11 de novembro de 2025 às 18:00
11 de novembro de 2025 às 13:23
FOTO: DIVULGAÇÃO
A festa de Nossa Senhora da Apresentação, padroeira de Natal e da Arquidiocese, tem início nesta terça-feira (11) com uma programação que segue até o dia 21 de novembro. As atividades ocorrerão na antiga Catedral, na Cidade Alta, e na Catedral Metropolitana, no Tirol.
A abertura oficial será às 16h30, na antiga Catedral, com acolhida das capelinhas peregrinas e adoração ao Santíssimo Sacramento. Às 18h, uma procissão leva as capelinhas até a Catedral Metropolitana, onde acontecerá o hasteamento das bandeiras e a missa de abertura, presidida pelo arcebispo Dom João Santos Cardoso.
Programação religiosa
11 de novembro (abertura)
• 16h30: Acolhida às capelinhas e adoração ao Santíssimo — antiga Catedral
• 18h00: Procissão até a Catedral Metropolitana
• Ato cívico e missa de abertura
De 12 a 20 de novembro
• 6h00: “Terço caminhante”, com saída da Igreja do Rosário a Antiga Catedral (missa dos peregrinos)
• 16h30: Missa — antiga Catedral
• 11h00 e 16h30 (segunda a sábado): Missas na Catedral Metropolitana
• 7h00, 11h00 e 19h00 (domingo): Missas na Catedral Metropolitana
• 19h00: Novena diária e quermesse — Catedral Metropolitana
21 de novembro (encerramento)
• 00h00: Vigília de oração — Pedra do Rosário
• 03h30: Procissão fluvial pelo Rio Potengi
• Missa tradicional na Pedra do Rosário
• Procissão vespertina pelas ruas do centro de Natal
• Missa de encerramento na Catedral Metropolitana
Programação cultural
Além da quermesse, a festa contará com o Angelus Potengi — passeio de barco pelos dias 14, 15 e 16, às 15h, e na madrugada do dia 21, durante a procissão fluvial. Os ingressos estão à venda na antiga Catedral.
A 4ª Corrida e Caminhada da Padroeira acontece no dia 15 de novembro, às 16h, com percurso de 5 km. As inscrições já foram encerradas.
Transmissões
Toda a programação poderá ser acompanhada ao vivo pelo canal da Arquidiocese no YouTube e pela Rádio Rural de Natal (91.9 FM). A programação completa está disponível no site da Arquidiocese de Natal.
11 de novembro de 2025 às 17:45
11 de novembro de 2025 às 13:25
FOTO: EFE
O ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde julho, continua ampliando sua base digital mesmo sem publicar mensagens. Desde que foi proibido de postar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente já ganhou cerca de 500 mil novos seguidores em suas redes sociais.
Atualmente, Bolsonaro soma 27,1 milhões de seguidores no Instagram, 14,1 milhões no X, 6,6 milhões no YouTube, 6,7 milhões no TikTok e 14 milhões no Facebook. Ele não posta desde 17 de julho, quando o STF bloqueou novas publicações, mas manteve suas contas ativas.
Políticos da oposição temiam uma “morte digital” do ex-presidente, conhecido por usar as redes como principal canal de comunicação com seus apoiadores. No entanto, o efeito foi o oposto. Em julho, ele tinha 68 milhões de seguidores somando todas as plataformas; hoje, são cerca de 68,5 milhões.
O maior crescimento ocorreu no Instagram. O último post do líder da direita, traz a resposta a uma carta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que afirma estar sendo julgado por um golpe “sem armas”, alcançou 1,5 milhão de curtidas.
Mesmo sem novos conteúdos, internautas continuam ativos nas páginas do ex-presidente, deixando comentários de apoio e críticas. As interações diárias mantêm o perfil visível nos algoritmos das redes.
11 de novembro de 2025 às 17:30
11 de novembro de 2025 às 13:25
FOTO: PEXELS
O tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros resultou na redução de 67% nos embarques brasileiros de cafés especiais para a América do Norte. Trump anunciou a imposição de uma sobretaxa de 50% ao Brasil em julho, válida a partir do mês seguinte, quando as vendas gerais do país caíram 16,5%. Em setembro, a queda foi de 20,3%.
