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Categoria: janeiro 22, 2018

Justiça Federal em Mossoró lança seleção para estágio em Ciências Contábeis

A 13ª Vara Federal, sediada em Mossoró, lançou seleção para estágio de estudantes do curso de Ciências Contábeis. As inscrições estarão abertas até o dia 30 de janeiro através do site www.jfrn.jus.br

As inscrições deverão ser confirmadas até o dia 31 de janeiro mediante a entrega do histórico escolar atualizado com a indicação do Índice de Rendimento Escolar (IRA). A inscrição é efetivada mediante a doação de dois quilos de alimentos que deve ser feita também até o dia 31.

O estagiário cumprirá uma jornada de 20 horas semanais. Além do auxílio financeiro, a ser fixado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, o estudante receberá auxílio transporte.

IFRN oferece 376 vagas para cursos superiores através do SiSU

O Ministério da Educação antecipou o prazo de inscrição para o Sistema de Seleção Unificada, o SiSU. A partir desta terça-feira (23), os candidatos poderão utilizar a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio – Enem – para concorrer a vagas em instituições públicas de ensino superior. O prazo se estende até a próxima sexta-feira, 26. O Instituto Federal do Rio Grande do Norte divulgou a segunda retificação do Edital 62/2018 que rege vagas para ingresso em cursos de nível superior ainda no primeiro semestre de 2018.

Há 376 vagas para os cursos superiores de Licenciatura em Química, Física, Informática, Biologia, Geografia, Matemática; 592 vagas para os cursos superiores de tecnologia em Design de Moda, Gestão de Turismo, Alimentos, Sistemas para Internet, Agroecologia, Energias Renováveis, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Pública, Redes de Computadores, Comércio Exterior, Construção de Edifícios, Gestão Ambiental, Produção Cultural, Marketing, Processos Químicos e Logística; além disso, há 40 vagas para o curso superior de Engenharia de Energias. Os cursos são oferecidos nos campi Apodi, Caicó, Canguaretama, Currais Novos, João Câmara, Ipanguaçu, Macau, Natal-Central, Natal-Cidade Alta, Natal-Zona Norte, Nova Cruz, Parnamirim, Pau dos Ferros, Santa Cruz e São Gonçalo do Amarante.

Todas as informações podem ser conferidas no edital.

Prefeitura de Parnamirim divulga balanço das fiscalizações em Pirangi

O trabalho de fiscalização em Pirangi do Norte, realizado numa ação conjunta entre a Secretaria de Meio Ambiente (SEMUR), Companhia Independente de Proteção Ambiental (CIPAM) e 3º. Batalhão da PM, registrou a abordagem de 124 condutores. Desse total, 109 fizeram o teste do bafômetro, 15 se recusaram e foram autuados, e 2 foram flagrados no exame.

O secretário Marcondes Pinheiro, da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Mobilidade Urbana (SESDEM), avaliou como positivas as ações realizadas no último final de semana. “O trabalho foi satisfatório, inclusive com apreensão de paredão de som em Pium. Essa fiscalização intensiva vai se estender até o carnaval”, disse.

Durante o final de semana foram lavrados 6 autos por infrações diversas. A equipe da Lei Seca informou que dois condutores que se recusaram a fazer o exame do bafômetro, foram reincidentes na mesma madrugada. Na primeira abordagem, foram providenciados condutores habilitados para dirigir o veículo, mas depois de alguns quilômetros, a direção foi entregue aos autuados. Flagrados pela polícia, foram novamente autuados.

A equipe da Secretaria de Meio Ambiente, também esteve presente, para coibir o som alto na Praia de Pirangi. O coordenador Luiz Antônio Melo informou que foram realizadas duas notificações. “Notificamos proprietários de dois comércios que não tinham licença para ter música ao vivo. E a apreensão de um paredão de som em Pium. Mas, no geral, o trabalho foi muito tranquilo”, disse.

