21 de abril de 2016 às 11:56
21 de abril de 2016 às 11:56
EX-MINISTRO DO TURISMO FOI PARADO EM BLITZ NA MADRUGADA DESTA QUINTA (21)
O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB) divulgou no início da tarde desta quinta-feira (21), uma nota de esclarecimento sobre o episódio ocorrido na madrugada de hoje, quando teve a sua carteira de habilitação retida, após se negar a realizar o teste do bafômetro em uma blitz da Operação Lei Seca na zona Sul de Natal. Na nota, o ex-ministro elogia o trabalho da Operação Lei Seca e diz que viu a apreensão de sua carteira “com naturalidade”. Leia:
Sobre a retenção de minha carteira de habilitação noticiada por alguns veículos de comunicação, tenho a informar que vejo o fato com naturalidade. Fui abordado pelos policiais da blitz de forma educada e respeitosa, como deve ser. Em relação à divulgação de nossa identidades nas redes sociais, reconhecer que faz parte de quem tem imagem pública. Por fim, elogiar esse trabalho que comprovadamente diminui os índices de acidente em nossa cidade.
De acordo com informações do coordenador da Operação o capitão Styvenson Valentim, Henrique Alves tem agora até cinco dias úteis para ir ao Detran reaver o documento. “Sem o teste do bafômetro não ficou comprovada a ingestão de bebida alcoólica. Assim, ele não vai responder criminalmente. Mas, ele ainda vai responder administrativamente e vai pagar multa de R$ 1.915,40”, explicou Styvenson.
21 de abril de 2016 às 11:51
21 de abril de 2016 às 11:51
O ALVINEGRO VENCEU COM DOIS GOLS DE ECHEVERRIA E UM DE JONES CARIOCA. (FOTO: G1 RN)
Após sofrer dois gols marcados pelo Goianésia-GO ainda no primeiro tempo, o ABC corria sério riso de ser eliminado da Copa do Brasil. Porém, no segundo tempo da partida que aconteceu na noite de ontem (20), no Frasqueirão, o time potiguar reagiu e marcou três gols, virando o jogo.
O time alvinegro marcou no segundo tempo com o meia Echeverria, duas vezes, e com o atacante Jones Carioca.A vitória de 3 a 2 eliminou o time goiano e garantiu ao ABC o avanço para a próxima fase da Copa do Brasil.
21 de abril de 2016 às 06:15
21 de abril de 2016 às 06:15
O MÊS DE FEVEREIRO REGISTROU O MAIOR NÚMERO DE ATENDIMENTOS ALCANÇANDO A MARCA DE 14.035. (DIVULGAÇÃO/SMS)
O Hospital Municipal de Natal Dr. Newton Azevedo, inaugurado em dezembro de 2015, tornou-se referência no município no que diz respeito ao atendimento de urgência e emergência de clínica médica e pediatria para os munícipes de Natal, como o primeiro Hospital municipal da capital potiguar. No primeiro trimestre de 2016, a unidade hospitalar, que atende pronto atendimento adulto, infantil e de ortopedia realizou 36.644 atendimentos, uma média de mais de 12 mil pessoas atendidas por mês.
O mês de fevereiro foi o que registrou o maior número de atendimentos alcançando a marca de 14.035, sendo 7.264 de clínica médica, 5.150 de pediatria e 1.621 de ortopedia. Em março, foram 12.636 atendidas até o dia 27, sendo 4.289 de pediatria, 6.908 no Pronto Atendimento Adulto e 1.439 de urgência ortopédica. No mês de janeiro, foram 9.973 atendimentos, sendo 4.884 de clínica médica, 3.316 de pediatria e 1.773 de ortopedia.
O secretário Municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, explica que o Hospital Municipal de Natal teve sua abertura programada em módulos, a fim de atender o anseio da população, proporcionando acessibilidade aos usuários e servidores, em virtude da localização geográfica. “Os serviços estão sendo ampliados. No primeiro momento abrimos a clínica médica e a pediatria, depois a ortopedia, no mês passado os dez leitos de UTI e o próximo passo é abrir a ala cirúrgica”.