Os Estados Unidos são responsáveis pela movimentação de cerca de 2 milhões de sacas de cafés finos, das 10 milhões exportadas pelo país, segundo a BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais).
Com a adoção das tarifas, das cerca de 150 mil sacas em média exportadas mensalmente para estados como Califórnia, Nova York e Oregon, o total caiu para 50 mil sacas.
Os cafés especiais são os mais valorizados produzidos no país e a saca de 60 quilos facilmente ultrapassa os R$ 3.000, conforme produtores que participaram na última semana da SIC (Semana Internacional do Café), principal evento ligado à cafeicultura no país e que aconteceu em Belo Horizonte.
“O impacto foi dramático, porque basicamente a gente está falando de uma redução de 67% dos embarques de cafés de mais alto valor agregado e que são duramente afetados pela tarifa. E aí, qual é a expectativa dos importadores? Eles vêm recebendo sinais de que a tarifa tem de se resolver. Então, o que acontece? Ele atrasa os embarques e vem consumindo os estoques”, afirmou Vinícius Estrela, diretor-executivo da BSCA.
O executivo avalia como “muito delicado” o momento pelo fato de o café ser um produto de janela curta de comercialização, mas disse ver como positivas as tratativas entre os governos brasileiro e norte-americano.
“Se o acordo tardar e não acontecer neste ano, possivelmente [o café] tenha perdido uma parcela importante do mercado americano e dado a chance de o consumidor americano testar e eventualmente se adaptar a outros cafés. Foi uma luta do Brasil, da BSCA, por mais de 30 anos, para mostrar que o Brasil não era só um café de base.” Entre os principais concorrentes estão Colômbia, Panamá, Etiópia, Quênia e Indonésia.
A alternativa encontrada por exportadores brasileiros é fazer uma composição com os compradores norte-americanos para diminuir perdas para os dois lados. Foi o que fez a Três Corações, principal player do mercado nacional, segundo seu presidente, Pedro Lima.
“Nós exportamos um pouco de café para a costa leste americana, a gente baixou nosso preço, o distribuidor lá baixou um pouco a margem dele e subiu um pouco o preço. Foi uma equação de três mãos aí, e continuamos exportando […] A gente fez um arranjo aí, mas não interrompemos nada de negócios”, afirmou Lima.
Celírio Inácio da Silva, diretor-executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), afirmou que é urgente que as tarifas sejam revistas e que o setor adotou uma nova estratégia em relação às negociações, ao pedir que a tarifa imposta ao café seja resolvida de forma isolada dos demais produtos atingidos pelo tarifaço.
“Ele tem que ser discutido separado, por vários motivos. O primeiro é porque no café não existe, nem por parte dos Estados Unidos, nem por parte do Brasil, algum óbice. Segundo, se o Brasil começar com algum produto, ele pelo menos mostra a boa vontade. E os Estados Unidos também mostram a boa vontade. Dizer, ok, começamos a negociar”, afirmou.
11 de novembro de 2025 às 17:15
11 de novembro de 2025 às 13:27
FOTO: JOSÉ ALDENIR
O Poder Judiciário do Rio Grande do Norte condenou uma empresa de cadeados e fechaduras por negativar indevidamente o nome de um empresário vítima de fraude. A decisão é do juiz Francisco Pereira Rocha Júnior, da Vara Única da Comarca de São José do Campestre, que determinou à empresa que retire o nome do comerciante dos órgãos de restrição ao crédito em até cinco dias e pague indenização de R$ 5 mil por danos morais.
De acordo com o processo, o empresário começou a receber, em abril de 2019, ligações para confirmar compras feitas em seu nome. Ele negou ter realizado as transações e procurou a Receita Federal, onde descobriu alterações indevidas em seu cadastro e até uma declaração de imposto de renda de pessoa jurídica aberta sem seu conhecimento.