A presença constante das equipes no local tem inibido casos de poluição sonora, praticados por proprietários de bares e restaurantes e de equipamentos de som com volume acima do permitido pela legislação ambiental. E a atividade continuará até o carnaval.

FMI eleva projeção de crescimento global e para o Brasil em 2018 e 2019

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a projeção de crescimento do Brasil para 2018 e 2019. O Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 1,9% este ano, 0,4 ponto percentual acima que foi estimado em outubro. Para 2019, a previsão foi revisada para 2,1%, um aumento de 0,1 ponto percentual.

Divulgado hoje (22), o relatório World Economic Outlook destaca que a atividade econômica global registrou crescimento previsto de 3,7% em 2017, 0,1 ponto percentual acima do projetado em outubro, quando a última versão do documento foi divulgada. O FMI também prevê crescimento global de 3,9% para 2018 e 2019, o que representa aumento de 0,2 ponto percentual sobre a projeção do relatório anterior.

Segundo o relatório, a melhora reflete, entre outros fatores “o esperado impacto das mudanças recentemente aprovadas na política de impostos dos Estados Unidos”. No entanto, o documento diz que “devido à natureza temporária de algumas das medidas, o pacote de políticas de impostos deve [contribuir para] reduzir o crescimento por alguns anos de 2022 em diante”.

América Latina

O relatório destaca que a recuperação econômica da América Latina deve se fortalecer, com crescimento de 1,9% em 2018 (como já era previsto em outubro) e 2,6% em 2019 (0,2 ponto percentual acima da previsão de outubro).

“Esta mudança reflete principalmente uma perspectiva melhorada para o México, que beneficia-se de uma demanda mais forte de Estados Unidos, uma recuperação mais firme do Brasil e os efeitos favoráveis de preços mais fortes das commodities e condições mais fáceis de financiamento em alguns países exportadores desses produtos”, afirma o documento. O relatório diz também que essas projeções “mais do que compensam novas revisões descendentes para a Venezuela”.

No entanto, o documento destaca que fatores não-econômicos colocam a recuperação da economia em risco, inclusive no Brasil. “A incerteza política dá espaço a riscos para a implementação de reformas ou à possibilidade de reorientação das agendas, incluindo no contexto das eleições que devem ocorrer em diversos países, como Brasil, Colômbia, Itália e México”.

Varas de Execução Fiscal recuperam R$ 7,4 milhões em créditos para o Estado em 2017

O Estado do Rio Grande do Norte recuperou o montante de R$ 7.498.101,76 em créditos de ações judiciais de Execução Fiscal, entre os meses de janeiro e novembro do ano passado, segundo levantamento da Procuradoria Geral do Estado referente à arrecadação da Dívida Ativa em 2017. A recuperação foi possível a partir da atuação das Varas de Execução Fiscal da Justiça Estadual, resultando no recolhimento de créditos tributários ao Estado.

O valor recuperado é referente a processos judiciais de cobrança de pendências de contribuintes com o pagamento de tributos estaduais como o ICMS e o IPVA. Apenas no mês de janeiro de 2017, foram arrecadados R$ 4,8 milhões.

Municípios

Além da atuação das Varas de Execução Fiscal no âmbito estadual, os Municípios também vêm se beneficiando do trabalho do Poder Judiciário. Apenas o Município de Natal recolheu R$ 23.304.938,98 entre janeiro e novembro de 2017, a partir dos esforços das três Varas de Execução Fiscal Municipal da comarca de Natal para executar dívidas com o pagamento de tributos municipais como IPTU, ISS e ITIV.

Outro município beneficiado foi Ceará-Mirim, que recuperou R$ 327.386,39 ao longo do ano de 2017 em créditos tributários.

Gestão Fiscal Efetiva

Impulsionar os processos de Execução foi uma das metas estabelecidas para a Justiça Estadual no ano de 2017 pelo Conselho Nacional de Justiça. Como meta específica deste segmento, está a necessidade de estabelecer uma política de desjudicialização e de enfrentamento do estoque de processos de execução fiscal.

