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Categoria: outubro 13, 2018

TSE determina que filho de Bolsonaro retire conteúdo falso sobre Haddad

TSE DETERMINOU QUE FILHO DE BOLSONARO RETIRASSE BOATOS SOBRE HADDAD DAS REDES SOCIAIS. (FOTO: SERGIO LIMA)

O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Carlos Horbach determinou que o Facebook e o Twitter retirassem notícias falsas relacionadas ao candidato a presidente Fernando Haddad (PT).

O conteúdo foi compartilhado pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), filho do concorrente de Haddad na disputa pelo Planalto, Jair Bolsonaro (PSL). O diretório do PSL no Rio de Janeiro também propagou os boatos na internet.

“Será que isso sai nos jornais? Olha o que o Haddad falou ao sair da PF de Curitiba! Promessa de campanha: o Lula subir a rampa com ele em 01.01.2019! Isso é uma afronta aos brasileiros de bem! #PTNuncaMais”, conta em trecho de conteúdo falso divulgado nas redes sociais.

O candidato a presidente Bolsonaro comentou a notícia falsa em vídeo publicado na internet.

O ministro do TSE afirmou que Bolsonaro, seu filho, e a página do PSL reforçam a capacidade de desinformação do conteúdo.

“A capacidade de desinformação do material sob enfoque é reforçada pelo fato de ter sido divulgada pela página do próprio Partido Social Liberal do Estado do Rio de Janeiro no Facebook e pelo perfil de Carlos Bolsonaro no Twitter, bem como pelo fato de existir vídeo do candidato Jair Messias Bolsonaro corroborando a versão incorreta”.

Poder

Corrida fecha Av. Rodrigues Alves neste domingo (14)

A LARGADA ACONTECE NA ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO RN, QUE FICA NA AV. HERMES DA FONSECA, VIZINHO AO AEROCLUBE.

Neste domingo (14) ocorrerá na Corrida dos Médicos nos bairros de Tirol e Petrópolis entre 07h e 09h. É o que informa a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU).

A largada acontece na Associação Médica do RN, que fica na Av. Hermes da Fonseca, vizinho ao Aeroclube. A partir dai, os corredores entram na Rua Joaquim Fagundes e seguem pela Av. Rodrigues Alves até a Rua Potengi, de onde retornam pelo mesmo percusso até o ponto de chegada, que também é na Associação Médica.

Não haverá mudanças no itinerários das linhas do sistema de transporte público, havendo apenas uma operação “pare e siga” no cruzamento da Rua Mossoró com a Av. Rodrigues Alves. Já no ponto de largada, a pista sentido Petrópolis/Zona Sul será dividida com cones entre os corredores e os demais veículos.

Em caso de dúvidas os usuários podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156– ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

Acumulada, Mega-Sena pode pagar hoje prêmio de R$ 27 milhões

Mega-Sena, loterias, lotéricas

MEGA-SENA. (FOTO: MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL)

O concurso 2.087 da Mega-Sena será sorteado hoje (13) à noite, no Caminhão da Sorte da Caixa Econômica Federal em Joaçaba (SC), e deve pagar um prêmio de R$ 27 milhões.

Segundo cálculos da Caixa, caso o valor do prêmio seja aplicado totalmente em uma conta poupança, renderia mais de R$ 100 mil por mês. A quantia também seria suficiente para adquirir 20 apartamentos de luxo, mobiliados, com carro na garagem, nas localidades mais valorizadas do país.

No concurso 2.086, realizado na última quarta-feira (10), nenhum apostador acertou as seis dezenas – 04, 35, 43, 46, 47 e 53. Na segunda faixa de números anunciados, que abrange cinco acertos na cartela, 33 apostas levaram o prêmio, de R$ 68.459,21 cada. Outras 4.355 apostas acertaram quatro números e receberam R$ 741,07 cada.

Interessados em participar do sorteio de hoje podem fazer suas apostas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas do país. A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50.

Agência Brasil

ONU se diz ‘profundamente preocupada’ com violência na eleição brasileira

O MESTRE DE CAPOEIRA E COMPOSITOR MOA DO KATENDÊ, QUE FOI MORTO APÓS UMA DISCUSSÃO SOBRE POLÍTICA (FACEBOOK/REPRODUÇÃO)

A Organização das Nações Unidas (ONU) diz estar “profundamente preocupada” com o clima de violência nas eleições brasileiras e pede que líderes políticos nacionais condenem explicitamente tais atos. Numa declaração emitida nesta sexta-feira, em Genebra, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos deixou claro que a situação brasileira tem sido considerada como “delicada” por parte do organismo internacional e pede investigações imparciais sobre os crimes registrados.

