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Categoria: janeiro 2, 2017

“Aliança” entre Taveira e Maurício Marques tem prazo de validade; nomes ligados ao ex-prefeito ficam fora do secretariado

TAVEIRA TERIA CONFIDENCIADO A SUA INSATISFAÇÃO COM  MAURÍCIO MARQUES, QUE DEIXOU SALÁRIO DO FUNCIONALISMO PARA A NOVA GESTÃO PAGAR

TAVEIRA TERIA CONFIDENCIADO A SUA INSATISFAÇÃO COM MAURÍCIO MARQUES, QUE DEIXOU SALÁRIO DO FUNCIONALISMO PARA A NOVA GESTÃO PAGAR

A “aliança” entre o atual prefeito de Parnamirim, Rosano Taveira, e o ex-prefeito Maurício Marques tem prazo de validade para acabar, segundo informa interlocutores que gozam da intimidade do atual prefeito. Na montagem do seu secretariado, Taveira já sinalizou esse fato, ao negar a permanência na gestão de nomes sugeridos pelo antecessor.  Apenas dois nomes ligados a Maurício Marques vão fazer parte da atual gestão – a esposa do próprio Maurício, Kátia Palhano (Habitação) e o Gutemberg Xavier, que ficará na limpeza urbana muito mais por seu perfil operacional do que pela amizade que mantém com o ex-prefeito.

Rosano Taveira também decidiu manter na Secretaria de Tributação o economista José Jacaúna, por considerar que este tem o perfil de um bom “arrecadador” e não ser suscetível generosidades com os devedores do fisco municipal. Jacaúna continua secretário, não por influência de Mauricio Marques, mas por mérito pessoal, embora o próprio Taveira, pessoalmente, não goste dele, fato que  é de conhecimento de pessoas que fazem parte do seu circulo privado de amizades.

Já o prefeito do Natal, Carlos Eduardo Alves, conseguiu emplacar pelo menos um nome no primeiro escalão da Prefeitura de Parnamirim, indicando para a Secretaria de Administração  Fábio Sarinho, que deverá atuar fortemente na questão de Recursos Humanos do município.

DÉBITOS

         Segundo um interlocutor que circula com desenvoltura na cozinha de Taveira, este já teria confidenciado a sua insatisfação com o ex-prefeito Maurício Marques, que deixou para a nova gestão pagar o salário atrasado de dezembro do funcionalismo. Aliás, assessores de Taveira já o alertaram que deverá aterrissar em sua mesa débitos que não teriam sido identificados pela equipe de transição.

         Segundo informação que circula nos bastidores de seu gabinete, o novo prefeito já está ciente de que as informações da “transição” seriam incompletas, já que em alguns órgãos do município os computadores foram formatados por seus gestores, logo após a operação “Pequeno Rio”, desencadeada pela Polícia em julho de 2016, com o objetivo de apurar atos de corrupção e lavagem de dinheiro.

         Na ocasião, a Polícia Federal apreendeu R$ 18 mil em espécie na casa do ex-secretário de Obras de Parnamirim, Naur Ferreira, apontado, na época, pela PF, como mentor de um esquema de fraudes na Prefeitura. De acordo com a Polícia Federal, Naur e familiares dele lavavam dinheiro público comprando imóveis e carros de luxo em nome de ‘laranjas’.

VÍDEO: Em Minas Gerais, governador do PT é acusado de usar helicóptero do Estado para buscar filho em festa de réveillon

Um vídeo que circula desde esse domingo (1) pelo WhatsApp, bastante divulgado também em outras redes sociais, mostra o governador Fernando Pimentel (PT) supostamente no condomínio de luxo Escarpas do Lago, no município de Capitólio, utilizando um helicóptero do governo para buscar o filho após uma festa de réveillon.

Um dos maiores opositores do governador na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) disse nesse domingo (1) que já acionou os advogados e irá entrar, ainda nesta semana, com uma representação na Procuradoria Geral de Justiça de Minas. Ele também pretende enviar os documentos ao relator da operação Acrônimo, que investiga Pimentel no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin: “Vou mandar as informações para o ministro. Enquanto o governador é mantido no cargo, uma série de crimes de improbidade administrativa é cometida”.

No vídeo, sem identificação do autor, uma pessoa narra a chegada do governador ao local, cercado por outros homens e alguns jovens. Entre os rapazes que aparecem nas imagens estaria o filho do governador, que entra na aeronave e, logo em seguida, é acompanhado por Pimentel.

De acordo com Sargento Rodrigues, o governador teria cometido crime de improbidade administrativa por usar recursos logísticos e humanos para favorecimento pessoal ou de terceiros. “O governador, além de usar o helicóptero e combustível, tinha um piloto e um capitão da PM servindo de babá para buscar o filho depois da balada do réveillon. O vídeo é muito claro”, disse o parlamentar.