Nesse contexto, o Tribunal de Justiça do RN tem estimulado os entes públicos a adotarem meios para a cobrança administrativa de dívidas, de forma a recuperarem créditos e aumentarem suas arrecadações próprias. Em abril de 2017, o TJRN e o Tribunal de Contas do Estado lançaram o programa “Gestão Fiscal Efetiva”, que tem como objetivo otimizar a execução da dívida ativa e reduzir a judicialização e os custos desse procedimento.

Atualmente, a execução fiscal tem provocado sérios entraves ao funcionamento do Poder Judiciário em todo país. Além do grande número de processos, esta forma de cobrança não é eficiente, pois muitos dos créditos cobrados são inferiores aos custos de um processo judicial.

Caern trabalha em retirada de vazamento na Avenida Eng. Roberto Freire

Abastecimento encontra-se suspenso nas seguintes áreas: Capim Macio, Cidade Jardim, Mirassol e Neópolis

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) está trabalhando na retirada de um vazamento na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em Natal. No início da manhã um vazamento surgiu na Avenida, causando um buraco. Assim que detectado, a área foi isolada.

A previsão da Companhia é que o serviço, incluindo a pavimentação em paralelepípedos, seja concluído até o fim do dia. Em virtude do serviço, estão com o abastecimento suspenso as seguintes áreas : Capim Macio, Cidade Jardim, Mirassol e Neópolis. O fornecimento de água será retomado na conclusão do serviço, com normalização em até 24h.

Governo vai buscar “caminho jurídico” para garantir posse de Cristiane Brasil

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse nesta segunda-feira (22) que o governo vai buscar um “caminho jurídico” para garantir a posse da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho. Na madrugada de hoje, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, acatou o recurso que pede a suspensão da posse da deputada.

Segundo Marun, “o caminho jurídico será definido pela área jurídica do governo”, e a decisão tomada pelo governo é “continuar nessa demanda” com o objetivo de garantir o respeito à Constituição. Questionado se considerada equivocada a decisão de Carmen Lúcia, Marun evitou críticas e avaliou a decisão como “técnica” e que “não adentrou o mérito da questão”.

“Novela sempre tem um final feliz, já que você se refere a novela. O governo mantém a serenidade e obviamente insistirá nesta luta judicial pela preservação das prerrogativas do presidente e temos confiança no bom senso das decisões judiciais que vão, no devido tempo, garantir a posse da ministra escolhida pelo presidente para exercer a função de ministra do Trabalho”, declarou o ministro.

O vice-líder do governo na Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), já havia sinalizado há algumas semanas que a base governista já esperava uma decisão negativa da ministra Carmen Lúcia e que a equipe jurídica da Presidência esgotaria todas as possibilidades de recurso até que o processo pudesse ser analisado pelo plenário do STF, na volta do recesso em fevereiro.

Cristiane Brasil foi indicada para chefiar o Ministério do Trabalho no âmbito das negociações pela aprovação da reforma da Previdência, em tramitação da Câmara dos Deputados desde o ano passado. Marun disse que o governo não vai desistir da reforma e reconheceu que “até que seria mais fácil” se o PTB indicasse outra pessoa para o cargo, mas explicou que a equipe governista optou, nesse momento, por lutar “pela preservação da prerrogativa da presidência da República” de nomear ministros de Estado.

“Se alguém pensa que vai nos desviar do nosso rumo que é a aprovação da reforma da Previdência com apresentação de questões como essa, está enganado. O governo tem um rumo e nada afastará do propósito de aprovar a reforma da Previdência”, ressaltou.

Marun sinalizou ainda que, caso o governo consiga garantir por meio de outro recurso a nomeação de Cristiane Brasil, a posse poderá ocorrer mesmo com a ausência do presidente Michel Temer, que viajará hoje para Davos, Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial até o dia 26 de janeiro. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assumirá a presidência da República neste período.