Meses depois, novas compras foram registradas em nome do empresário — desta vez, na empresa de cadeados e fechaduras, no valor total de R$ 1.969,60. Como resultado, o nome dele foi negativado, o que o impediu de adquirir mercadorias para o funcionamento de sua própria loja.
A empresa, em sua defesa, alegou que havia relação comercial legítima com o autor da ação e apresentou nota fiscal e comprovante de entrega. No entanto, o empresário afirmou que nunca solicitou nem recebeu os produtos e que o endereço informado pela empresa não correspondia ao seu local de trabalho.
Na sentença, o magistrado reconheceu que, mesmo que ambos tenham sido vítimas de uma possível fraude cometida por terceiros, a empresa continua responsável. Segundo o juiz, para que houvesse exclusão de responsabilidade, seria necessário comprovar que a empresa adotou todos os cuidados na confirmação da compra, o que não ocorreu.
O juiz concluiu que a negativação indevida configura dano moral, dispensando prova adicional de prejuízo. “A inscrição indevida em cadastro de inadimplentes configura dano moral, conforme jurisprudência consolidada, motivo pelo qual o pedido de indenização deve ser acolhido”, destacou.
11 de novembro de 2025 às 17:00
11 de novembro de 2025 às 13:28
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de cinco lotes de Furosemida – 10,0 mg/ml Solução Injetável CX 100 AMP VD AMB X 2 ml, fabricados pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda. A ação também suspendeu a comercialização de cinco lotes do medicamento.
A empresa comunicou o recolhimento voluntário do medicamento, ou seja, a ação partiu do próprio fabricante, que identificou indicativos de uma possível fragilidade do vidro.
O medicamento Furosemida é indicado no tratamento das seguintes situações: edema (inchaço) devido a doenças cardíacas e de rins, edema pulmonar, cerebral, ou provocado por queimaduras. Também é usado em conjunto com medicamentos para hipertensão (pressão alta) ou na indução de urina, nos casos de envenenamento.
Também foi proibida a divulgação de todas as preparações magistrais (medicamentos manipulados) da empresa Exata Comercial Ltda. – CNPJ: 03.230.771/0001-63.
Isso porque a empresa está anunciando os produtos manipulados em seu site de vendas on-line, prática que não é permitida, conforme o item 5.14 do Anexo da RDC 67/2007: “Não é permitida a exposição ao público de produtos manipulados, com o objetivo de propaganda, publicidade ou promoção.”
Entenda
Cada medicamento manipulado é uma fórmula única, feita exclusivamente para o paciente, mediante prescrição médica, nos casos em que o médico avalia que o medicamento industrializado, nas concentrações disponibilizadas no mercado, não atende à necessidade específica do paciente. A fórmula manipulada pode ser uma opção também nos casos em que, por exemplo, o paciente possui alguma alergia a um composto usado na fórmula industrializada. Portanto, não pode haver comercialização de forma geral para toda a população.
11 de novembro de 2025 às 16:45
11 de novembro de 2025 às 13:57
FOTO: VIVIAN ABAGIU
Uma brasileira está por trás de uma das inovações médicas mais promissoras dos últimos anos. A química Lívia Schiavinato Eberlin, professora da Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, desenvolveu um dispositivo capaz de identificar se um tecido é saudável ou cancerígeno em apenas 10 segundos, já durante a cirurgia.
A tecnologia, batizada de MasSpec Pen, já é chamada de “caneta que detecta câncer”.
Agora, o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, conduz o primeiro estudo clínico fora dos Estados Unidos com o equipamento, em parceria com a Thermo Fisher Scientific, multinacional responsável pelo espectrômetro de massas que viabiliza a leitura molecular do tecido.
Como funciona a tecnologia
A MasSpec Pen é uma caneta conectada a um espectrômetro de massas –um equipamento capaz de identificar as moléculas que compõem uma substância e revelar sua “assinatura química”.
Em termos simples, ele pesa e compara as moléculas do material analisado, mostrando quais estão presentes e em que proporção. É a mesma tecnologia usada em investigações forenses, no controle de qualidade de alimentos e em exames antidoping –agora adaptada para uso médico.