A assessoria de comunicação do governador informou ao site Aparte, de Belo Horizonte, que, pelo horário da solicitação, às 22h50, não seria possível o envio de uma resposta. Na manhã desta segunda-feira (2), o governo de Minas enviou o seguinte posicionamento:

“O decreto 44.028/2005, assinado pelo então governador Aécio Neves, prevê a utilização de aeronave oficial por parte do Chefe do Executivo em deslocamentos de qualquer natureza. Desde 2005, portanto, e com respaldo legal daquela norma, são registrados voos em aeronaves oficiais nos deslocamentos de governadores mineiros acompanhados de familiares”.
ATITUDE DO GOVERNADOR FERNANDO PIMENTEL É QUESTIONADA PELO DEPUTADO ESTADUAL SARGENTO RODRIGUES

ATITUDE DO GOVERNADOR FERNANDO PIMENTEL É QUESTIONADA PELO DEPUTADO ESTADUAL SARGENTO RODRIGUES

 

Detran/RN divulga calendário de pagamento da taxa de licenciamento 2017

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O Detran divulgou o calendário 2017 das taxas de licenciamento de veículos. O valor do imposto não sofreu reajuste, permanecendo R$ 60,00 independente do ano ou categoria do enquadramento do transporte. A medida é disciplinada através da Portaria 2.590/2016-GADIR, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), da última quinta-feira (29). O calendário separa os períodos de pagamento pelo final da placa correspondente a cada veículo. A tabela indica que o primeiro grupo a efetuar o pagamento é o dos veículos com finais de placa 1 e 2, com datas de quitação da taxa para os dias 08 e 09 de fevereiro, respectivamente. O calendário tem seu término no mês de junho, no caso dos carros com final de placa 9 e 0, com vencimento programado para os dias 08 e 09 do mês citado anteriormente.

Agora em janeiro, os primeiros contribuintes começam a receber nas suas residências, através de uma única correspondência, os boletos relativos ao licenciamento, IPVA e seguro obrigatório (DPVAT). Mas para efetuar a quitação o proprietário de veiculo automotor não precisa necessariamente do carnê, já que os boletos já estão disponíveis na internet, bastando que o usuário acesse o site do Detran e informe a placa e o número do Renavan do veículo.

 Já os correntistas do Banco do Brasil podem efetivar o pagamento diretamente no caixa eletrônico, informando CPF e sem precisar do boleto bancário. Um ponto positivo trabalhado pelo Detran para conceder maior comunidade ao usuário e diminuir as filas no âmbito de suas unidades foi o funcionamento do sistema para pagamento da Taxa de Licenciamento e IPVA. O programa possibilita ao condutor a opção de quitação das taxas tanto pelo Banco do Brasil, como já era feito, como também por outras instituições bancárias.

O processo é simples, basta o usuário acessar o site do Detran (www.detran.rn.gov.br), clicar no ícone “Consulta de Veículos” na página principal, e logo após, digitar a placa e o Renavam do automóvel que deseja efetivar a verificação. Feito isso, o condutor alcança a listagem dos débitos referentes ao Licenciamento e IPVA do veículo. Em seguida, é só clicar no imposto que deseja efetuar o pagamento, e imediatamente é aberta uma nova tela com as opções de emissão de boleto bancário direcionado ao Banco do Brasil ou as demais instituições bancárias.

A taxa de licenciamento é o único tributo referente aos veículos cuja arrecadação é de responsabilidade do Detran, e os valores angariados são utilizados na manutenção física das instalações do Órgão e nas ações empreendidas pela Instituição. Segundo dados do setor de Estatística do Detran, há no Rio Grande do Norte 1.180.274 veículos registrados, sendo Natal (382.723) e Mossoró (148.934) os dois primeiros municípios no ranking de maior quantidade absoluta de automóveis, correspondendo a 32,43% e 12,62% do total da frota do Estado, respectivamente.

Posses de prefeitos nas capitais são marcadas por discursos de austeridade

 

economia

BRASÍLIA – Com dificuldades financeiras e necessidade de cortes de gastos em muitos dos 5.570 municípios do país, os prefeitos que tomaram posse neste primeiro dia de 2017 trocaram as promessas de investimentos pelo discurso da austeridade e da busca de eficiência para otimizar os poucos recursos em caixa. Tom e conteúdo diferentes de circunstâncias do passado recente, quando, quem assumia, vendia otimismo e dias melhores em suas cidades.

Ao menos em janeiro, os prefeitos assumem com certo alívio, após o repasse, por parte do governo federal, de cerca de R$ 5 bilhões distribuídos entre as prefeituras, dinheiro arrecadado com a repatriação de recursos do exterior. No entanto, o reforço é insuficiente no longo prazo, e o Planalto será alvo de pressão para também renegociar as dívidas municipais com a União, a exemplo do que ocorreu com os estados, que conseguiram aprovar projeto sobre o tema no Congresso Nacional.

Desde a simbólica frase “a ordem é: proibido gastar”, pronunciada por Marcelo Crivella, ainda pela manhã, ao assumir o cargo no Rio, a sinalização de prefeitos de capitais por todo o Brasil foi de que 2017 será um ano de dificuldades de caixa. Em São Paulo, o prefeito João Doria (PSDB) destacou ter respeito aos políticos, mas avisou que atuará como “gestor” e “administrador” para dar eficiência à máquina.

Nelson Marchezan Júnior, do PSDB, afirmou, em entrevista logo após assumir como prefeito de Porto Alegre (RS), que “há um grande risco de atrasar salários” de servidores já neste mês de janeiro. Ele disse que, nos próximos dias, pretende apresentar medidas que não serão “soluções fáceis”. Ele venceu a eleição no segundo turno.

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), prometeu enxugar a máquina em seu discurso de posse. Anunciou a redução de cargos em comissão e prometeu lutar para que sua gestão possa honrar a folha de pagamento dos servidores. Greca volta à prefeitura após 20 anos e fez uma campanha baseada na nostalgia, quando a cidade ganhou notoriedade por ser modelo na área de urbanismo.

— Vamos enxugar a máquina da prefeitura em 40%, reduzir cargos de comissão, lutar para que a prefeitura possa honrar a folha de pagamentos nos próximos anos e, ao mesmo tempo, devolver a eficiência dos serviços públicos — disse o prefeito de Curitiba, em sua posse.

REELEITOS FAZEM ECO

Em Belo Horizonte, o prefeito Alexandre Kalil (PHS), eleito como um “outsider” da política para seu primeiro mandato, disse que pretende cortar gastos desnecessários. Durante sua campanha, o ex-presidente do Atlético Mineiro se apresentou com o slogan “chega de político, é hora de Kalil”. Agora, ele prega o fim do desperdício.

— Governar para quem precisa é governar abrindo mão de cargos, abrindo mão de empregos, abrindo mão de gastos desnecessários — afirmou Alexandre Kalil ao ser empossado.

O peemedebista Iris Rezende, que assume pela quarta vez a prefeitura de Goiânia (GO), reclamou que não sabe a real dívida da prefeitura e que somente após uma semana poderá anunciar medidas na área financeira.

— A comissão (de transição) que trabalhou nesse período não conseguiu chegar a um balanço real de como está a situação. Não sabemos a real dívida da prefeitura. Não sei o dinheiro em caixa e tenho uma semana para conhecer a realidade administrativa para que eu possa fazer as determinações das ações necessárias — afirmou o peemedebista.

Mesmo no discurso de prefeitos reeleitos a crise financeira esteve presente. Edivaldo Holanda Jr. (PDT), de São Luís (MA), prometeu corte de despesas e fusões de secretarias na prefeitura.

— Vamos diminuir as despesas e vamos tratar também da fusão de secretarias e órgãos. Vamos buscar parcerias com os governos estadual e federal e a iniciativa privada para realização de melhorias na cidade e geração de emprego e renda — afirmou Edivaldo.

O pedetista reclamou ainda que os municípios têm perdido receita com a queda de arrecadação e que a cada dia as obrigações dos prefeitos são maiores.

Alguns prefeitos que tomaram posse neste domingo, em cidades médias do país, anunciaram medidas extremas logo em seus discursos de posse. O prefeito de Montes Claros (MG), Humberto Souto, do PPS, o novo administrador de Petrópolis (RJ), Bernardo Rossi, do PMDB, e Rogério Lisboa, do PR, de Nova Iguaçu, declararam situação de “calamidade financeira”. Essa medida dá mais flexibilidade para as prefeituras negociarem redução de valores de contratos com fornecedores.

Neste domingo, em entrevista ao GLOBO, o presidente da Associação Brasileira de Municípios (ABM), Eduardo Tadeu Pereira, disse que a capacidade de investimento das prefeituras está “completamente estrangulada” e fez uma previsão pessimista para os municípios. Afirmou que o peso da folha de pagamento dificulta negociações para recursos para investir e que, com a aprovação da PEC do teto de gastos, o dinheiro de convênios com recursos federais para investimentos nas cidades “minguou” e que a tendência é “piorar”.

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) diz que ao menos 500 prefeituras informaram, ao final de novembro, que os pagamentos de salários de servidores estão com atraso. Também há casos de atraso no pagamento a fornecedores de cerca de oito meses, mecanismo que é utilizado às vezes para que a inflação corroa parte da despesa pendente. A relação entre a dívida e a receita piorou em nove capitais, segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional, revelados pelo GLOBO. Em Cuiabá, Porto Alegre, Manaus, Florianópolis, Recife, Aracaju, Natal, Porto Velho e Belém, a dívida cresceu mais do que a receita entre 2015 e 2016.

Fonte: O Globo

2017 começou, mas por que não pensar nas folgas? Ano terá 10 feriadões

feriados

EM 2017, SERÃO DEZ FERIADOS OU PONTOS FACULTATIVOS NACIONAIS PROLONGADOS

O primeiro feriado do ano (1º de janeiro) não foi tão animador para a maioria dos brasileiros, já que caiu em pleno domingo. Mas 2017 promete, pelo menos neste quesito.

Seja para fazer uma maratona de séries, viajar ou, simplesmente, fazer nada, o ano tende a ser bastante proveitoso, principalmente para aqueles que têm a chance de “emendar”, a famosa “ponte”. Ao todo, serão dez feriados ou pontos facultativos nacionais prolongados.

Julho e agosto serão os únicos meses do ano que não vão dar descanso extra para os trabalhadores. Ainda assim, 2017 sai no lucro se comparado com o ano passado, que só teve dois finais de semana prolongados com feriados nacionais.

Já anote na agenda e comece a se programar. As comemorações começarão logo nos dias 27 e 28 de fevereiro, com o Carnaval, seguido pela Quarta-feira de Cinzas (1º de março). Aqui cabe uma curiosidade: apesar de o Brasil parar durante os quatro dias de Carnaval, a data não é feriado nacional –trata-se de ponto facultativo–, nem na terça. Apenas alguns Estados e cidades têm isso na lei.

Em abril, serão mais dois finais de semana prolongados: 14 (Paixão de Cristo) e 21 (Tiradentes).

O Dia Mundial do Trabalho (1º de maio) será em plena segunda-feira. Já o Corpus Christi (15 de junho), por cair em uma quinta-feira, pode se transformar em quatro dias de descanso.

Em setembro, será a vez da Independência do Brasil (7 de setembro), seguida, no mês seguinte, pelo feriado em homenagem à padroeira do país, Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro).

Lá pro fim do ano tem mais. Em novembro, tem Finados (2) e Proclamação da República (15) –único feriado do ano que cai em uma quarta-feira. E o ano termina com o Natal, que vai cair em uma segunda-feira (25).

Vale ressaltar que a lista não inclui os feriados estaduais e/ou municipais. Ou seja, você ainda tem chance de se beneficiar de uma ou outra folguinha ao longo de 2017. Este novo ano tem tudo para ser muito melhor do que o ano passado.

Fonte: UOL

Autor de chacina em Campinas escreveu carta sobre seu plano de matar a família

SIDNEI RAMIS DE ARAÚJO, 46, É O AUTOR DA CHACINA EM CAMPINAS. NA FOTO, ELE APARECE COM O FILHO, JOÃO VICTOR FILIER DE ARAUJO (8), MORTO DURANTE O ATAQUE

SIDNEI RAMIS DE ARAÚJO, 46, É O AUTOR DA CHACINA EM CAMPINAS. NA FOTO, ELE APARECE COM O FILHO, JOÃO VICTOR FILIER DE ARAUJO (8), MORTO DURANTE O ATAQUE

O técnico de laboratório Sidnei Ramis de Araújo, de 46 anos, que matou a ex-mulher, o filho e mais 10 pessoas a tiros durante o réveillon em Campinas, na noite deste sábado, 31, escreveu cartas revelando seus planos de matar a família. Os textos, um direcionado ao filho e o outro a uma namorada, haviam sido enviados para amigos antes do crime e foram obtidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

Veja a seguir alguns trechos. Foram excluídas citações que ele faz de outras pessoas e acusações sem comprovação. Foram deixadas apenas as partes em que ele relata seu plano de matar a família e comentários políticos. Também foi mantida a sua própria grafia.

“Não tenho medo de morrer ou ficar preso, na verdade já estou preso na angustia da injustiça, além do que eu preso, vou ter 3 alimentações completas, banho de sol, salário, não precisarei acordar cedo pra ir trabalhar, vou ter representantes dos direito humanos puxando meu saco, tbm não vou perder 5 meses do meu salário em impostos.

Morto tbm já estou, pq não posso ficar contigo, ver vc crescer, desfrutar a vida contigo por causa de um sistema feminista e umas loucas. Filho tenha certeza que não será só nos dois quem vamos nos foder, vou levar o máximo de pessoas daquela família comigo, pra isso não acontecer mais com outro trabalhador honesto. Agora vão me chamar de louco, más quem é louco? Eu quem quero justiça ou ela que queria o filho só pra ela? Que ela fizesse inseminação artificial ou fosse trepar com um bandido que não gosta de filho.

No Brasil, crianças adquirem microcefalia e morrem por corrupção, homens babacas morrem e matam por futebol, policiais e bombeiros morrem dignamente pela profissão, jovens do bem (dois sexos) morrem por celulares, tênis, selfies e por ídolos, jornalistas morrem pelo amor à profissão, muitas pessoas pobres morrem no chão de hospitais para manter políticos na riqueza e poder!

Eu morro por justiça, dignidade, honra e pelo meu direito de ser pai! Na verdade somos todos loucos, depende da necessidade dela aflorar!

A vadia foi ardilosa e inspirou outras vadias a fazer o mesmo com os filhos, agora os pais quem irão se inspirar e acabar com as famílias das vadias. As mulheres sim tem medo de morrer com pouca idade.

Aproveitando, peço aos amigos que sabem da minha descrença, que não rezem e por mim, se fazerem orações façam por meu filho ele sim irá precisar! Quero ser enterrado com a cabeça para baixo se garante que assim posso ir pro inferno buscar a velha vadia (que era até ministra de comunhão na igreja) que morreu antes da hora. Demorei pra matar ela pq me apaixonei por um anjo lindo!

(…)

Ela não merece ser chamada de mãe, más infelizmente muitas vadias fazem de tudo que é errado para distanciar os filhos dos pais e elas conseguem, pois as leis deste paizeco são para os bandidos e bandidas. A justiça brasileira é igual ao lewandowski, (um marginal que limpou a bunda com a constituição no dia que tirou outra vadia do poder) um lixo!

Se os presidentes do país são bandidos, quem será por nós?

Filho, não sou machista e não tenho raiva das mulheres (essas de boa índole, eu amo de coração, tanto é que me apaixonei por uma mulher maravilhosa, a Kátia) tenho raiva das vadias que se proliferam e muito a cada dia se beneficiando da lei vadia da penha!

Não posso dizer que todas as mulheres são vadias! Más todas as mulheres sabem do que as vadias são capazes de fazer!

Filho te amo muito e agora vou vingar o mal que ela nos fez! Principalmente a vc! Sei o qto ela te fez chorar em não deixar vc ficar comigo qdo eu ia te visitar. Saiba que sempre te amarei! Toda mulher tem medo de morrer nova, ela irá por minhas mãos!”

“(…) eu ia matar as vadias (eu já tinha a arma e raspei a numeração pra não prejudicar quem me vendeu, ela precisava de dinheiro). Família de policial morto não recebe tantos benefícios com a família de presos. Cadê os ordinários dos direitos humanos? Estão sendo presos por ajudar bandidos né? Paizeco de bosta.

Sei que me achava um frouxo em não dar uns tapas na cara dela, más eu não podia te dizer as minhas pretensões em acabar com ela! Tinha que ser no momento certo. Quero pegar o máximo de vadias da família juntas.

A injustiça campineira me condenou por algo que não fiz! Espero que eles sejam punidos de alguma forma.

Chega!! Ela tem que pagar pelo que fez.”

Prefeito de Parnamirim empossa hoje secretariado e anuncia criação de três novas secretarias

TAVEIRA ASSUME PREFEITURA DE PARNAMIRIM, OPTA POR NÃO ENXUGAR A MÁQUINA ADMINISTRATIVA E ANUNCIA CRIAÇÃO DE NOVAS SECRETARIAS

TAVEIRA ASSUME PREFEITURA DE PARNAMIRIM, OPTA POR NÃO ENXUGAR A MÁQUINA ADMINISTRATIVA E ANUNCIA CRIAÇÃO DE NOVAS SECRETARIAS

O prefeito de Parnamirim Rosano Taveira da Cunha dará posse hoje, às 10 horas, ao seu secretariado, no auditório do Gabinete. Taveira assumiu o comando da prefeitura ontem, ao lado da vice-prefeita Elienai Cartaxo, numa cerimônia simples realizada na noite deste domingo, 01, no Cine Teatro “Vereador Paulo Barbosa da Silva”, no bairro da Cohabinal. Ao contrário de outros prefeitos empossados, que optaram por diminuir o tamanho da máquina pública e conter gastos, o novo prefeito de Parnamirim anunciou a criação de três novas secretarias –  Segurança, Desenvolvimento Econômico e Inovação e Modernização de Gestão.

São os seguintes os novos secretários de Parnamirim:

Chefe do Gabinete Civil: Wolney França

Administração: Fábio Sarinho

Controladoria: José Maria da Silva

Assistência social: vice-prefeita Elienai Cartaxo

Procurador do município: Fábio Pinheiro

Limpeza Urbana: Gutemberg Xavier

Serviços Urbanos: Valerio Santiago

Esporte e Turismo: Ricardo Wagner

Habitação: Kathia Palhano

Trânsito e Transporte: Marcondes Rodrigues Pinheiro

Tributacao: José Jacaúna

Planejamento e Financas: Giovanni Júnior

Educação: Francisca Henrique

Obras: Franklin Altevir

Meio Ambiente: Fátima Cabral

Saúde: João Alberico

A solenidade de posse de Taveira foi comandada pelo presidente da Câmara de Vereadores, recém empossado, Irani Guedes.  Acompanhado da esposa Alda Leda e dos filhos Júnior, Rafael e Rodrigo, o prefeito Rosano Taveira da Cunha (PRB), 59, vive hoje seu melhor momento na carreira política, tendo sido eleito com 34.363 votos. “Quero honrar cada voto recebido e o único jeito de fazer isso é trabalhando por Parnamirim”, disse.