Déficit da Previdência equivale a 2,8% do PIB

O déficit previdenciário foi de R$ 182,45 bilhões em 2017. O rombo equivale a 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas pelo país), o recorde registrado até o momento. Os cálculos divulgados hoje (22) pela Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda referem-se ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que é gerido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O déficit previdenciário atingiu seu pior patamar desde 1995, quando começou a série histórica, superando o déficit de 2016, de R$ 149,73 bilhões. O aumento de um ano para o outro foi de 21,8% no regime geral.

O maior aumento proporcional do déficit se deu no setor urbano, com um aumento de 54,7% em relação a 2016, passando de R$ 46,344 bilhões para os atuais R$ 71,709 bilhões. Já o setor rural, apresentou um aumento no déficit de 7,1%, passando de R$ 103,390 bilhões para R$ 110,740 bilhões.

Em 2017, a arrecadação líquida urbana foi de R$ 365,484 bilhões, apresentando um aumento de 4,4% em relação a 2016, quando o valor arrecadado foi R$ 350,217 bilhões. Já a despesa, teve um aumento de 10,2%, passando de R$ 396,561 bilhões para R$ 437,194 bilhões.

No meio rural, foram arrecadados R$ 9,3 bilhões, o que representou um aumento de 17,4% em relação a 2016, quando foram arrecadados R$ 7,920 bilhões, e gastos R$ 120,040 bilhões, um aumento de 7,8%, em relação aos R$ 111,310 bilhões de 2016.

“Os valores das despesas por si são superiores à arrecadação. A despesa cresce em ritmo mais alto que arrecadação, assim, o déficit cresce, em velocidade bastante expressiva, não somente em termos reais mas em proporção do PIB”, explicou o secretário de Previdência, Marcelo Caetano.

A previsão do governo para o déficit da Previdência no regime geral para 2017 era de R$ 185,8 bilhões. O valor constatado ficou, portanto, inferior à estimativa. Para 2018, a estimativa do governo para o INSS é de um rombo de R$ 192,8 bilhões. Segundo Caetano, o valor ficou abaixo porque se trata de uma estimativa “de ordem de grandeza bastante elevada”. Para 2018 é possível que ainda haja revisão da estimativa.

O regime próprio de Previdência Social, que é o dos servidores públicos e militares, também fechou 2017 em déficit, de R$ 86,349 bilhões, um aumento de 11,9% em relação a 2016, que fechou com um déficit de R$ 77,151 bilhões.

Considerando os dois regimes, o próprio e o geral, a Previdência acumulou um déficit em 2017 de R$ 268,799 bilhões.

Reforma da Previdência

Na análise do secretário de Previdência, os números evidenciam a necessidade da reforma da Previdência: “É essencial, a gente observa os números crescerem na ordem de dezenas de bilhões de reais por ano”. Em relação a um possível adiamento da análise do texto pela Câmara dos Deputados, prevista para o dia 19 de fevereiro, o secretário foi enfático: “O governo trabalha com a aprovação em meados de fevereiro”.

Sobre mudanças no texto, Caetano diz que não há por parte do governo “nenhum compromisso de alteração da emenda aglutinativa” e que qualquer mudança terá que levar em consideração o impacto sobre a igualdade entre os beneficiários, o impacto fiscal nas contas do governo e como a questão se reflete na opinião pública.

A reforma propõe a adoção de uma idade mínima – de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres – e regras de transição com intuito de equilibrar as contas públicas para os próximos anos. Conforme a proposta, trabalhadores do setor privado e servidores públicos deverão seguir as mesmas regras, com um teto de R$ 5,5 mil para se aposentar, e sem a possibilidade de acumular benefícios. Para trabalhadores rurais, idosos e pessoas com deficiência sem condições de sustento as regras não sofrerão mudanças.

Aprovada, ainda este ano, segundo o secretário, a reforma poderá conferir uma redução do déficit do INSS em 2018 de R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões.