Camilo ao auditório do Marina Park, onde já o aguardava a cúpula do PDT no Estado.

Estavam lá o deputado eleito Salmito Filho, o presidente da Assembleia Legislativa Zezinho Albuquerque, o deputado Tin Gomes e o prefeito de Sobral e irmão de Cid, Ivo Gomes, além da vice-governadora, Izolda Cela.

Instado a falar – o discurso de Cid abriu o evento, que se encerraria pouco tempo depois -, o pedetista expôs a insatisfação diante da tentativa do PT de costurar no segundo turno uma participação mais efetiva de Ciro e do PDT na campanha de Haddad.

“Todo mundo sabe que eu votei noutro candidato no primeiro turno, não sabe?”, começou o ex-governador. “E isso não é uma transição tão fácil. Acho que, pra essa transição acontecer, muita coisa teria que ter acontecido.”

Cid se referia ao isolamento imposto pelo PT a Ciro ainda em agosto, quando as tentativas de acordo do PDT com PSB e PCdoB fracassaram após intervenções da legenda de Lula.

Em seguida, o senador eleito falou que havia duas alternativas para o seu partido. “Uma é a gente fazer de conta… Futebol é isso mesmo, tem dois turnos, e no segundo turno a gente tem que escolher. Para mim, tudo bem”, respondeu. “Ora, eu já votei no Eunício (Oliveira). Para votar no Haddad, eu voto com muito mais prazer ainda.”

A segunda alternativa seria, “se a gente quer, daqui do Ceará, dar um exemplo para o Brasil”, fazer um mea culpa.

Ao discursar, porém, Camilo esquivou-se dessa tarefa. “Nosso objetivo aqui não é fazer uma análise política. Meu primeiro objetivo aqui é agradecer a vocês pelo resultado deste ano no Estado do Ceará”, disse o governador.

“Eu entendo tudo que o Cid falou aqui. Cada um tem a liberdade de se expressar, mas o Cid tomou a decisão de vir pra ajudar a construir a grande vitória do Haddad no Ceará. Esse é o momento de nos unirmos.”

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DURANTE ENCONTRO DA CAMPANHA DE FERNANDO HADDAD NO CEARÁ, CID GOMES EXIGIU AUTOCRÍTICA DO PARTIDO E FOI VAIADO POR PETISTAS

Fonte: O Povo

“O bem contra o mal”: Coronel Azevedo diz que Fátima tem apoio das facções e Carlos Eduardo é o ‘candidato da ordem’

AZEVEDO PARTICIPOU DO ATO DE APOIO DO PREFEITO ROSANO TAVEIRA E 13 VEREADORES A CARLOS EDUARDO E COMPAROU OS CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO

Eleito deputado estadual com 27.606 votos, o Coronel André Azevedo(PSL) disse nesta segunda-feira(15), em Parnamirim, que a vitória de Carlos Eduardo para governador e Jair Bolsonaro para presidente será um “choque de ordem na segurança pública” e o fim do derramamento de sangue das mortes de inocentes e policiais. “O segundo turno é a luta do bem contra o mal”.

Azevedo participou do ato de apoio do prefeito Rosano Taveira e 13 vereadores a Carlos Eduardo e comparou os candidatos ao Governo do Estado. “Carlos Eduardo apoia a família, é um administrador competente, defende a lei, enquanto sua adversário tem apoio de chefe de facção criminosa gravado. Gravação considerada verdadeira pela Secretaria de Segurança Pública. Vamos comparar e votar Carlos Eduardo contra a violência e não a favor dos bandidos”.

Pesquisa Ibope: Bolsonaro tem 59%; Haddad, 41%

JAIR BOLSONARO (PSL): 59% FERNANDO HADDAD (PT): 41%

Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial.O levantamento foi realizado na sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 59%
Fernando Haddad (PT): 41%

A pesquisa Ibope foi contratada pela TV Globo e O Estado de S.Paulo. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 13 e 14 de outubro com 2506 eleitores em 176 municípios. Ela foi calculada com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança: 95%
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. Ela teve o registro BR‐01112/2018 no TSE

G1

Aliados de Bolsonaro já fazem disputa por espaço e indicações de ministros

A ACOMODAÇÃO DE FORÇAS NO ENTORNO DE BOLSONARO TAMBÉM É VISTA ENTRE A NOVA E EMERGENTE BANCADA DO PSL.
(FOTO: SERGIO LIMA/PODER)

Grupos aliados de Jair Bolsonaro (PSL) estão se enfrentando pela primazia na indicação de nomes de seu ministério, criando atritos no entorno do presidenciável a menos de duas semanas do segundo turno da eleição.