Durante a cirurgia, o médico encosta a ponta da caneta sobre o tecido suspeito. O dispositivo libera uma microgota de água estéril, que permanece em contato com o tecido por alguns segundos. Essa gota extrai moléculas da superfície e é aspirada para o espectrômetro, que analisa sua composição química em tempo real.
O aparelho então identifica o padrão molecular do tecido –algo como uma impressão digital biológica — e mostra na tela se ele é saudável ou cancerígeno.
“É como fazer um café: a água extrai as moléculas da amostra sólida, mas não remove o tecido. A análise é instantânea e não causa nenhum dano”, explica Lívia Eberlin.
O contraste com o padrão atual
Em qualquer cirurgia oncológica, um dos maiores desafios é definir o limite exato do tumor –até onde o cirurgião deve cortar.
O objetivo é remover completamente o tecido doente, evitando deixar células cancerígenas para trás, mas sem retirar mais do que o necessário de tecido saudável, o que pode comprometer órgãos e funções do corpo.
Esse tecido, em termos simples, é o conjunto de células que forma uma parte do corpo –como um fragmento do pulmão, da tireóide, do fígado ou da mama.
Quando há um tumor, as células cancerígenas se infiltram nesses tecidos e podem invadir áreas vizinhas. Por isso, o médico precisa saber onde termina o câncer e onde começa o tecido saudável –a chamada margem de segurança cirúrgica.
Hoje, para responder a essa pergunta durante a cirurgia, os hospitais utilizam o chamado exame de congelação, considerado o padrão-ouro da patologia.
Nesse procedimento, o cirurgião remove um pequeno pedaço do tecido suspeito e o envia para o laboratório, onde o material é congelado, cortado em lâminas finas e analisado ao microscópio.
O processo pode levar de 20 minutos a 1h30, tempo em que o paciente permanece anestesiado, “aberto” e a equipe cirúrgica aguarda a resposta do patologista.
Se o exame indicar que ainda há células cancerígenas nas bordas do material retirado, o médico precisa voltar e remover uma área maior, prolongando a operação, o tempo de anestesia e o risco de complicações.
“Mesmo patologistas experientes podem ter dificuldade em fornecer uma resposta precisa sobre margem de segurança, porque o congelamento distorce a estrutura do tecido”, explica Lívia Eberlin.
“Com a caneta, o resultado vem em segundos, diretamente da sala de cirurgia, e o cirurgião sabe imediatamente se precisa retirar mais.”
Nos cânceres de pulmão, por exemplo, a definição das margens é um dos pontos mais críticos da cirurgia. Uma retirada excessiva pode comprometer a capacidade respiratória do paciente; uma retirada insuficiente aumenta o risco de recidiva.
“A tecnologia permite ao cirurgião saber, ainda na operação, se o tecido é normal ou tumoral, sem precisar esperar o laudo”, afirma o imunologista Kenneth Gollob, diretor do Centro de Pesquisa em Imunologia e Oncologia (CRIO) do Einstein.
Caneta pode medir potencial de resposta ao tratamento?
Além de detectar a presença de câncer, a equipe do Einstein quer entender se a MasSpec Pen pode revelar o perfil imunológico de cada tumor –uma informação que, até hoje, só é obtida dias depois da cirurgia, com exames laboratoriais complexos.
“Cada câncer tem uma paisagem imunológica própria, uma espécie de ‘impressão digital’ do sistema imune dentro do tumor”, explica Kenneth Gollob. “Alguns são chamados de ‘tumores quentes’, porque estão repletos de células de defesa, como linfócitos e macrófagos. Outros são ‘tumores frios’, que conseguem se esconder do sistema imunológico.”
Essa diferença é crucial para o sucesso dos tratamentos modernos. Os tumores quentes costumam responder melhor à imunoterapia, uma classe de medicamentos que estimula o sistema imunológico a atacar o câncer. Já os frios, mais resistentes, exigem abordagens combinadas –com quimio, radio ou novos imunomoduladores.