O Hospital possui capacidade instalada para unificar os serviços de Terapia Intensiva, Bloco Cirúrgico, Psiquiatria, Ortopedia, Clínica Médica e Pediatria. Hoje ele funciona com Pronto Atendimento e internação pediátrica, Pronto Atendimento e internação de Clínica Médica, Pronto Atendimento de Ortopedia e dez leitos de Terapia Intensiva (UTI). A equipe é formada por sete médicos por plantão no Pronto Atendimento, sendo três de clínica médica, dois de pediatria e dois de ortopedia, além da equipe multidisciplinar formada por assistente social, nutricionistas e a equipe do Laboratório.
Atualmente, a Secretaria Municipal de Natal está reformando um prédio em anexo onde funcionará o Pronto Socorro Infantil Dra. Sandra Celeste, ampliando ainda mais a capacidade instalada do Hospital Municipal de Natal para atendimento de pediatria.
21 de abril de 2016 às 06:00
21 de abril de 2016 às 06:00
A VOTAÇÃO NO SENADO PODERÁ OCORRER NA PRIMEIRA QUINZENA DE MAIO.
Depois de ter a admissibilidade aprovada pela Câmara dos Deputados no último domingo (17), o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff será analisado pelo Senado. Em votação no plenário, os senadores terão que decidir se aprovam ou não a abertura do processo de afastamento da presidenta. A votação poderá ocorrer na primeira quinzena de maio.
O primeiro passo da tramitação do impeachment no Senado foi a leitura em plenário, na terça (19), do parecer da Câmara favorável à abertura do processo. Em seguida, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criou a comissão especial para a análise do processo e pediu aos líderes partidários a indicação dos 42 senadores que vão compor a comissão: 21 titulares e 21 suplentes. O documento lido em plenário foi publicado hoje (20) no Diário Oficial do Senado Federal.
Embora o prazo para a indicação de senadores para a comissão termine na sexta-feira (22), a maioria dos líderes já fez a indicação oficial à Mesa do Senado ou anunciaram informalmente os prováveis indicados.
A eleição da comissão especial pelo plenário da Casa está marcada para a próxima segunda-feira (25), a partir das 16h. Na terça-feira (26), haverá instalação oficial do colegiado, com a eleição do presidente, do vice e do relator.
Após a instalação da comissão especial, começa a contar o prazo de dez dias úteis para que o relator apresente seu parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Nessa fase não há previsão de defesa da presidenta. O parecer precisa ser votado pelos integrantes do colegiado a aprovação se dá por maioria simples.
Qualquer que seja o resultado da votação na comissão, a decisão final cabe ao plenário do Senado, que é soberano. No plenário, o parecer da comissão será lido e, após 48 horas, votado nominalmente pelos senadores. Para ser aprovado é necessária a metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votem pelo menos 41 dos 81 senadores da Casa.
Se o parecer da comissão for pela admissibilidade do processo de impeachment e o texto for aprovado pelo plenário do Senado, o processo contra a presidenta é instaurado e Dilma será notificada e afastada do cargo por 180 dias. Com isso, o vice-presidente Michel Temer assume o governo. Se o parecer da comissão pela admissibilidade for rejeitado no plenário, a denúncia contra a presidenta será arquivada.
Se o processo de afastamento da presidenta for aberto, começa a fase de produção de provas e a possível convocação dos autores da denúncia, da presidenta Dilma e da defesa até a conclusão das investigações e votação do parecer da comissão especial sobre o processo.
Para que a presidenta perca o mandato são necessários votos de pelo menos 54 senadores, dois terços da Casa. A sessão final do julgamento será presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em caso de absolvição, a presidenta reassume o mandato imediatamente. Se condenada, a presidenta é automaticamente destituída e fica oito anos sem poder exercer cargo público. O vice, Michel Temer, assume a Presidência da República até o fim do mandato, em dezembro de 2017.
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