O mais recente foco é o Ministério da Saúde. O grupo liderado pelo comando do partido de Bolsonaro fez circular na semana passada o nome de Henrique Prata, diretor do Hospital Amor (antigo Hospital do Câncer de Barretos).

Bolsonaro gosta do médico, mas divulgou um áudio no fim de semana a aliados negando o convite para o caso de vitória no segundo turno.

Na quinta (11), havia feito a mesma declaração à Rádio Jornal de Barretos. “Nunca conversamos sobre essa possibilidade. Não quero desmerecê-lo, quero restabelecer a verdade”, disse à emissora.

Prata é defendido pela dupla do Rio, como são conhecidos Gustavo Bebianno e Paulo Marinho, respectivamente presidente interino do PSL e suplente de Flávio, o filho de Bolsonaro eleito senador pelo partido no estado.

Marinho, empresário, tem ligações com a comunidade médica paulista.

É próximo do cardiologista Roberto Kalil, a quem pediu que enviasse uma equipe do Hospital Sírio-Libanês para atender Bolsonaro em Juiz de Fora logo após o atentado a faca que o candidato sofreu, em setembro.

Já o chamado grupo dos generais, formado por oficiais da reserva responsáveis pelo programa de governo do presidenciável, e o economista Paulo Guedes têm outro nome em mente.

Querem que a Saúde seja ocupada por médico Nelson Teich, presidente do centro de oncologia COI, do Rio.

Ele esteve na semana passada com Bolsonaro para deixar seus planos, que passam por um programa de racionalização de gestão —tema de seu mestrado na Universidade de York, no Reino Unido.

O grupo, contudo, não quer forçar o nome de Teich para evitar sinalizar publicamente suas desavenças com a dupla do Rio na reta final da campanha. Além disso, Bolsonaro é quem sempre tem a palavra final, de todo modo.

Faturas amargas passadas, contudo, tenderão a emergir após a campanha. Bebianno, por exemplo, travou ríspidas discussões com quase todos os grupos que orbitam a candidatura —e, na maioria das vezes, as venceu, deixando ressentimentos pelo caminho.

Outra aresta se encontra na escolha do nome para a nova pasta que submeterá o Meio Ambiente à Agricultura, caso o deputado vença o pleito.

O nome natural para os aliados mais antigos de Bolsonaro é o de Luiz Antonio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista e um dos primeiros apoiadores da candidatura do PSL.

Na quinta passada, 18 deputados da Frente Parlamentar da Agricultura foram reafirmar o apoio do grupo suprapartidário ao deputado, levando uma agenda com diversos pontos defendidos pelo setor.

Eles traziam também a sugestão de que o senador eleito Luiz Carlos Heinze (PP-RS) seria seu favorito.
Alertados por bolsonaristas de que isso seria lido como uma ofensa pelo presidenciável, que faz campanha montado na promessa de que não aceitará indicações políticas, não falaram nada. Mas o recado foi dado indiretamente.

Como publicou o Painel da Folha nesta segunda, Nabhan não tem apoio na frente e na Confederação Nacional da Agropecuária, embora seja bem aceito pelo setor produtivo —que será o fator determinante para a escolha, segundo diz Bolsonaro.

A acomodação de forças no entorno de Bolsonaro também é vista entre a nova e emergente bancada do PSL.

Alguns campeões de voto do primeiro turno, como a deputada federal eleita Joice Hasselmann (SP) e a deputada estadual Janaina Paschoal (SP), têm enfrentado resistências.

Um episódio exemplar foi a tentativa de gravação de apoio do presidenciável ao candidato a governador João Doria (PSDB-SP), na sexta-feira.

Joice fez a intermediação com Bebianno e levou o tucano à casa de Marinho, no Rio. Bolsonaro, em acordo com o senador eleito Major Olímpio (SP), desafeto de Doria, deu o bolo no candidato.

Líder do PSL-SP, Olímpio já declarou voto no governador paulista, Márcio França (PSB).

Segundo amigos, Janaina vem se queixando do que considera falta de diretrizes unificadas na campanha —de resto, uma marca do modus operandi de Bolsonaro ao longo do ano. A Folhanão conseguiu falar com ela sobre o tema.

FOLHAPRESS