A expectativa dos pesquisadores é que a caneta consiga identificar, em tempo real, essa “temperatura imunológica”, analisando os metabólitos e lipídios que refletem a presença de células imunes ativas.
“Se conseguirmos detectar isso no ato da cirurgia, o médico poderá planejar o tratamento logo em seguida –sem esperar semanas pelo resultado da biópsia completa”, diz Gollob.
Segundo ele, o impacto seria duplo: clínico e científico. “Para o paciente, é mais agilidade e tratamento personalizado. Para a pesquisa, é a chance de entender, em milhares de amostras reais, como o sistema imune interage com o tumor em diferentes órgãos.”
11 de novembro de 2025 às 16:30
11 de novembro de 2025 às 13:58
FOTO: EFE
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa 100 dias em prisão domiciliar nesta terça-feira (11). O ex-mandatário também está cumprindo medidas cautelares como não usar celular e não ter contato com investigados. A condição foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Bolsonaro teve a prisão domiciliar decretada após descumprir uma série de medidas restritivas impostas a ele, no âmbito do inquérito que apurou a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) contra o sistema Judiciário. Nesse processo, o filho do ex-presidente foi denunciado pela PGR(Procurador-Geral da República).
Dessa forma, as restrições de liberdade em cumprimento pelo ex-presidente não estão relacionadas à condenação dada pelo STF de 27 anos e três meses de prisão por liderar o plano de golpe. Apesar disso, a defesa poderá pedir o abatimento desse período quando for determinado o cumprimento de pena pela Justiça.
Após essa condenação, em 13 de outubro, Moraes negou o pedido da defesa de Bolsonaro para revogar a prisão domiciliar e as medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
Segundo a decisão de Moraes, a manutenção das medidas cautelares e a prisão domiciliar são necessárias e adequadas diante do risco de fuga de Bolsonaro.
Nesse período em que ficou em domiciliar, Bolsonaro já saiu pelo menos três vezes de casa para ir ao hospital. Duas das vezes foi com autorização de Moraes e uma por emergência.
Sob esse regime, o ex-presidente só pode receber visitas com autorização de Moraes. Frequentemente, a defesa solicita a permissão para entrada de aliados políticos de Bolsonaro e um grupo de oração, às quartas-feiras.
Outras medidas cautelares às quais o ex-presidente está submetido são: uso de tornozeleira eletrônica, proibição de acessar embaixadas e consulados, de manter contato com embaixadores e autoridades estrangeiras e de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, inclusive por intermédio de terceiros.
11 de novembro de 2025 às 16:24
11 de novembro de 2025 às 16:24
FOTO: MARIA LIZ
Durante entrevista ao programa 12 em Ponto, da 98 FM Natal, nesta terça-feira (11), o pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte e ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), afirmou que o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) será “imprensado” caso confirme sua candidatura ao governo nas eleições de 2026.
“Allyson não tem um grande grupo, ele não tem uma grande aliança que justifique a candidatura dele. Ele vai ser imprensado e não vai nem para o segundo turno”, disse o pré-candidato.
Segundo Álvaro, o desempenho de Allyson não deve surpreender o eleitorado caso as críticas à gestão do prefeito de Mossoró se tornem mais visíveis. Para ele, os problemas da gestão são ofuscados pelo investimento midiático de Bezerra, bastante ativo nas redes sociais.
“Hoje, a situação na prefeitura tem muitas críticas que não vêm repercutindo da maneira que deveriam. Alisson faz um investimento grande na mídia para divulgar o que ele está fazendo, mas a avaliação da gestão ainda é um fator que pode influenciar”, acrescentou.
Álvaro Dias também fez uma comparação com o cenário da eleição de Natal em que Carlos Eduardo Alves foi eleito prefeito, destacando o impacto das alianças políticas. “Carlos Eduardo tinha cinquenta e dois por cento. Paulinho tinha três, quatro pontos quando anunciamos o apoio a ele. O grupo que se concentrou ao lado de Paulinho fez ele crescer e terminar como prefeito de Natal. É o que vai acontecer com Allyson.”
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