Rosano Taveira defende uma administração transparente, pautada na informatização dos serviços, agilizando os atendimentos, sem perder o foco na humanização. Logo depois do juramento, o prefeito empossado falou sobre seus projetos e aproveitou para anunciar o novo secretariado que fez questão de ressaltar “será composto por técnicos”.

Veja na íntegra discurso de posse: Carlos Eduardo diz aos servidores que, ao contrário dos Reis Magos, não tem “ouro, incenso e mirra”

CARLOS EDUARDO: LUTEI ALÉM DO LIMITE DAS MINHAS FORÇAS PARA MANTER O BARCO NAVEGANDO SEM RISCOS DE NAUFRÁGIO

CARLOS EDUARDO:   “LUTEI ALÉM DO LIMITE DAS MINHAS FORÇAS PARA MANTER O BARCO NAVEGANDO

 

Empossado ontem para mais um mandato na chefia do Executivo natalense,  o prefeito Carlos Eduardo Alves dedicou a quase totalidade do seu discurso para falar sobre as dificuldades econômicas enfrentadas pela Prefeitura do Natal. Alves, que revelou enfrentar a crise econômica desde meados de 2015, disse que, apesar do cenário recessivo, não pisou na linha da dignidade para parecer poderoso, nem vendeu patrimônio do município. Não demiti ninguém. Não vendi pedaços do patrimônio municipal posto sob a guarda do Poder Executivo a mim confiado. Não alienei o território da cidade, seu chão e seus direitos. Tudo faço para honrar os milhares de votos que recebi nas ruas, quatro vezes, a primeira como vice, e que os cultivo como símbolos do bem-querer dos natalenses, destacou.

Um trecho do seu discurso foi dedicado aos servidores municipais, aos quais convocou para resistir, depois de dizer que não pretende enganá-lo. Se há a dívida de uma palavra justa, nesta hora, é com os servidores municipais. Não para enganá-los. Não alimentaria o mais torpe dos sentimentos que é a falsa esperança. Minha palavra é para reconhecer as agruras que passamos a viver nos últimos dias do ano. Lamento, mas não trago, como os Reis Magos, ouro, incenso e mirra. Nem multiplico o trágico para usá-lo como um escudo. Nosso destino é resistir. Não há outro caminho, enfatizou.

Veja abaixo o discurso na íntegra:

Senhor Presidente,

Senhoras Vereadoras,

Senhores Vereadores,

Minhas Senhoras. Meus Senhores.

 Não venho para contar a história de uma luta que travei de cabeça erguida. Uma história que todos sabem e conhecem. Nas ruas, nas telas de tevê, nas emissoras de rádio.  Lutei desejando vencer, não negaria, mas sem nunca temer a derrota. Porque lutei sem ferir os princípios fundamentais da luta democrática, prestando contas de todos os meus atos e submetendo-os ao julgamento popular. Se sonhei vencer, e venci, foi porque mereci receber o voto desta cidade que desde criança aprendi a amar, respeitar e defender, olhando na sua paisagem humana que é tão minha e por isso tão íntima, os traços da minha própria história. 

Para amar uma cidade, e merecer os frutos do seu carinho, não basta saber os nomes de suas ruas antigas e modernas, a geografia dos becos humildes, a história de suas velhas praças. É preciso conquistá-la a cada dia. Administrá-la com honestidade e dedicação. Não tenho segredos a revelar para explicar essa nossa tão longa e harmoniosa convivência. Natal sabe que gosto de ser a sentinela voluntária dos seus dias e suas noites. O vigia do seu sono, o guardador dos seus sonhos. Sou como o alvissareiro no alto da torre da matriz – tenho a honra de defendê-la de todo mal, porque Natal é a nossa casa, a casa de todos, porque Natal somos todos nós.       

Venho ao Poder Legislativo da minha cidade, a Casa de Frei Miguelinho – aquele herói que amava a liberdade – para assumir pela quarta vez o mandato de Prefeito de Natal.

Venho reafirmar, diante das Senhoras Vereadoras e Senhores Vereadores da Câmara Municipal, um a um, todos os compromissos que assumi nas conversas, nos encontros das ruas e nos debates, quando comuniquei a cada natalense aquele honrado e orgulhoso desejo de governar Natal mais uma vez. Ninguém governa com legitimidade os destinos de uma cidade e de sua gente, a não ser quando ungido pelo seu voto e garantido pela maioria absoluta da sua vontade livre e consagradora. 