O acirramento da política em meio à disputa eleitoral tem desembocado em episódios de violência física, facada contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) e até um assassinato. Nos últimos dias, foram registrados no país diversos casos de agressão por motivação política.

Na capital baiana, depois de se envolver em uma discussão na qual defendia o candidato petista, o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, foi assassinado a facadas dentro de um bar. Bolsonaro foi questionado sobre o assassinato. “A pergunta deveria ser invertida. Quem levou a facada fui eu. Se um cara lá que tem uma camisa minha comete um excesso, o que tem a ver comigo? Eu lamento, e peço ao pessoal que não pratique isso, mas eu não tenho controle.”

Na quarta-feira, ele voltou ao assunto em seu Twitter, já com um outro tom. “Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar.” Mas, em uma segunda postagem, ele disse haver um “movimento orquestrado forjando agressões” para o prejudicar, “nos ligando ao nazismo, que, assim como o comunismo, repudiamos”.

Na ONU, o apelo é pelo respeito. “Condenamos qualquer ato de violência e pedimos investigações imparciais, efetivas e imediatas sobre tais atos”, declarou a porta-voz do escritório da ONU, Ravina Shamdasani. “O discurso violento e inflamatório dessas eleições, especialmente contra LGBTI, mulheres, afrodescendentes e aqueles com visões políticas diferentes, é profundamente preocupante, especialmente dado os relatos de violência contra tais pessoas”, disse Ravina. “Pedimos a líderes políticos e aqueles com influência a publicamente condenar qualquer ato de violência durante esse período eleitoral delicado, e a chamar a todos os lados para que se expressem de forma pacífica e com o total respeito pelo direito dos demais”, completou a porta-voz.

A declaração não cita nem o nome do candidato Jair Bolsonaro e nem o de Fernando Haddad. Há cerca de um mês, a ONU condenou a facada contra Bolsonaro e, já naquele momento, afirmou estar preocupada com a tensão vivida no país. Nas últimas semanas, o Brasil está sendo alvo de um acompanhamento específico por parte das agências da ONU no que se refere às eleições presidenciais. A entidade decidiu fazer um monitoramento minucioso do que está ocorrendo no País, temendo que a principal democracia da América Latina possa ser afetada por um clima de tensão política inédita desde os anos 80.

Escritórios da ONU que lidam com política regional ou direitos humanos têm feito o acompanhamento, com detalhes sobre a situação atual e cenários. A informação tem servido de base para permitir que a cúpula da organização em Nova Iorque e em Genebra esteja atualizada sobre os acontecimentos e possa, eventualmente, reagir com declarações públicas. O monitoramento não significa qualquer tipo de envio de missão internacional ou dúvidas sobre o processo eleitoral por parte da entidade.

Fontes de alto escalão da ONU indicaram à reportagem que dois temas principais são monitorados: incidentes de violência e tensão durante o processo eleitoral e o impacto que o resultado poderia ter em termos geopolíticos no hemisfério ocidental já chacoalhado depois da chegada de Donald Trump ao governo dos EUA.

Antes de deixar o cargo, no final de agosto, o então Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, Zeid al Hussein, qualificou o discurso do candidato de “um perigo” para certas parcelas da população no curto prazo e para o “país todo” no longo prazo. Zeid foi substituído logo depois pela chilena Michelle Bachelet.

Veja

Caminhada alerta para prevenção ao câncer de mama neste domingo na Via Costeira

A CONCENTRAÇÃO ACONTECE ÀS 15H PRÓXIMA AO CENTRO DE CONVENÇÕES

O Cidade Viva terá um domingo diferente esta semana. E por uma boa causa. O projeto que se abre à prática de esportes e lazer da população e do turista todos os domingos em uma das faixas da Via Costeira abraçará o Outubro Rosa com a promoção da primeira edição da Caminhada Um Pé na Prevenção, aberto a todos que quiserem participar.

