1 de junho de 2018 às 15:50
1 de junho de 2018 às 15:50
O VALOR PASSARÁ DE R$ 177,71 PARA UMA QUANTIA ESTIMADA EM R$ 187,79
O governo federal reajustou hoje (1º) o valor do benefício do Bolsa Família. A medida já havia sido anunciada pelo presidente Michel Temer em abril. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o reajuste é de 5,67% no valor do benefício médio. Com a alteração, o valor passará de R$ 177,71 para uma quantia estimada em R$ 187,79.
O reajuste autorizado para o programa é maior que a inflação acumulada de julho de 2016 a março de 2018, que foi 4,01%. Segundo o governo, a suplementação orçamentária para este ano, para cumprir o reajuste, será de R$ 684 milhões.
Como funciona o programa
O programa de transferência de renda atende famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza, com renda familiar mensal per capita de até R$ 178 e R$ 89 respectivamente.
Além da complementação de renda, o programa garante acesso a direitos como educação, saúde e assistência social, e articulação com outras ações visando o desenvolvimento das famílias beneficiárias.
As famílias interessadas em entrar no programa devem se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O cadastramento pode ser feito nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou na gestão municipal do Bolsa Família e do Cadastro Único.
Atualmente, o programa transfere recursos a 13,7 milhões de famílias em todos os municípios do Brasil.
1 de junho de 2018 às 15:30
1 de junho de 2018 às 15:42
BLOQUEIOS EM RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS PREJUDICOU O ABASTECIMENTO DE MEDICAMENTOS NA UPA.(FOTO: ÉDIPO NATAN)
A Prefeitura de Parnamirim emitiu um comunicado onde informa a situação do abastecimento de medicamentos na Unidade de Pronto Atendimento – UPA Maria Nazaré, no bairro Nova Esperança. De acordo com o comunicado, a greve dos caminhoneiros afetou a normalidade do abastecimento e , com isso, os atendimentos estão restritos aos casos classificados com a cor vermelha – urgência. Os demais casos, devem se dirigir à Unidade Márcio Marinho em Pirangi.
Leia a nota:
A Prefeitura de Parnamirim, através da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) comunica que devido a greve dos caminhoneiros, que durou mais de dez dias, com bloqueios em rodovias federais e estaduais, o abastecimento de medicamentos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Maria Nazaré Silva dos Santos, localizada no bairro Nova Esperança ficou prejudicado.
Diante deste fato, a direção da unidade informa que a UPA está aberta, mas que os atendimentos estão restritos aos pacientes classificados com a cor vermelha, que são aqueles que necessitam de atendimento de urgência. Todos os pacientes classificados como azul, verde e laranja podem se dirigir à Unidade Márcio Marinho em Pirangi.
A direção da UPA reitera que todos os funcionários estão trabalhando normalmente, como também o laboratório.
1 de junho de 2018 às 15:18
1 de junho de 2018 às 15:18
O TANZ OFERECERÁ OFICINAS GRATUITAS DOS MAIS VÁRIOS ESTILOS DE DANÇA E ENTRADA FRANCA PARA A POPULAÇÃO
A 3º edição do Tanz Festival de Dança acontece desde quarta-feira (31), no Cine Teatro de Parnamirim, e só vai terminar no domingo (03). Durante os dias de Festival, o Teatro está aberto para bailarinos profissionais, amantes da dança e para o público em geral experimentar desta modalidade artística. Nesta sexta (01), a programação continua com oficinas gratuitas no Espaço Tanz, Mostras competitivas no Palco e workshops na Sala de Ballet.
“O Tanz está sendo um sucesso. O grau de troca de informações tem sido muito maior esse ano. As pessoas estão aprendendo mais, trocando mais informações técnicas. Além das oficinas do Espaço Tanz que são gratuitas e abertas ao público. E o mais interessante é que a população está se fazendo presente”, afirmou a diretora artística, Rosa Costa.
Logo na entrada do Festival, o grupo House Rangers se preparava para a foto oficial. Alguns deles já tinham participado do Tanz e repetiram a vinda ao Festival, tanto para a Mostra como para os cursos. “É um festival importante para a cidade, já que movimenta a cultura”, confirmou Jéssica Anarellies, que se apresenta com o grupo na Mostra Competitiva de Danças Urbanas.