Pesam sobre meus ombros nesta hora que vivem a Nação e o Estado os maiores e mais graves desafios que a vida política impôs aos homens públicos nestes tempos tão difíceis e tão árduos que agora vivemos. Tempos de danações medonhas, de pecados feios e sem perdão.

Nunca uma crise foi tão dilacerante. Feriu tantos princípios, degradou tão duramente os homens públicos de um povo que parecia caminhar calmo e feliz para o destino de vencer as injustiças sociais e ser uma das maiores e mais belas Nações do mundo.

Da mais humilde Prefeitura, escondida nos longes deste Brasil gigante, ao Governo Federal, a ninguém é dado desconhecer o terremoto que nos deixou cercados das ruínas da ética, vítimas da recessão brutal e do desemprego, filhos legítimos e perversos da corrupção desenfreada que envolveu o Brasil. Que vença a Justiça sem condenar os inocentes nem perdoar os culpados.

Sim, é profundamente gratificante cumprir o dever de ter a consciência tranquila e as mãos limpas diante de Deus e dos Homens. Mas, devo confessar: é duro vencer, trazer na consciência e nas mãos a honrosa confiança do seu povo, numa hora em que não é possível garantir os dias merecidos de um futuro justo, capaz de melhorar a vida de cada um com o sossego de todos.

Nos últimos meses, lutei além do limite das minhas forças para manter o barco navegando sem riscos de naufrágio, mesmo diante de uma travessia sem porto seguro à vista.

Tenho comigo a lição de Camus, Albert Camus, Prêmio Nobel de Literatura, quando adverte que não se cria experiência, antes é preciso passar por ela, vivê-la.

Enfrento a crise econômica desde meados de 2015 com um pequeno e declinante orçamento municipal. Por isso, muitas vezes, não posso honrar no dia marcado os compromissos, mas jamais admiti negá-los. Não piso na linha da dignidade para parecer poderoso. Não demiti ninguém. Não vendi pedaços do patrimônio municipal posto sob a guarda do Poder Executivo a mim confiado. Não alienei o território da cidade, seu chão e seus direitos. Tudo faço para honrar os milhares de votos que recebi nas ruas, quatro vezes, a primeira como vice, e que os cultivo como símbolos do bem-querer dos natalenses.

A solenidade desta hora diante do Poder Legislativo não impede o gesto da gratidão a todos quanto lutaram ao meu lado e comigo fizeram a nossa pequena e valente legião. Aquela que lutou com a dedicação e o zelo que a democracia exige para um combate livre e respeitoso.

Minha gratidão ao PMDB do vice Álvaro Dias, meu amigo há tantos anos e há tantos outros dando o belo exemplo de coerência. Aos outros partidos aliados e aos meus companheiros do PDT, de quem guardo a bela lição do destemor. A toda minha equipe, principalmente aos servidores municipais que sabem honrar seus salários pagos pelo povo com a prestação de bons serviços todos os dias do ano.

Se há a dívida de uma palavra justa, nesta hora, é com os servidores municipais. Não para enganá-los. Não alimentaria o mais torpe dos sentimentos que é a falsa esperança. Minha palavra é para reconhecer as agruras que passamos a viver nos últimos dias do ano. Lamento, mas não trago, como os Reis Magos, ouro, incenso e mirra. Nem multiplico o trágico para usá-lo como um escudo. Nosso destino é resistir. Não há outro caminho.

Nossas receitas caem, nossos repasses nacionais desabam e as nossas despesas, apesar de todos os cortes e controles, mantêm o crescimento vegetativo inevitável. Não tenho o direito de exigir mais sacrifícios, mas devo dizer, em respeito à verdade, que este primeiro semestre ainda parece sombrio, a julgar pelas previsões da área econômica do governo federal. 

A luta é de todos, mas é meu, declaradamente meu, o compromisso de jamais abandoná-los ao longo dessa dura travessia que nos espera. A transparência de todos os gestos há de cimentar ainda mais a confiança mútua que precisamos para atravessar as águas que ainda nos separam do porto de chegada tão distante. Acreditem, chegaremos juntos e vitoriosos. Minha palavra é de convocação. Lutaremos o bom combate. É o que basta.

Foram muitas as lutas, imensos os desafios, mas não será agora, justamente agora, que recolheremos as velas do nosso barco e lançaremos âncoras ao mar.

É hora de continuar navegando, e seguindo, quem sabe, aquela belíssima lição de Dom Hélder Câmara que mais parecia uma chama nas trevas negras do arbítrio. Ele que arrancava suas forças daquele corpo franzino e cheio de coragem, lembrava sempre nas suas crônicas:

 – Quanto mais escura for a noite, mais clara será a madrugada.