A concentração acontece às 15h próxima ao Centro de Convenções. Mil camisetas foram confeccionadas para a caminhada e todas já foram vendidas. Mas qualquer cidadão pode ir vestido da forma que quiser. O percurso de 2,5 quilôometros será o mesmo do Cidade Viva, do Centro de Convenções até o Wish Natal, onde estará montado palco para várias ações.

A campanha Outubro Rosa alerta para conscientização às mulheres e à sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e, mais recentemente, sobre o câncer de colo do útero. A prevenção, aliada a hábitos saudáveis evitam em até 28% a ocorrência do câncer de mama.

O Cidade Viva é um projeto promovido pelo Governo do Estado. Acontece todos os domingos, das 15h às 19h30 em uma das faixas da Via Costeira, que fica interditada da rotatória em frente ao Centro de Convenções até o Wish Natal para a prática de esportes, lazer, caminhada e contemplação. Para este domingo, a Caminhada Um Pé na Prevenção conta com promoção do Grupo Mulheres no FDS.

Bancada sindical perde representação na Câmara

PLENÁRIO DA CÂMARA FEDERAL.(FOTO:JOSÉ CRUZ/ARQUIVO AGÊNCIA BRASIL)

A bancada sindical na próxima legislatura, que começa no dia 1º de fevereiro de 2019, será menor do que na atual. Foram eleitos somente 33 representantes de sindicatos na última eleição para a Câmara Federal, contra os 51 que atualmente exercem mandato.

O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base nos dados oficial da Justiça Eleitoral. A partir do próximo ano serão 18 deputados a menos no debate dos interesses dos trabalhadores, como direitos previdenciários e trabalhistas.

A queda segue uma tendência que já vinha se verificando desde as eleições de 2014, quando a bancada sindical caiu de 83 para 51 membros. Segundo o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, um conjunto de fatores levou à redução da bancada sindical, que já foi uma das mais atuantes e representativas na Câmara.

Primeiro, as reformas trabalhista e sindical enfraqueceram as entidades que perderam poder para investir nas campanhas eleitorais. “Além disso, houve um erro de estratégia do movimento sindical, lançando muitas candidaturas, o que pulverizou os esforços”, afirmou.

Queiroz prevê momentos de dificuldades na atuação da bancada. “Com um ambiente hostil, de desregulamentação de direitos trabalhistas, e uma bancada menor, as dificuldades serão enormes”, disse.

Dos 33 deputados da bancada sindical, 29 foram reeleitos e quatro são novos. Com 18 eleitos, o PT é o partido com maior número de deputados sindicalistas, seguido do PCdoB (quatro), do PSB (três) e do PRB (dois). PDT, Pode, PR, PSL, PSol e SD elegeram um integrante cada.

Bancada sindical

Alice Portugal (PCdoB-BA)

Daniel Almeida (PCdoB-BA)

Jandira Feghali  (PCdoB-RJ)

Orlando Silva (PCdoB-SP)

André Figueiredo (PDT-CE)

Roberto de Lucena (Pode-SP)

Giovani Cherini (PR-RS)

João Campos (PRB-GO)

Roberto Alves (PRB-SP)

Lídice da Mata (PSB-BA)

Vilson da FETAEMG (PSB-MG)

Heitor Schuch (PSB-RS)

Delegado Waldir (PSL-GO)

Ivan Valente (PSOL-SP)

Paulão (PT-AL)

Afonso Florence (PT-BA)

Pellegrino (PT-BA)

Valmir Assunção (PT-BA)

Waldenor Pereira (PT-BA)

Leonardo Monteiro (PT-MG)

Padre João (PT-MG)

Patrus Ananias (PT-MG)

Vander Loubet (PT-MS)

Beto Faro (PT-PA)

Assis Carvalho (PT-PI)

Bohn Gass (PT-RS)

Marcon (PT-RS)

João Daniel (PT-SE)

Arlindo Chinaglia (PT-SP)

Agência Brasil

Senadores ligados a Bolsonaro participam neste domingo de carreata em apoio a Carlos Eduardo

MAGNO MALTA FAZ PARTE DA CONHECIDA BANCADA DA BALA, POR INTEGRAR A COMISSÃO DO SENADO FEDERAL, CONTRA AS DROGAS E NARCOTRÁFICO.

Com o objetivo de impulsionar a campanha do futuro Presidente da República, Jair Bolsonaro, chega a Natal, neste domingo por volta das 11h, o senador Magno Malta (PR-ES), acompanhado do senador José Medeiros, (Podemos-MT). O parlamentar desembarca no Aeroporto Aluízio Alves, de onde sai em Carreata de apoio ao candidato ao Governo do Estado, Carlos Eduardo (PDT).

Os dois senadores estão apoiando a candidatura do Deputado-Capitão, na corrida final do segundo turno da campanha 2018.

Magno Malta faz parte da conhecida Bancada da Bala, por integrar a comissão do Senado Federal, contra as drogas e narcotráfico.

Desde o início da campanha presidencial, o parlamentar vem apoiando Bolsonaro, tendo declinado do convite de integrar a chapa como candidato à vice-presidência do candidato do PSL.
Ainda no domingo, encontra-se com a direção do Partido Social Liberal (PSL-RN) e às 17h, embarca para Belo Horizonte, para se integrar às campanhas do segundo turno pró Jair Bolsonaro.

Igreja Universal diz que vai processar Fernando Haddad, do PT

IGREJA UNIVERSAL VAI PROCESSAR HADDAD. (FOTO:THEO MARQUES/ESTADÃO CONTEÚDO)

A Igreja Universal do Reino de Deus anunciou que vai processar por calúnia o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad. Em nota à imprensa, a igreja classifica as declarações como levianas, preconceituosas e criminosas.

Em entrevista coletiva hoje pela manhã, em meio às comemorações de um feriado católico, Haddad acusou o bispo Edir Macedo, fundador e líder da Igreja Universal, de ser “charlatão” e estar associado a Bolsonaro por uma aliança de “fome de dinheiro”.

“Sabe o que é o Bolsonaro? Ele é o casamento do neoliberalismo desalmado, representado pelo Paulo Guedes, um neoliberalismo desalmado que corta direitos trabalhistas e sociais, com o fundamentalismo charlatão do Edir Macedo”, disse Haddad. “Sabe o que está por trás dessa aliança? Em latim chama ‘auri sacra fames’: fome de dinheiro. Só pensam em dinheiro.”

A Igreja Universal chama o ataque de leviano e diz que ele só ocorreu porque o bispo Edir Macedo declarou voto em outro candidato. “Quando o Bispo Edir Macedo apoiou o Partido dos Trabalhadores (PT) e o ex-presidente Lula, o apoio era muito bem-vindo. Agora, quando o líder espiritual da Universal declara que seu candidato é Jair Bolsonaro, o Bispo Macedo deve ser ofendido de forma leviana?”

Em meio à campanha da eleição anterior à Presidência, Fernando Haddad esteve ao lado do bispo Edir Macedo na inauguração do Templo de Salomão, junto com a então presidente, Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.

Veja a nota completa:

A Igreja Universal do Reino de Deus repudia as declarações caluniosas e preconceituosas do candidato Fernando Haddad, proferidas nesta sexta-feira (12).

Com sua fala criminosa, o ex-prefeito de São Paulo desrespeita não apenas os mais de 7 milhões de adeptos da Universal apenas no Brasil, mas todos os brasileiros católicos e evangélicos que não querem a volta ao poder de um partido político que tem como projeto a destruição dos valores cristãos, como a família, a honra e a decência.

Quando o Bispo Edir Macedo apoiou o Partido dos Trabalhadores (PT) e o ex-presidente Lula, o apoio era muito bem-vindo. Agora, quando o líder espiritual da Universal declara que seu candidato é Jair Bolsonaro, o Bispo Macedo deve ser ofendido de forma leviana?

Atacando uma das maiores lideranças evangélicas do País, Haddad tenta incitar uma guerra religiosa ao dar essa declaração em um local sagrado aos católicos, em pleno feriado católico.

Charlatão é o candidato que mente para o povo para ser eleito.

Fome de dinheiro tem o partido político que assalta estatais e os cofres públicos para sustentar uma estrutura que a Justiça definiu como “organização criminosa”.

Em 2017, os programas sociais da Universal atenderam 9 milhões de brasileiros invisíveis aos governos: moradores de rua, viciados em drogas, presidiários e seus familiares, mulheres vítimas de violência doméstica, idosos abandonados, policiais militares oprimidos, jovens da periferia das grandes cidades, empresários falidos. Toda essa assistência é prestada a custo zero aos cofres públicos.

O candidato responderá na Justiça pelo ódio religioso que tenta espalhar e por suas calúnias.

De resto, o povo saberá dar resposta a ele.

Fonte: R7