O Tanz Festival de Dança é um lugar de aprendizado e trocas de informação sobre a dança. A bailarina pernambucana Diana Lóres participa pela segunda vez. “Considero o Tanz um dos melhores festivais nacionais. Do Norte e nordeste é o melhor. O feedback nas Mostras é sempre muito bom”, disse.
1 de junho de 2018 às 13:20
1 de junho de 2018 às 13:20
PEDRO PARENTE ESTAVA NOCOMANDO DA PETROBRAS HÁ DOIS ANOS.(FOTO:SERGIO MORAES/REUTERS)
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º) em caráter “irrevogável e irretratável”. Parente ficou estava há dois anos no comando da estatal.
De acordo com comunicado enviado ao mercado pela Petrobras, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo Conselho de Administração.
Em uma carta enviada ao presidente Michel Temer, com quem se reuniu na manhã desta sexta, Parente diz que a greve dos caminhoneiros e “suas graves consequências para a vida do país” desencadearam um debate “intenso e por vezes emocional” sobre as origens da crise. Parente disse ainda, que a política de preços da Petrobras adotada durante sua gestão foi colocada sob “questionamento”. Ele, porém, diz que os “resultados obtidos revelam o acerto do conjunto das medidas que adotamos, que vão muito além da política de preços”.
A política de preços de combustíveis da Petrobras foi um dos principais alvos dos caminhoneiros durante a paralisação da categoria nos últimos dias. Parente declarou em mais de uma ocasião que não mexeria nos preços e, diante disso, se viu pressionado e sofreu um grande desgaste no comando da estatal.
“Tenho refletido muito sobre tudo o que aconteceu. Está claro, sr. presidente, que novas discussões serão necessárias”, diz Parente na carta.
Leia a carta de demissão enviada por Parente ao presidente Michel Temer:
Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
Quando Vossa Excelência me estendeu o honroso convite para ser presidente da Petrobras, conversamos longamente sobre a minha visão de como poderia trabalhar para recuperar a empresa, que passava por graves dificuldades, sem aportes de capital do Tesouro, que na ocasião se mencionava ser indispensável e da ordem de dezenas de bilhões de reais. Vossa Excelência concordou inteiramente com a minha visão e me concedeu a autonomia necessária para levar a cabo tão difícil missão.
Durante o período em que fui presidente da empresa, contei com o pleno apoio de seu Conselho. A trajetória da Petrobras nesse período foi acompanhada de perto pela imprensa, pela opinião pública, e por seus investidores e acionistas. Os resultados obtidos revelam o acerto do conjunto das medidas que adotamos, que vão muito além da política de preços.
Faço um julgamento sereno de meu desempenho, e me sinto autorizado a dizer que o que prometi, foi entregue, graças ao trabalho abnegado de um time de executivos, gerentes e o apoio de uma grande parte da força de trabalho da empresa, sempre, repito, com o decidido apoio de seu Conselho.
A Petrobras é hoje uma empresa com reputação recuperada, indicadores de segurança em linha com as melhores empresas do setor, resultados financeiros muito positivos, como demonstrado pelo último resultado divulgado, dívida em franca trajetória de redução e um planejamento estratégico que tem se mostrado capaz de fazer a empresa investir de forma responsável e duradoura, gerando empregos e riqueza para o nosso país.
E isso tudo sem qualquer aporte de capital do Tesouro Nacional, conforme nossa conversa inicial. Me parece, assim, que as bases de uma trajetória virtuosa para a Petrobras estão lançadas.
A greve dos caminhoneiros e suas graves consequências para a vida do País desencadearam um intenso e por vezes emocional debate sobre as origens dessa crise e colocaram a política de preços da Petrobras sob intenso questionamento. Poucos conseguem enxergar que ela reflete choques que alcançaram a economia global, com seus efeitos no País.
Movimentos na cotação do petróleo e do câmbio elevaram os preços dos derivados, magnificaram as distorções de tributação no setor e levaram o governo a buscar alternativas para a solução da greve, definindo-se pela concessão de subvenção ao consumidor de diesel.
Tenho refletido muito sobre tudo o que aconteceu. Está claro, Sr. Presidente, que novas discussões serão necessárias. E, diante deste quadro fica claro que a minha permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente. Sempre procurei demonstrar, em minha trajetória na vida pública que, acima de tudo, meu compromisso é com o bem público. Não tenho qualquer apego a cargos ou posições e não serei um empecilho para que essas alternativas sejam discutidas.