Sobretudo agora – e falo a todos os quem fazem a Prefeitura – quando já podemos ter o justo orgulho de contar nossa história nos últimos quatro anos de gestão. História que escrevemos juntos e juntos continuaremos a escrever, vaidosos do privilégio de bem servir ao povo.

É uma história bonita. Nela não se perdeu nunca a noção do limite do público e do privado, cometendo a vil promiscuidade que hoje espanta o Brasil e degrada a vida de muitos políticos e executivos empresariais.

Não vivemos nos extremos, não cultivamos o tosco sectarismo dos loucos, não fizemos da intolerância regra do nosso jogo, nem nunca permitimos que o timbre do radicalismo tomasse o lugar do diálogo e do pacto livres e respeitosos. Não nos agachamos um diante do outro.  Negociamos ombreados e sem medo, diante da cidade.  

É assim, com o compromisso do diálogo permanente que renovo a confiança no Poder Legislativo, a minha primeira grande escola política depois da educação nascida naturalmente dos exemplos familiares.

Sei que também é com a cidade e com seu futuro o compromisso maior desta Casa de Miguelinho. Quem aqui chega para cumprir um mandato popular, tangido pelo espírito público e ungido pela força do voto, não aceita ser funcionário da servidão. Sabe que a maior vaidade do legislador e do executivo é promover o bem-estar individual e coletivo, buscando nos seus espaços de atuação a vitória do cidadão livre.

Mesmo diante da crise, e numa visão rápida e panorâmica, instalamos o hospital Newton Azevedo, a primeira unidade hospitalar municipal de Natal; reabrimos a Maternidade Leide Morais; inauguramos duas UPAS, restauramos e ampliamos 32 unidades de saúde. Reabrimos o Centro de Educação Aluizio Alves, construímos 16 escolas de qualidade, com professores, merenda e fardamento dos alunos, esforço que fez da nossa educação a razão de grande orgulho.

Recuperamos a orla, o Palácio dos Esportes, o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, o Viaduto e o Canal do Baldo, sem uma manutenção verdadeira desde a sua inauguração.

Depois do grave acidente que resultou na abertura de uma cratera em Mãe Luiza, conseguimos transformar aquela área em um portal bonito e iluminado que se abre para a cidade e ainda economizamos e devolvemos recursos para a União.

Entregamos o residencial São Pedro, abrindo caminho para a ampliação do porto na área antes ocupada pela comunidade do Maruim.

Mantive os serviços básicos funcionando – coleta de lixo, limpeza das ruas e praças; os transportes públicos, a iluminação e a guarda municipal, deveres inegociáveis. 

Cumpri os compromissos da cidade com a Copa do Mundo construindo no tempo exigido o Complexo Viário Dom Eugênio Sales, o maior conjunto de obras do sistema viário urbano de Natal, desobstruindo uma das áreas congestionadas no ir e vir dos natalenses e completamos com a instalação de binários, corredores de ônibus e ciclovias, melhorando a fluidez no trânsito.

Acreditem, temos uma boa história para contar aos natalenses. Não há motivos para nos sentirmos órfãos da esperança, a mais terrível das orfandades. Lutaremos por amor a este povo que vive nesta cidade tão bonita.

Antônio Gramsci pode ter razão quando afirma que a crise ‘é o momento em que morre o velho e o novo não pode mais nascer’. No caso do Brasil, o novo nasceu nas ruas com os brasileiros atentos e cobrando duramente dos seus homens públicos. Não somos uma ilha. Estamos igualmente mergulhados na crise, mas ela não vencerá as nossas esperanças. Lutaremos juntos na defesa da nossa Natal. Perto do povo, ouvindo sua voz. Os nossos avanços só atestam a nossa capacidade de luta. Vamos avançar. Olho no olho, dedo firme no gatilho, para lembrar o belo poema de Paulo Mendes Campos.

Senhoras Vereadoras

Senhores Vereadores

Faço um registro a memória de meu pai, Agnelo Alves, que desta vez não está presente aqui. 

No exemplo dele, aprendi que governar é servir aos anseios do povo porque só do trabalho nasce o líder. No exercício da vida pública, o lastro seguro é aquele feito com as pedras da confiança. Pedras que galvanizam o líder no calor da luta, e a quem cabe honrar esse chão que lhe sustenta nas grandes caminhadas.

Agora, diante de Deus, guardado pela força das orações de D. Celina, minha mãe, e enternecido pela solidariedade sem limites dos meus filhos e da minha mulher, assumo a Prefeitura de Natal consciente dos meus deveres e carregando comigo a eterna gratidão por cada voto recebido.

Hoje, como ontem e como amanhã, nesta Natal dos Reis Magos, entre o rio, o mar e os morros, traços eternos de sua fisionomia, lutaremos juntos para que o humano um dia vença o desumano, em nome de Deus.       

Obrigado a todos.