Sendo assim, por meio desta carta, apresento meu pedido de demissão do cargo de Presidente da Petrobras, em caráter irrevogável e irretratável. Coloco-me à disposição para fazer a transição pelo período necessário para aquele que vier a me substituir.
Vossa Excelência tem sido impecável na visão de gestão profissional da Petrobras. Permita-me, Sr. Presidente, registrar a minha sugestão de que, para continuar com essa histórica contribuição para a empresa — que foi nesse período gerida sem qualquer interferência política — Vossa Excelência se apoie nas regras corporativas, que tanto foram aperfeiçoadas nesses dois anos, e na contribuição do Conselho de Administração para a escolha do novo presidente da Petrobras.
A poucos brasileiros foi dada a honra de presidir a Petrobras. Tenho plena consciência disso e sou muito grato a que, por um período de dois anos, essa honra única me tenha sido conferida por Vossa Excelência.
Quero finalmente registrar o meu agradecimento ao Conselho de Administração, meus colegas da Diretoria Executiva, minha equipe de apoio direto, os demais gestores da empresa e toda força de trabalho que fazem a Petrobras ser a grande empresa que é, orgulho de todos os brasileiros.
1 de junho de 2018 às 12:07
1 de junho de 2018 às 12:07
EVENTO ESTA NA SUA 22º EDIÇÃO E CONTA COM ATRAÇÕES COMO SOLANGE ALMEIDA, GABRIEL DINIZ, JOELMA, XAND AVIÃO, MÁRCIA FELIPE E THIAGO BRAVA.
Alvo de polêmicas, o resultado do processo licitatório que definiu as empresas responsáveis pela montagem e desmontagem de estrutura do Mossoró Cidade Junina (MCJ) está sendo agora questionado na justiça.
Trata-se de um mandado de segurança, de número 0809723-59.2018.8.20.5106 que está na 2ª Vara Cível da Comarca de Mossoró e questiona o resultado do processo, bem como a lista de vencedoras.
A ação judicial, movida por uma das empresas derrotada no Pregão 08/2018, pode comprometer a realização do evento, programado para acontecer no período de 02 de junho a 08 de julho.
Promovido pela Prefeitura da cidade, o Mossoró Cidade Junina 2018, que já está na sua 22º edição e éconsiderado um dos maiores eventos juninos do país, também serve de palco para autoridades políticas da região, que usam o evento para conquistar eleitores. Porém, neste ano, existe a possibilidade do evento nem começar , a depender do julgamento do processo.
1 de junho de 2018 às 10:57
1 de junho de 2018 às 10:57
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES PERDE R$ 1,47 BI,OBRAS DE 18 ESTADOS E DO DF FORAM ATINGIDAS. (FOTO: JORGE WOLL/DER)
As obras em rodovias foram diretamente afetadas pelos cortes orçamentários que vão garantir a queda do preço no óleo diesel. Segundo o anúncio feito pelo governo federal nesta quinta-feira (31), foram cancelados R$ 366 milhões de 37 projetos para melhorias nas estradas.
O valor faz parte da redução bilionária no orçamento do Ministério dos Transportes. A pasta foi a mais atingida pelas medidas de readequação de verbas, com o corte de R$ 1,47 bilhões.
Isso significa que os protestos dos últimos 11 dias também devem resultar em problemas para os próprios caminhoneiros. As obras que perderam recursos no orçamento de 2018 abrangiam a construção, adequação e manutenção de trechos rodoviários em 18 Estados (AC, AM, AP, BA, GO, MG, MS, PA, PB, PE, PI, PR, RN, RO, RR, RS, SC e TO) e no Distrito Federal.
1 de junho de 2018 às 10:48
1 de junho de 2018 às 10:48
EM ABRIL, TAXA DE JUROS DO ROTATIVO NÃO REGULAR DO CARTÃO DE CRÉDITO ERA DE 396,9% AO ANO E A DO REGULAR, 238,7%, SEGUNDO O BANCO CENTRAL (MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL)
A partir de hoje (1º), clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passam a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Em abril, uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) limitou e padronizou os juros para essa modalidade, regulamentando decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras transferem a dívida para o crédito parcelado.
Até a nova regra entrar em vigor, os clientes que não pagavam pelo menos o valor mínimo da fatura em dia caíam na modalidade de rotativo não regular, com taxa de juros mais cara que a cobrada dos clientes adimplentes (regulares). Em abril, por exemplo, a taxa de juros do rotativo não regular era de 396,9% ao ano e a do regular, 238,7% ao ano, de acordo com dados do Banco Central (BC).
Inadimplentes e adimplentes
Pela nova regra, a taxa de juros do rotativo passa a ser única, tanto para inadimplentes quanto para adimplentes. Mas as instituições poderão cobrar multa e juros de mora, por atraso, como ocorre em qualquer outra operação de crédito. No caso de valores de crédito rotativo já parcelado, a taxa de juros deve ser a da operação de parcelamento.
Por decisão do STJ, os bancos podem cobrar 2% de multa (sobre a dívida total) e 1% ao mês de juros de mora em caso de inadimplência.
Segundo o BC, o objetivo da medida é alinhar as regras dos cartões às normas das demais operações de crédito, que preveem “a manutenção da taxa contratual original em situação de atraso no pagamento”.
Outra mudança definida pelo CMN é que o percentual de pagamento mínimo da fatura deixa de ser determinado em norma (15% até então) e poderá ser estabelecido por cada instituição em função de sua política de crédito e do perfil de seus clientes.
Pelas novas regras, a alteração de limites de crédito e do percentual de pagamento mínimo da fatura deve ser comunicada ao cliente, com, no mínimo, 30 dias de antecedência.
Saldo rotativo
De acordo com os dados do BC, o saldo do rotativo do cartão de crédito chegou a R$ 35,073 bilhões em abril. A maior parte desse valor (58%) era classificada como não regular (R$ 20,340 bilhões).
Em nota, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) disse que a medida do CMN “é positiva para o consumidor, pois permitirá uma redução ainda maior dos juros do cartão de crédito”.
“A medida tende a aumentar a competitividade no setor e possibilita maior eficiência na gestão de risco e concessão de crédito por parte dos emissores de cartão, que passarão a ter maior controle na definição do percentual de pagamento mínimo da fatura”, acrescenta a nota.
Segundo a Abecs, o Banco Central e a associação têm realizado “inúmeras conversas para um melhor entendimento das particularidades desse mercado”. Segundo a associação, essas reuniões permitem ao órgão regulador “implantar medidas que ampliem a eficiência do setor e reduzam o custo de crédito ao consumo, porém com o cuidado de não afetar o equilíbrio do sistema”.
1 de junho de 2018 às 10:33
1 de junho de 2018 às 10:33
MULTAS PODEM CHEGAR A R$ 9,4 MILHÕES
O governo firmará um acordo com a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis) para garantir o repasse do desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel ao consumidor.
Em um Termo de Cooperação Técnica, governo – por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) –, federação e distribuidoras se comprometem a fazer o desconto chegar na bomba de combustível.
O acordo será assinado hoje(01), às 11h, no Ministério de Minas e Energia e foi anunciado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista coletiva na noite de ontem (31) no Palácio do Planalto.
Padilha destacou as punições possíveis àqueles que não repassarem o desconto: multas de até R$ 9,4 milhões, suspensão temporária das atividades, interdição dos estabelecimentos e até mesmo cassação da licença.
A fiscalização será realizada pelos Procons estaduais. Caso um consumidor, ao abastecer com diesel, verificar a não aplicação do desconto, poderá fazer a denúncia ao Procon.
Padilha informou ainda que um número de telefone será usado como canal de comunicação para essas denúncias.
Sem caminhões parados em rodovias federais
De acordo com o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Renato Dias, não existe mais nenhum ponto de aglomeração dos caminhoneiros nas rodovias federais. Dias fez um apelo para que os caminhoneiros fiquem atentos a lideranças que incitam novas paralisações.
“A pauta foi exaurida. O governo está garantindo os R$ 0,46 na bomba. Não deixem que falsos líderes com interesses diversos dos interesses do caminhoneiros usem vocês para agitar e fazer baderna nas rodovias federais”.
Dias destacou que podem haver eventuais interdições parciais em rodovias, mas não significam que se trata do mesmo movimento. De acordo com ele, a PRF lida com interdições diariamente, provocadas por motivos diversos.
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